FELICIDADE

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Façamos da felicidade um cotidiano, onde não tenhamos que correr atrás, que não roguemos sua presença, que esteja por ser seu habitar.

Façamos da felicidade um sentimento permanente, mesmo que instantâneo, mesmo que momentâneo, mas eterno flash a nos alegrar várias vezes ao dia.

Façamos da felicidade a presença constante em todos os momentos, mesmo que triste seja, pois com esta presença as amarguras serão repletas de compreensão e entendimento; e não seremos apenas lágrimas de profunda amargura, seremos poço de alento a quem ao lado estiver a sofrer.

Façamos da felicidade o bem-estar do mundo, que seja só de nosso mundo, porém pode se estender ao mundo de outros, através de nossa energia contagiante.

Façamos da felicidade a igualdade dos povos, dos seres que às vezes em desconhecimento desta sublime sensação, não querem a ela se entregar com receio de serem dementes, por não se curvarem às desgraças que o mundo apresente.

Porém quem feliz é em essência; não se machuca com o que vê, simplesmente entende que faz parte do crescimento dos seres, que magoas profundas e feridas físicas são carmas, e a felicidade plena mesmo que não constante é mais que alento, é alimento que a alma nos mantem, é ver que tudo melhora se a este sentimento nos entregarmos quando sua presença sentirmos.

A felicidade é verdade que aprendemos e reside em nós, mas negamos que sustente a vida.

A felicidade é a curiosidade que nos leva a sentir Deus, a realidade eterna em nossa vida mutante de várias encarnações.

A EXISTÊNCIA É IMPORTANTE

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É nossa necessidade de algo mais aprender.
De algo resgatar para o progresso entender.
De viver para tentar não mais morrer.
Para a eternidade por fim conquistar.

A vivencia, necessidade, convivência, a complexidade do por aqui mais uma vez passar para compreender o que se está estudando.
O porquê ter de mais algo entender, algo mais saber para não ter de aqui voltar desta mesma forma.

Nascemos chorando por medo do que aqui encontramos; da mesma forma que tememos nosso partir quando desencarnamos; não nos lembramos do que lá tem.
Sucumbimos a tentações e sensações que gostamos, mas não nos é aconselhável, é nossa maneira de algo recordar, e sermos também tentados a colocar o que de ruim temos que eliminar.

Tudo questão de emoção, se soubermos corretamente compreende-las e dosa-las, pouco sofreremos neste mundo; e muito mais, entenderemos que é de emoções que sofremos todas as encarnações, doenças que temos, e angustias todas.

Emoções que não sabemos controlar, e neste se perder temos que nos entender.
Para que aos poucos em crescimento continuo e lento, possamos nos administrar ao sofrer, possamos nos compreender como seres manipuláveis pelo coração; não que seja mal, apenas não controlamos, não vivenciamos o que é bom e misturamos com o ruim.

Não compreendemos o que estas emoções maléficas a nosso corpo mental fazem, e acabamos por trazer ao corpo físico o que tem de ser apreendido.

Se aprendermos a dosar o emocional, muito além do que nossos conhecimentos primitivos possam nos dizer, não mais sofreremos de pesadelos, insônias, doenças nervosas, cardíacas, emocionais, de pele até, pois se estivermos resguardados em sabedoria, nossa proteção física estará também forte, e nenhum mal nos atormentará.

Entenderemos que o emocional divino é só amor fraterno, ao próximo e a si, não no sentido egocêntrico; mas se amar para amar ao próximo, no momento que se entender que a vida ensinada pelo Cristo é paz e harmonia, teremos a felicidade interna de nosso corpo, e todos os males serão compreendidos e sanados sem remédios, com nosso poder de cura, que foi esquecido no passado quando nos entregamos aos malefícios das emoções negativas.

Ao desejar viver intensamente, porém alimentando o baixo nível emocional desta necessidade, passamos a vivenciar rancores, ódios e tudo mais que acompanha este tipo de energia que passamos a criar.

