FELICIDADE

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Façamos da felicidade um cotidiano, onde não tenhamos que correr atrás, que não roguemos sua presença, que esteja por ser seu habitar.

Façamos da felicidade um sentimento permanente, mesmo que instantâneo, mesmo que momentâneo, mas eterno flash a nos alegrar várias vezes ao dia.

Façamos da felicidade a presença constante em todos os momentos, mesmo que triste seja, pois com esta presença as amarguras serão repletas de compreensão e entendimento; e não seremos apenas lágrimas de profunda amargura, seremos poço de alento a quem ao lado estiver a sofrer.

Façamos da felicidade o bem-estar do mundo, que seja só de nosso mundo, porém pode se estender ao mundo de outros, através de nossa energia contagiante.

Façamos da felicidade a igualdade dos povos, dos seres que às vezes em desconhecimento desta sublime sensação, não querem a ela se entregar com receio de serem dementes, por não se curvarem às desgraças que o mundo apresente.

Porém quem feliz é em essência; não se machuca com o que vê, simplesmente entende que faz parte do crescimento dos seres, que magoas profundas e feridas físicas são carmas, e a felicidade plena mesmo que não constante é mais que alento, é alimento que a alma nos mantem, é ver que tudo melhora se a este sentimento nos entregarmos quando sua presença sentirmos.

A felicidade é verdade que aprendemos e reside em nós, mas negamos que sustente a vida.

A felicidade é a curiosidade que nos leva a sentir Deus, a realidade eterna em nossa vida mutante de várias encarnações.

SOMOS O QUE SOMOS

Zalеvskij75 - 111

Assumamos o que somos, verdades sem fundamento, necessidades de mostrar o que não temos e vantagens inexistentes que contamos.

Somos o que não somos, falsos em amostragem do perfil perfeito que não temos, que escondemos e não conseguimos assumir é o que somos, inverdades a nós e ao mundo, falsidade sem precisão de ser por assim dizer; querer ser alguém para outros alguéns.

Querer ser o que nunca poderemos ser, mostrar o que nunca vamos ter em verdade ou, o que não somos em realidade, é nossa vontade de ser alguém; porém não procuramos nos enriquecer em nosso crescimento e sim em nossa falsidade, não procuramos esta realidade com veracidade; apenas na ignorância que as vezes é até santa inocência, mas por acharmos que deveríamos e porque gostaríamos que fosse assim.

Ingenuidade de querer agradar a quem não se interessa por nós; a de querer agradar a quem é tão ou mais falso que nós, a verdade que não queremos ver nem mostrar a quem tem menos ainda que nós.

Tudo isto é nossa ciranda de vida, sermos o que não somos para agradar a quem achamos importante; porém este importante é até mais falso que nós; até mais carente de aproximação de amigos e amores, até mais falho, e mais infeliz, muito mais impotente em se realizar interiormente e se realizar exteriormente onde não tem competência real para se mostrar executivo de sucesso.

Um inconsequente com suas emoções, até a sua de forma incoerente, aproximando e seduzindo, se firmando e conquistando quem lhe parece um desafio e não uma afeição.

O que lhe parece uma barreira a ultrapassar do que um alguém de valor conquistar.

Somos o que somos; falsos até mesmo conosco, até mesmo com quem se aproxima de nós em amor e carinho a trocar, pois não sabemos a este avaliar nem a nós mesmos, não sabemos se este quer nos malograr ou simplesmente nos fazer de tolo, tudo porque não sabemos ao mundo corretamente avaliar, e entramos em depressão sempre que notamos não entender algo que ocorreu, algo que em nós perturbou o desajuste de personalidade que persistimos em alimentar.

Somos frágeis emocionais por conta disto, fracos sentimentais por conta deste mesmo motivo, e não saberemos quando estamos a amar alguém verdadeiramente, se não entendermos o que é o amor em nós, o que é amar ao mundo num geral.

Somos infelizes tolos por não entender de tudo isto; e o tudo isto que vivemos é o universo que podemos manipular; porém não o fazemos por não entender como funciona, não entendemos como se realiza o que desejamos sem machucar e magoar, sem ferir ou até envergonhar quem gostamos ou quem nem conhecemos.

Somos o que somos; nada até descobrirmos o que somos.