O sabor do prazer de baixo nível foi criado, quando não mais o ser vivente podia sustentar a felicidade em mesmo nível indefinidamente.
Procurou meios mais superficiais de prolongar esta emoção; e se desiludia quando não conseguia.
Isto é parte da descoberta das falhas humanas, necessárias ao crescimento, ou mais precisamente a arte do universo em nós.
E nos entregamos integralmente ao prazer das emoções de baixo nível.
Com a criação destas energias de baixa vibração, o corpo etéreo, protetor de nosso universo interno não suportou tanta carga gerada por nossa vontade, e passou a diminuir seu poder de proteção, nos deixando a mercê das energias que geramos; e que aos poucos passou a impregnar o corpo físico e emocional; gerando as dificuldades que eram necessárias ao crescimento como espirito de luz, passamos neste ponto a vivenciar o lado negativo da vida, e a morte espiritual constante, até o momento em que o lado emocional do ser humano possa novamente reinar.

Esta coerência é complexa colocação, visto que o mundo só vive de emoções flutuantes, de sensações que dão prazer intenso, mas de gerador matéria (produzido pelo prazer carnal, e referente unicamente a este plano) e sensações que dão tristezas profundas, levando ao falecimento do poder de regeneração dos sentimentos divinos.

Coerência interna sobre tudo isso é mera tentativa de se descobrir como entidade viva vinda de Deus, e que procura no Cristo interno as verdades sobre tudo isto, que exposto não se pode entender desde que aceite ser uma pessoa em deficiência emocional divina.

Salvar o emocional divino, que traz a vida eterna, é trabalho paulatino e de sofrimento prolongado, que muitas vezes envolve o mais penalizado dos corpos, o carnal, por não nos permitir vislumbrar nenhuma destas verdades, e em segundo o corpo espiritual; que tem por finalidade colocar o emocional como prioridade a ser controlada, com objetivo do crescimento.

Controlar as emoções, que tem de vir de dentro, de coração pacífico e não de dedução lógica, é imprescindível para alcançar a sabedoria e entendimento de tudo que exposto em relação a vida eterna, ou mesmo a felicidade profunda.

Compreender isto é o primeiro passo ao entendimento da redenção, a liberdade do corpo de nosso próprio julgo de sofrimento, o desespero de se punir inconscientemente pelo que fez, simplesmente assumir que o fez, que havia um propósito, que foi alcançado e agora é momento de compreender tal experiência passada, e tê-la como tesouro de aprendizado, e não vivencia-la eternamente.

Toda questão de compreensão, de aprendizado no controle emocional, não alimentando o que de ruim os pensamentos treinados a encarnações muitas têm praticado, é vivenciá-las, porém não lhes dar alimento energético para sobreviverem, ou seja, se apoderar de nossa mente com poder de destruição, que é o objetivo destes pensamentos.

O poder que lhes é incumbido afim de nosso carma ser queimado, o tal fogo do inferno, este fogo só tem poder e vida se nós lhes alimentarmos com toda esta lenha emocional; caso contrário se extingue e aos poucos passa a ser tolo pensamento a nos perturbar.

O início do aprendizado desta técnica que bem colocada leva a vida de felicidade plena, é de difícil compreensão se a pessoa envolvida se dá a picuinhas verbais, físicas, ou até mesmo mentais, teria então de abandonar o prazer que se tem neste cotidiano.

Deveria entender como errado esta forma de manter o pensamento; e aos poucos abolir tudo que em sua mente alimenta de mal.
Passando a uma luta intensa contra sua centenária forma de pensar negativamente, sinais impressos à encarnações, e que não sairão com facilidade, a menos que se entregue realmente a oração ou desejo intenso de ser bom, sem ódio, rancor ou desejos de vingança; parte delicada de entendimento, pois sempre foram em lembrança desta forma, e os outros “bons” são tolos, e o meu Deus é melhor que o seu, tudo forma de se defender de implicações, que de outras pessoas mais entendidas ou vivenciadas nestes problemas possam vir.

Porém tudo é maneira de tentar se explicar, de dizer não ser ela uma má pessoa, apenas o mundo não a entende, “o mundo está errado” e nesta forma torpe de pensar, se afunda mais em pensamentos negativos, em sensações maldosas e doenças físicas e emocionais, que passam a ser mais frequentes, levando mais devedores cármico por conta de emocional em vidas passadas a dores e doenças as mais penosas.

Claro está que o envelhecimento traz dificuldades ao corpo de se manter, porém não traz doenças terríveis que com o passar dos séculos o mundo humano desenvolveu.

É uma compreensão que temos de ter, o plano terreno fica mais violento por emocional individual de cada ser humano, e esta violência alimenta este emocional, e neste círculo vicioso os que em sensatez adotaram a verdade absoluta, se sentem emocionalmente pacíficos, e neste sentimento não alimentam pensamentos maldosos, por conseguinte não vibram energias pesadas e nem sobrecarregam seus corpos, trazendo dores e mal-estar vindo de todo este sofrimento.

SOU FORTE

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Em mim procuro respostas tantas que duvido tê-las por completo; não que as desconheça, mas meus ouvidos são surdos a tantas contrariedades. Procuro saber de meus erros pela vida, mas tenho o entendimento que não haverá resposta que supere minha tola incredulidade.

Sou crente, mas descrente do que não me agrade; tenho fé, mas é abalável se me trouxer prejuízos materiais, físicos e emocionais; tenho certeza, ela é frágil, simplória, não sei lidar com complexas cobranças da vida.

Tenho vontade de tudo solucionar, porém as soluções corretas são sempre as que não me agradam, as outras são apenas paliativos pelo que notei em tantos e tantos momentos destas respostas.

Vivo na procura de mim, nunca me encontrando verdadeiramente, porque recuso olhar para meu interior a procurar minhas falhas, tanto que as observo em outras pessoas; recuso assumir estas por acreditar ser perfeito, não admito ser imperfeito, porque fui feito a imagem e semelhança do Criador, e isto tudo me confunde, me agride o bom senso que acredito ser coerente.

Mas não posso deixar de acreditar que estou aqui para um objetivo, crescer, pagar, e penar o que for preciso para livre do reencarne um dia ficar. 

Tenho de acreditar nas tais verdades que ouço, mesmo amargas que possam parecer, tenho de ser meu juiz sem meias palavras quando me impuser facetas a desempenhar, e meu carrasco quando for maltratado por mim nos momentos de paga.

Entendo; porém assumo ser difícil aceitar, compreendo que estou a pagar, mas sempre acredito que possa ludibriar meu carma, meu espirito, e não passar por tantas penalizações que a vida, que a minha vida exige.

Sou descrente, mas deverei acreditar, não tenho fé, mas devo firmar minha meta em tudo solucionar, somente assim conseguirei me encontrar, e ver que posso ser feliz mais do que sou, tendo uma alegria consistente, uma felicidade coerente, e não falsos sentimentos de bem-estar, que se vão ao primeiro desapontar da vida.

Sou eterno mesmo desencarnando, sou forte mesmo enfraquecendo por estar procurando minhas verdades dentro de mim; sou filho de Deus por assumir erros do passado que procuro agora corrigir.

A LINGUAGEM OCULTA

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Ó obscuridade pragmática que em nossa mente obtusa, por culpa nossa está a fazer-nos pensar incessantemente no que estamos a todo dia cometer; nas atrocidades que mesmo sem notar, sem se conter executamos; nas formas loucas e insanas de levar o que achamos natural e correto; na maneira obscura que pensamos do ente ao lado, parente ou não, no irmão que encarnado está a sofrer; sem ao mesmo saber se é de sua cruz mesmo, que sem levar a cabo suas vontades é declinado de seus desejos e necessidades, proibido de dizer, de fazer, de entender e de estudar para assim melhorar.