SOU FORTE

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Em mim procuro respostas tantas que duvido tê-las por completo; não que as desconheça, mas meus ouvidos são surdos a tantas contrariedades. Procuro saber de meus erros pela vida, mas tenho o entendimento que não haverá resposta que supere minha tola incredulidade.

Sou crente, mas descrente do que não me agrade; tenho fé, mas é abalável se me trouxer prejuízos materiais, físicos e emocionais; tenho certeza, ela é frágil, simplória, não sei lidar com complexas cobranças da vida.

Tenho vontade de tudo solucionar, porém as soluções corretas são sempre as que não me agradam, as outras são apenas paliativos pelo que notei em tantos e tantos momentos destas respostas.

Vivo na procura de mim, nunca me encontrando verdadeiramente, porque recuso olhar para meu interior a procurar minhas falhas, tanto que as observo em outras pessoas; recuso assumir estas por acreditar ser perfeito, não admito ser imperfeito, porque fui feito a imagem e semelhança do Criador, e isto tudo me confunde, me agride o bom senso que acredito ser coerente.

Mas não posso deixar de acreditar que estou aqui para um objetivo, crescer, pagar, e penar o que for preciso para livre do reencarne um dia ficar. 

Tenho de acreditar nas tais verdades que ouço, mesmo amargas que possam parecer, tenho de ser meu juiz sem meias palavras quando me impuser facetas a desempenhar, e meu carrasco quando for maltratado por mim nos momentos de paga.

Entendo; porém assumo ser difícil aceitar, compreendo que estou a pagar, mas sempre acredito que possa ludibriar meu carma, meu espirito, e não passar por tantas penalizações que a vida, que a minha vida exige.

Sou descrente, mas deverei acreditar, não tenho fé, mas devo firmar minha meta em tudo solucionar, somente assim conseguirei me encontrar, e ver que posso ser feliz mais do que sou, tendo uma alegria consistente, uma felicidade coerente, e não falsos sentimentos de bem-estar, que se vão ao primeiro desapontar da vida.

Sou eterno mesmo desencarnando, sou forte mesmo enfraquecendo por estar procurando minhas verdades dentro de mim; sou filho de Deus por assumir erros do passado que procuro agora corrigir.

DUVIDEI

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Duvidei um dia de Deus, duvidei de seus projetos, suas virtudes e sua capacidade, duvidei do tudo que era e do porque era tudo isso, e sei que foi o melhor que fiz.

Um dia tudo isto procurei pesquisar, saber de tudo com meus olhos e não com de outros, e pesquisei em mim, e em fontes que eram mais de duas sempre, para conclusões corretas tirar.

Encontrei explicações mil em todos os cantos, muitas diferentes, porém pequenos pontos em comum, que mesmo estas fontes não se aperceberam de falhas em deixar passar, e nestes pequenos detalhes descobri o Deus que muitos modificaram, transmutarão e até mutilaram em sua maneira de dizer como seria.

Uma pesquisa louca a quem de fora via; um estimulante, um afrodisíaco, uma droga divina, o de saber a verdade que ninguém diz de Deus, mas que alguém em mim dizia ser verdade.

Fontes sérias e outras não, conscientes e coerentes todas me diziam algo, e de alguma forma sabia o que retirar de cada uma, o que deduzir de cada uma, e no fim passei a não pertencer a nenhuma religião pregada por seres encarnados, e sim a religião do que desencarnou há 2000 anos.

As dúvidas sobre Deus, Jesus, e muitas coisas mais, são o aprendizado correto de quem quer a verdade sobre tudo sem opinião tendenciosa; procurar em dezenas de bocas e fontes diferentes e conclusões sempre tirar, sempre duvidar de suas conclusões, até que um momento sem mais possibilidade de outra verdade, por hora deixar de duvidar.

Somos seres incompletos, sensatos, porém incapazes do julgamento correto, em sendo das origens divinas nunca teremos a última palavra, nunca saberemos a verdade derradeira de nada, durante nosso período de passagem cármica por este mundo.