Ó praticidade de nada se fazer para melhorar, apenas levar o que nossos pobres sentidos nos fazem crer no que viemos apenas entender; de forma falha que somos perfeitos às nossas vistas, pois que de um astral superior estamos a nos encontrar em nas próprias debilidades de entendimento e sabedoria, que estamos a refrear emoções impuras que nos envenenam a mente com informações, que muitas vezes passam desapercebidas do entendimento; a insana realidade de um dia após outro, em que não se entende plenamente este dia nem o porquê de outro diferente e estranho; o porquê de vivenciar muitas pessoas e mentes invisíveis a bombardear-nos com energias impuras de pensamento, que nos enfraquece neste tom de agir, neste tom de sobreviver.

É estar mergulhado nas energias proféticas de uma sabedoria que não conseguimos ouvir; e tentar sobreviver sem nada ver, sem nada sentir, sem nada querer conduzir, por não entender o que se está a fazer neste mundo.

É a linguagem complexa do mestre a nos intimidar para melhor poder entendê-lo.

DEUS E O DIABO EM NÓS

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Quem pode me governar?
Quem tem poderes sobre mim?
De quem sou digno filho e discípulo?
A quem devo obedecer por estar mais próximo?

Sou o que desejo ser, filho de Deus ou do Diabo, sigo a quem desejo por meu livre arbítrio, por minha vontade que o Criador deu, e sou filho de quem acredito ser, de Deus ou do Diabo.
Agradeço pela vida a quem quero agradecer; na dependência de aceitar quem eu queira como meu único mentor.
Sou assim; filho no desejo de seguir um e não ao outro; defino meu destino, se de amor e gratidão ou de agonia e desgraça pelas coisas que na vida quero.
Faço o que entendo ser sábio a mim, e neste entendimento convivo com as forças que julgo me fazerem bem, e no futuro também estarei colhendo o que plantei no dia de hoje, e com o amor ao Mestre, ao mentor que escolhi; Diabo ou Deus, feliz serei se acreditar ser ele o melhor para mim.
Porém tenho que escolher qual é melhor para o futuro, pois minha índole tem a cara de quem desejo para meu amigo de intimidades.
Este amigo será meu confessor, meu salvador se assim precisar, quem devo então procurar para esta missão, a mim ele se comprometerá; quem me dará guarita se no desespero da vida um dia me encontrar?
Qual dos dois saberá me acolher?
Ensinar-me?
Conduzir-me para a vida eterna?

Tenho o dom do livre arbítrio, que foi dado para meu crescimento, e o Criador não me obriga a segui-lo, não me obriga nem a agradecê-lo por tal; mas tenho que me valer deste direito para entender do porque o tenho, e se não souber deste mecanismo sabiamente usar; terei um dia de responder por isto, terei de pagar.
Seguindo ao Diabo, transgressão de início não farei, pois é meu livre arbítrio, porém se minha índole não lhe comporta como mentor, a minha vida será infeliz de imediato.
Se minha índole o aceitar como amigo do peito tudo poderei ter, até mesmo meu livre arbítrio deturpado por conseguir colocar normas a minhas atitudes, não conseguir parâmetros a conquistas e nem mesmo sentirei que são minhas estas.
Não farei distinção do que é meu ou de outrem, quase sempre invadindo o espaço sagrado de outra pessoa, outro universo; viverei na contramão das sabedorias do mundo, marginalizado pelo que acho correto, mas não é para meu crescimento, porém estarei crescendo também, estarei na precisão de entender do Diabo como meu deus, a necessidade de saber como sua mentalidade é, que passa ser a minha então.
De vislumbrar seus desejos e desígnio que são os meus, entender de seu modo de pensar e agir para benefício próprio sempre, que são meus desejos e benefícios.