A descoberta em si de Deus é coisa intima que não se pode dividir com outro, mesmo o mentor, pois este embora saiba, não pode neste conhecimento nos ajudar, apenas pista nos colocar, e da forma que conduzamos este interrogatório chegarmos a elucidações fabulosas sobre Deus, Jesus, Cristo e entendemos que somos muito mais que meros estudantes curiosos, somos entendidos em uma verdade, em nossa verdade, e desta ninguém pode duvidar, porque cada um tem o seu caminho único para retornar à casa do Pai, e ninguém sabe qual é o caminho do outro e desta forma não pode criticar, não pode impor, mas quem sabe aconselhar, para que este passe pelo crivo de quem tem o caminho a seguir.

É desta forma que duvidei de Deus e de tudo ligado ao mundo angelical, para que em certeza que só eu tenho, possa me entregar em prazer ao desconhecido que me era, e que hoje embora acredite saber nada, sei que compreendo muito mais que antes, mais que no dia de minha decisão em duvidar de tudo.

Sou feliz hoje por saber o que Deus é e para que Ele existe, e sei que existe, e sei que me faz existir por conta de suas necessidades em mim.

DEUS E O DIABO EM NÓS

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Quem pode me governar?
Quem tem poderes sobre mim?
De quem sou digno filho e discípulo?
A quem devo obedecer por estar mais próximo?

Sou o que desejo ser, filho de Deus ou do Diabo, sigo a quem desejo por meu livre arbítrio, por minha vontade que o Criador deu, e sou filho de quem acredito ser, de Deus ou do Diabo.
Agradeço pela vida a quem quero agradecer; na dependência de aceitar quem eu queira como meu único mentor.
Sou assim; filho no desejo de seguir um e não ao outro; defino meu destino, se de amor e gratidão ou de agonia e desgraça pelas coisas que na vida quero.
Faço o que entendo ser sábio a mim, e neste entendimento convivo com as forças que julgo me fazerem bem, e no futuro também estarei colhendo o que plantei no dia de hoje, e com o amor ao Mestre, ao mentor que escolhi; Diabo ou Deus, feliz serei se acreditar ser ele o melhor para mim.
Porém tenho que escolher qual é melhor para o futuro, pois minha índole tem a cara de quem desejo para meu amigo de intimidades.
Este amigo será meu confessor, meu salvador se assim precisar, quem devo então procurar para esta missão, a mim ele se comprometerá; quem me dará guarita se no desespero da vida um dia me encontrar?
Qual dos dois saberá me acolher?
Ensinar-me?
Conduzir-me para a vida eterna?

Tenho o dom do livre arbítrio, que foi dado para meu crescimento, e o Criador não me obriga a segui-lo, não me obriga nem a agradecê-lo por tal; mas tenho que me valer deste direito para entender do porque o tenho, e se não souber deste mecanismo sabiamente usar; terei um dia de responder por isto, terei de pagar.
Seguindo ao Diabo, transgressão de início não farei, pois é meu livre arbítrio, porém se minha índole não lhe comporta como mentor, a minha vida será infeliz de imediato.
Se minha índole o aceitar como amigo do peito tudo poderei ter, até mesmo meu livre arbítrio deturpado por conseguir colocar normas a minhas atitudes, não conseguir parâmetros a conquistas e nem mesmo sentirei que são minhas estas.
Não farei distinção do que é meu ou de outrem, quase sempre invadindo o espaço sagrado de outra pessoa, outro universo; viverei na contramão das sabedorias do mundo, marginalizado pelo que acho correto, mas não é para meu crescimento, porém estarei crescendo também, estarei na precisão de entender do Diabo como meu deus, a necessidade de saber como sua mentalidade é, que passa ser a minha então.
De vislumbrar seus desejos e desígnio que são os meus, entender de seu modo de pensar e agir para benefício próprio sempre, que são meus desejos e benefícios.