E no entender de tudo isto saberei o que é o lado negativo do universo, o lado negro da energia interior que habita em nós.
Se optar por seguir ao Diabo estarei indo de encontro a minha necessidade de aprender muito mais que muitos, e correndo o risco de uma volta por demais demorara para o lado do bem, do amor e humildade principalmente.
Amar ao Diabo é decisão nossa, uma decisão que ninguém consegue nos tirar por conta do livre arbítrio, então há de experimentar até o ponto em que julgar aprendizado compreendido; aí a volta se fará rápida, tal qual o filho pródigo que saiu do lado do pai e se encontrou nas profundezas da vida.
Necessidade de se procurar onde nunca imaginou ter de chegar; o pecado ante a consciência humana encarnada, mas nunca saberemos se é pecado ante Deus por ter admirado um dia o Diabo e suas manhas; evidente é que nunca um amante do Diabo ficou eternamente com ele, simplesmente foi até ele, ou deixou exteriorizar seu lado sombrio para elimina-lo, posto que o Diabo não existe, mas sim o lado negativo que deixamos aflorar por nossa conta, risco e prioridade de algo saber.
A ida aos infernos da existência tem seu porque, coisa que ninguém entende, nem mesmo quem esta viagem fez, mas sabe que voltou de lá muito mais fortalecido. Era um fraco na crença verdadeira, no amor real, na fé ao Criador; Deus, e depois de tal aventura que sempre é de sucesso neste sentido, o de adquiri compreensão da vida que não entendia, do amor que não tinha e da humildade que não cultivava.
Hoje é forte guerreiro que entende muito do inferno humano e pode mais do que ninguém compreender e ajudar quem esta viagem inicia, é o soldado guardião das verdades divinas, que aprendeu se sujando no sangue e no desespero que é a casa do Diabo.

Seguir a Deus é algo que não precisa se dizer se é o correto, pois que todos farão isto um dia, mesmo que ateus sejam hoje, mesmo que não acreditem ser Deus o tudo de todos, temos o livre arbítrio, temos Deus e o Diabo dentro de nós, basta escolher quem queremos exteriorizar; aquele que o fizermos é quem nos governará, nos fará bem e indicará o caminho certo; se aceitarmos o Diabo como nosso leme na vida, tudo será como precisamos de momento, o conhecimento das forças oriundas do baixo astral, de nosso passado.
Se exteriorizarmos a Deus, teremos a conquista do mundo inferior, pois Ele também governa o mundo das trevas para que ninguém seja sugado pela eternidade; deixa que todos quanto queiram visitar estar paragens, pois lhes é necessário, e ao saberem para onde devem se dirigir adotam a Deus como seu mentor eterno.
Aceitar Deus interior como mentor, salvador é ocorrência de todos um dia, onde saberão que é a verdade interior que deve governar, e nossas verdades interiores são sempre sábias, sempre direcionadas para o crescimento, mesmo que tenhamos que ser amantes do Diabo um dia, mas será um só dia, porque precisamos disto.
Porém a vida será de amor ao próximo, de amor à natureza, de amor ao Cristo que está em nós, e de amor a si mesmo como o é a Deus.

O MESTRE E O LÍDER ESPIRITUAL

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O mestre nos mostra o caminho, porém não nos acompanha.

O líder espiritual não nos leva por este caminho, nem o mostra.

 

O mestre entende que devemos desvendar os meandros do caminho.

O líder sabe que não pode mostrar estes meandros.

 

O mestre nos põe a prova a todo instante, para testar nossa fé.

O líder não faz isto, sabe que seus seguidores tem uma fé insegura.

 

O mestre sabe das necessidades de seus instruídos.

O líder sabe unicamente de suas necessidades.

 

O mestre não foge de indagações, e sempre tem uma resposta, e se não tiver, é por decidir que o aluno deve procura-la dentro de si.

O líder sempre tem uma resposta, porém não pode ser contestada.

 

O mestre é um iluminado, não teme ser superado em conhecimentos pelos seus alunos, porque sabe ser do mestre a missão de preparar estes para supera-lo um dia; porém esta não existe; o mestre não acredita que traga crescimento, apenas competição.

O líder tem conhecimentos, e manter seus seguidores sem estes é primordial; para que não perca a liderança; sabe que conhecimento é limitação quando se trata de Deus; e iluminação é superação de horizontes a todo instante.

 

O mestre sabe sempre o melhor para um aluno, mesmo que em sofrimento esteja, e entende que desta situação ele precisa para algo aprender, o mestre não aliviará sofrimentos, mas dará indicações de como ameniza-lo e se for de seu destino elimina-lo.

O líder sabe que o sofrimento de seus seguidores é combustível à sua liderança; entende que se eliminar estes obstáculos não precisarão dele no futuro.

 

O mestre respeita outros mestres, entende que a sabedoria não pertence a ninguém; é de todos, e a conquista desta é por dedicação e sinceridade com o plano superior.

O líder vê em outro líder uma concorrência na conquista de seguidores, e seus conhecimentos que são inseguros; sente que pode ser prejudicado ao ser indagado por este novo líder, e se deixar em dúvida quem o segue perderá poder.

 

O mestre não sabe o que é insegurança, porém se a sente não a teme, a enfrenta para entender do porque esta dúvida, e fica mais sábio quando desvenda o que atormentava.

O líder sente insegurança a todo instante, porque suas respostas suprem parcialmente a si, e no receio de ser indagado torna os conhecimentos de quem o segue complexos ensinamentos; onde estes não saberiam responder a qualquer pergunta com suas próprias palavras.

 

O mestre não se formou nesta encarnação; não conquistou adeptos por suas palavras ou conhecimentos; este veio se preparando a muito tempo, e os que o seguem foram colocados pela divina providência, para que no futuro sejam mestres também, e tenham seus seguidores; deixando assim uma regra rígida, onde só os realmente sinceros e humildes podem seguir e serem seguidos.

Os líderes se formaram nesta encarnação, ou vieram preparados para desvirtuar os de mente fraca, aqueles que não acreditam verdadeiramente; materialistas inconscientes ou que estão em grau de involução; porquanto estes não sabem raciocinar se está certo isto que Deus coloca, ou que o Cristo disse.

 

Mestres não precisam se explicar a ninguém, se não entender de suas atitudes que são sempre corretas, é porque não está preparado para segui-lo.

Líderes não se explicam porque lhes mostraria as falhas humanas, e a principal de não ter sido escolhido para ser um mestre; alimentar o desejo de ser líder, colocando ideias unicamente suas em cabeças que não tem poder de dedução.

 

O mestre conhece o poder da palavra e respeita este poder; sabe que muito pode se construir ou destruir através dela.

O líder tem o dom da palavra, e não sabe como conduzi-la no real benefício dos que a ouvem.

 

O mestre se propõe ao crescimento de seus seguidores, entende que falhas são coerentes por estarem à procura de si em si, e respeita seus erros, que mesmo sabendo infantis muitas vezes, não critica; analisa e tenta alertar sem obrigar que seja obedecido; porque desta forma que todo estudante na sabedoria universal tem de ser; um analista de tudo quanto lhe chega aos sentidos físicos ou não.

O líder não colabora com o crescimento de seus seguidores, apenas os orienta no que devem fazer para conseguirem o que desejam; porém lhes passa os benefícios no que tange ao progresso material; sem especificar o que é a verdadeira salvação.

 

O mestre sabe das orientações do astral superior, porque entende os sinais que lhe chegam, repassa tudo que é confiado e permitido ensinar; não se arrepende desta atitude, porque se lhe foi confiado tantos detalhes, deverá no devido tempo e na coerência dos neófitos a seus cuidados e sua condição de aprendizado, repassar estes conhecimentos; sabe que quanto mais instruir mais será instruído pelo divino astral.