E no entender de tudo isto saberei o que é o lado negativo do universo, o lado negro da energia interior que habita em nós.
Se optar por seguir ao Diabo estarei indo de encontro a minha necessidade de aprender muito mais que muitos, e correndo o risco de uma volta por demais demorara para o lado do bem, do amor e humildade principalmente.
Amar ao Diabo é decisão nossa, uma decisão que ninguém consegue nos tirar por conta do livre arbítrio, então há de experimentar até o ponto em que julgar aprendizado compreendido; aí a volta se fará rápida, tal qual o filho pródigo que saiu do lado do pai e se encontrou nas profundezas da vida.
Necessidade de se procurar onde nunca imaginou ter de chegar; o pecado ante a consciência humana encarnada, mas nunca saberemos se é pecado ante Deus por ter admirado um dia o Diabo e suas manhas; evidente é que nunca um amante do Diabo ficou eternamente com ele, simplesmente foi até ele, ou deixou exteriorizar seu lado sombrio para elimina-lo, posto que o Diabo não existe, mas sim o lado negativo que deixamos aflorar por nossa conta, risco e prioridade de algo saber.
A ida aos infernos da existência tem seu porque, coisa que ninguém entende, nem mesmo quem esta viagem fez, mas sabe que voltou de lá muito mais fortalecido. Era um fraco na crença verdadeira, no amor real, na fé ao Criador; Deus, e depois de tal aventura que sempre é de sucesso neste sentido, o de adquiri compreensão da vida que não entendia, do amor que não tinha e da humildade que não cultivava.
Hoje é forte guerreiro que entende muito do inferno humano e pode mais do que ninguém compreender e ajudar quem esta viagem inicia, é o soldado guardião das verdades divinas, que aprendeu se sujando no sangue e no desespero que é a casa do Diabo.

Seguir a Deus é algo que não precisa se dizer se é o correto, pois que todos farão isto um dia, mesmo que ateus sejam hoje, mesmo que não acreditem ser Deus o tudo de todos, temos o livre arbítrio, temos Deus e o Diabo dentro de nós, basta escolher quem queremos exteriorizar; aquele que o fizermos é quem nos governará, nos fará bem e indicará o caminho certo; se aceitarmos o Diabo como nosso leme na vida, tudo será como precisamos de momento, o conhecimento das forças oriundas do baixo astral, de nosso passado.
Se exteriorizarmos a Deus, teremos a conquista do mundo inferior, pois Ele também governa o mundo das trevas para que ninguém seja sugado pela eternidade; deixa que todos quanto queiram visitar estar paragens, pois lhes é necessário, e ao saberem para onde devem se dirigir adotam a Deus como seu mentor eterno.
Aceitar Deus interior como mentor, salvador é ocorrência de todos um dia, onde saberão que é a verdade interior que deve governar, e nossas verdades interiores são sempre sábias, sempre direcionadas para o crescimento, mesmo que tenhamos que ser amantes do Diabo um dia, mas será um só dia, porque precisamos disto.
Porém a vida será de amor ao próximo, de amor à natureza, de amor ao Cristo que está em nós, e de amor a si mesmo como o é a Deus.

O QUE É OCULTISMO?

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A própria palavra sugere ocultar, ou esconder algo que deve ser preservado.
A sabedoria mais profunda é de difícil compreensão, porém de fácil acesso, quando se oculta algo, se quer deixar exposto, mas de difícil compreensão.
Aí surge o hermetismo ético; palavra derivada do nome Hermes Trimegistos, nome dado também a Enock, terceiro filho de Adão.
Então temos Adão como princípio espiritual, Eva como princípio material, Caim como o mal porque matou Abel, este como o bem pela morte sofrida e Enock como a sabedoria de todo este conhecimento, e que em seus versos descreve o ocultismo prático, ou o hermetismo ético; ou como lidar corretamente com forças ocultas deste plano.

As forças ocultas existem; marés, ventos que sopram em uma única direção, plantas que florescem somente em um período, o sol que vai até o trópico de capricórnio e depois o de câncer, a lua e sua influência sobre mulheres grávidas, que na lua cheia é verificado maior número de nascimentos; tudo isto e muito mais são comprovações das energias atuantes neste plano.

Na prática o ocultismo é algo simples e básico; utilizar destas forças de maneira sábia sem confrontar as leis divinas com magia negra; pois a branca e a negra se fazem da mesma forma, o ponto de divergência é a cabeça de seu manipulador.

O processo de uma oferenda é simples de dizer, porém complexo de entender.
Uma oferenda é um objeto, uma vela, uma oração; mas se não for direcionado corretamente, cairá no esquecimento astral, ou seja, não terá utilidade para o que se propôs pedir.