O líder pouco sabe do mundo invisível, apenas deduções muitas vezes sem sentido; porque não elabora conjecturas, não se lança a teorias e teme explorar os conhecimentos que lhe chegam, por crer colocarem em risco o que sabe, entendendo que pode cair em contradição, se permitir muitos conhecimentos serem levados a seus seguidores, sem que tenha respaldo para dar suporte a possíveis duvidas que surjam.

 

O mestre toma todo novo conhecimento, e o processa para utiliza-lo futuramente, se este for necessário e coerente no momento que se apresentar.

O líder toma todo novo conhecimento e o elimina por não visualizar coerência no que aprendeu, porem compreende que uma nova informação que assumir, mas não conseguir dominar completamente, coloca em risco tudo quanto tenha conquistado até então.

 

O mestre vê em cada horizonte, possibilidades de se aprofundar em suas teorias e modificar verdades já solidificadas.

O líder não vence horizontes se julgar insegurança de seus conhecimentos duramente compreendidos; pois quando da formação destas teorias, teve de ignorar muitas informações para chegar a alcançar este estágio; que entende ser frágil se corretamente inquerido.

 

O mestre é um líder nato, sem que procure conquistar aos que o seguem; não precisando lhes agradar com palavras ou atitudes, simplesmente porque os faça bem, estes carinhos.

O líder precisa conquistar a seus seguidores, para que continuem lhe seguindo; muitas vezes com temor da derrocada espiritual, se não o ouvirem em suas colocações espirituais.

 

O mestre é sábio conselheiro; procurando soluções que caibam exatamente no individual de cada ser; entendendo que todos têm carmas diferenciados, e desta forma um conselho sábio a um, pode ser derrocada a outro.

O líder tem um mesmo conselho para todos que julgue estar com o mesmo tipo de problema; porém não compreende as lições que cada indivíduo tem de aprender, que cada estudante tem sua lição a desenvolver, e se for mal orientado nesta tarefa, trará a este, prejuízo que pode se estender além desta encarnação.

 

A segurança do mestre se baseia em sua visão metafisica da situação, não levando em conta possibilidades deste plano, não generalizando pessoas ou problemas; se coloca como visionário analisando cada prioridade e suas consequências, e prevendo que por algum motivo a divina providência está desta forma atuando; trazendo conflitos que julga desnecessário ao aprendiz, porém é uma aula a ser desenvolvida que não foi compreendida no passado.

O líder se baseia no que entendeu do santo livro, não aceitando ou se limitando a falar apenas o que sua inteligência lhe permite; não se entregando a divagações que as entrelinhas da Bíblia trazem; não aceita também outras obras a acrescer conhecimentos sobre a palavra de Deus, entendendo que estes incorreriam em horizontes complexos demais a serem explorados; muito além de sua capacidade, ou de seu controle como líder que diz entender tudo sobre a obra do Criador.

 

O mestre sempre sabe o que diz, mesmo que se perca em palavras em meio a suas explicações; neste momento é o divino astral tomando-o como interlocutor para trazer ao ouvinte informações que só este entenderia; ficando vetada a completa compreensão das informações, porém o mestre irá somar mais este conhecimento a sua sabedoria, pois mesmo que as informações sejam de cunho individual, há nestes ensinamentos, dados que o mestre desconhecia; e que com o passar do tempo lhe trará mais autoridade sobre o que manipula; a aproximação das verdades divinas dos seres que as procura para sua própria evolução.

O líder apenas sabe o que aprendeu; se aprofunda no que entende, porém não vai muito além; se acomoda neste saber por não estar preparado para se lançar a conhecimentos espirituais mais complexos, é o materialismo que em si impera, que o impede de progredir no aprendizado por não ter boa índole para ouvir e valorizar corretamente o que lhe é passado.