Tudo no plano astral acontece primeiro; como que se lá houvesse a coxia de um teatro; prepara-se o acontecimento para que na hora correta este se desenrole neste palco.
No plano astral tudo existe e tudo acontece; desta forma temos sonhos premonitórios e pode-se através de oráculos saber algo do futuro; se este puder ser mudado ou se houver capacidade e humildade de quem manipula o oráculo.
Ao perceber que algo errado pode acontecer; ou mesmo se desejar concretizar um plano, o operador faz uma oração, meditação, pensamento positivo ou outra forma de gerar energia orientada ao astral.

Estas forças criadas como que subissem um patamar, chegam ao plano astral e manipulam forças lá existentes, claro dentro das possibilidades cármicas de quem pediu; havendo respaldo moral para o acontecimento, lá é feita a mudança dos planos já engendrados, para que se atinjam as vontades do solicitante.
Em casos de impossibilidade de algo, o pedido quando aceito, pode ao menos amenizar o sofrimento se este for o caso; mudar carma nenhuma oferenda consegue; o que realiza quando pode é amenizar o acontecimento, ou dar forças para que se possa passar por aquele sofrimento.
Com oferendas materiais ocorre algo mais completo; os objetos “perecíveis” ao se deteriorarem, ou se queimarem têm suas energias vitais transportadas para o ar, o nada, o céu; e vão a outro plano astral; ao se concentrar nestes objetos que estarão em decomposição, suas energias ou pedidos, se fundirão a estes, indo para o plano astral e lá se dividindo, aí procurando realizar o que foi desejado.

Algumas religiões usam objetos perecíveis porque assim entraria também no fator devolver à natureza o que de lá foi tirado, levando assim à natureza etérea nossos desejos.
Viver bem é viver sob uma realidade ocultista saudável, e saber que existe um plano onde tudo acontece primeiro, e que de alguma forma se está o tempo todo manipulando estas energias; infelizmente a maioria das pessoas as manipulam em direção contraria; seria a suástica de Hitler que gerava energia negativa.

Trabalhando com uma esvástiva se pode perceber acontecimentos positivos em nossa vida.

Nós somos energia condensada como dizia a formula de Einstein, energia ativa sempre, através das células que nunca param, então podemos usar desta energia que somos, para gerar acontecimentos que nos agradem, que nos faça bem.
Porém milhares de anos nos separam desta perfeição; milhares de anos nos colocam em total abandono de nossas capacidades extra-sensoriais.
Quando Deus expulsou Adão e Eva do paraíso colocou que não mais poderiam se utilizar deste poder para realizar acontecimentos, teriam que trabalhar seu lado emocional para estes eventos.
Pior ficou quando Deus disse a Noé após o dilúvio que teriam que conversar com os anjos e não mais com Ele.
Neste ponto chegamos a ter de conversar com elementais da Natureza para que estes levem a Deus nossos pedidos; e oremos para coisa não piorar; pois quando estes elementais fecharem os ouvidos aos nossos resmungões cotidianos estaremos perdidos.

Todo ser vivente é um mago, o que manipula energias, seja em oferendas e pedidos ao astral, ou transformando milho em bolo; na culinária algo curioso acontece, ao manipularmos alimentos, estes ficam impregnados da energia de quem os manuseou; não é difícil um bolo não crescer nas mãos de um, mas crescer nas mãos de outro.
É possível também alterar o humor de alguém através do alimento; a pessoa trabalha este alimento; mas alguém sensível se sente mal, pois ele foi impregnado de emoções negativas; isto é o que acontece ao fazer magia com alimentos com fins de prejuízo a quem comê-los.
Felizmente todos têm um anjo da guarda, e este existe para que inocentes não sejam prejudicados.

Ocultismo é isto, o lado não compreendido das coisas, e que por bem devem continuar oculto para não serem deturpados; claro que existem formas poderosas e infalíveis de manipular estas energias, mas só estão acessíveis aos magos que compreendem também os riscos destas demandas; um mago branco nunca iria manipulá-las para o mal; sabe o preço a pagar.

Quanto ao mago negro; este tem poderes limitados, e um dia a divina providência o colocará diante de um mago branco; que mesmo tendo poderes menores, sua proteção é maior.

Tudo aqui é energia condensada ou não; um dia houve o Big-Bang de onde tudo surgiu, e outro dia outro Big-Bang haverá, pois, este plano de energias pesadas não mais terá utilidade para o crescimento espiritual.