A EXISTÊNCIA É IMPORTANTE

548762_401798233229273_1542317558_n

É nossa necessidade de algo mais aprender.
De algo resgatar para o progresso entender.
De viver para tentar não mais morrer.
Para a eternidade por fim conquistar.

A vivencia, necessidade, convivência, a complexidade do por aqui mais uma vez passar para compreender o que se está estudando.
O porquê ter de mais algo entender, algo mais saber para não ter de aqui voltar desta mesma forma.

Nascemos chorando por medo do que aqui encontramos; da mesma forma que tememos nosso partir quando desencarnamos; não nos lembramos do que lá tem.
Sucumbimos a tentações e sensações que gostamos, mas não nos é aconselhável, é nossa maneira de algo recordar, e sermos também tentados a colocar o que de ruim temos que eliminar.

Tudo questão de emoção, se soubermos corretamente compreende-las e dosa-las, pouco sofreremos neste mundo; e muito mais, entenderemos que é de emoções que sofremos todas as encarnações, doenças que temos, e angustias todas.

Emoções que não sabemos controlar, e neste se perder temos que nos entender.
Para que aos poucos em crescimento continuo e lento, possamos nos administrar ao sofrer, possamos nos compreender como seres manipuláveis pelo coração; não que seja mal, apenas não controlamos, não vivenciamos o que é bom e misturamos com o ruim.

Não compreendemos o que estas emoções maléficas a nosso corpo mental fazem, e acabamos por trazer ao corpo físico o que tem de ser apreendido.

Se aprendermos a dosar o emocional, muito além do que nossos conhecimentos primitivos possam nos dizer, não mais sofreremos de pesadelos, insônias, doenças nervosas, cardíacas, emocionais, de pele até, pois se estivermos resguardados em sabedoria, nossa proteção física estará também forte, e nenhum mal nos atormentará.

Entenderemos que o emocional divino é só amor fraterno, ao próximo e a si, não no sentido egocêntrico; mas se amar para amar ao próximo, no momento que se entender que a vida ensinada pelo Cristo é paz e harmonia, teremos a felicidade interna de nosso corpo, e todos os males serão compreendidos e sanados sem remédios, com nosso poder de cura, que foi esquecido no passado quando nos entregamos aos malefícios das emoções negativas.

Ao desejar viver intensamente, porém alimentando o baixo nível emocional desta necessidade, passamos a vivenciar rancores, ódios e tudo mais que acompanha este tipo de energia que passamos a criar.

O sabor do prazer de baixo nível foi criado, quando não mais o ser vivente podia sustentar a felicidade em mesmo nível indefinidamente.
Procurou meios mais superficiais de prolongar esta emoção; e se desiludia quando não conseguia.
Isto é parte da descoberta das falhas humanas, necessárias ao crescimento, ou mais precisamente a arte do universo em nós.
E nos entregamos integralmente ao prazer das emoções de baixo nível.
Com a criação destas energias de baixa vibração, o corpo etéreo, protetor de nosso universo interno não suportou tanta carga gerada por nossa vontade, e passou a diminuir seu poder de proteção, nos deixando a mercê das energias que geramos; e que aos poucos passou a impregnar o corpo físico e emocional; gerando as dificuldades que eram necessárias ao crescimento como espirito de luz, passamos neste ponto a vivenciar o lado negativo da vida, e a morte espiritual constante, até o momento em que o lado emocional do ser humano possa novamente reinar.

Esta coerência é complexa colocação, visto que o mundo só vive de emoções flutuantes, de sensações que dão prazer intenso, mas de gerador matéria (produzido pelo prazer carnal, e referente unicamente a este plano) e sensações que dão tristezas profundas, levando ao falecimento do poder de regeneração dos sentimentos divinos.

Coerência interna sobre tudo isso é mera tentativa de se descobrir como entidade viva vinda de Deus, e que procura no Cristo interno as verdades sobre tudo isto, que exposto não se pode entender desde que aceite ser uma pessoa em deficiência emocional divina.

Salvar o emocional divino, que traz a vida eterna, é trabalho paulatino e de sofrimento prolongado, que muitas vezes envolve o mais penalizado dos corpos, o carnal, por não nos permitir vislumbrar nenhuma destas verdades, e em segundo o corpo espiritual; que tem por finalidade colocar o emocional como prioridade a ser controlada, com objetivo do crescimento.

Controlar as emoções, que tem de vir de dentro, de coração pacífico e não de dedução lógica, é imprescindível para alcançar a sabedoria e entendimento de tudo que exposto em relação a vida eterna, ou mesmo a felicidade profunda.

Compreender isto é o primeiro passo ao entendimento da redenção, a liberdade do corpo de nosso próprio julgo de sofrimento, o desespero de se punir inconscientemente pelo que fez, simplesmente assumir que o fez, que havia um propósito, que foi alcançado e agora é momento de compreender tal experiência passada, e tê-la como tesouro de aprendizado, e não vivencia-la eternamente.

Toda questão de compreensão, de aprendizado no controle emocional, não alimentando o que de ruim os pensamentos treinados a encarnações muitas têm praticado, é vivenciá-las, porém não lhes dar alimento energético para sobreviverem, ou seja, se apoderar de nossa mente com poder de destruição, que é o objetivo destes pensamentos.

O poder que lhes é incumbido afim de nosso carma ser queimado, o tal fogo do inferno, este fogo só tem poder e vida se nós lhes alimentarmos com toda esta lenha emocional; caso contrário se extingue e aos poucos passa a ser tolo pensamento a nos perturbar.

O início do aprendizado desta técnica que bem colocada leva a vida de felicidade plena, é de difícil compreensão se a pessoa envolvida se dá a picuinhas verbais, físicas, ou até mesmo mentais, teria então de abandonar o prazer que se tem neste cotidiano.

Deveria entender como errado esta forma de manter o pensamento; e aos poucos abolir tudo que em sua mente alimenta de mal.
Passando a uma luta intensa contra sua centenária forma de pensar negativamente, sinais impressos à encarnações, e que não sairão com facilidade, a menos que se entregue realmente a oração ou desejo intenso de ser bom, sem ódio, rancor ou desejos de vingança; parte delicada de entendimento, pois sempre foram em lembrança desta forma, e os outros “bons” são tolos, e o meu Deus é melhor que o seu, tudo forma de se defender de implicações, que de outras pessoas mais entendidas ou vivenciadas nestes problemas possam vir.

Porém tudo é maneira de tentar se explicar, de dizer não ser ela uma má pessoa, apenas o mundo não a entende, “o mundo está errado” e nesta forma torpe de pensar, se afunda mais em pensamentos negativos, em sensações maldosas e doenças físicas e emocionais, que passam a ser mais frequentes, levando mais devedores cármico por conta de emocional em vidas passadas a dores e doenças as mais penosas.

Claro está que o envelhecimento traz dificuldades ao corpo de se manter, porém não traz doenças terríveis que com o passar dos séculos o mundo humano desenvolveu.

É uma compreensão que temos de ter, o plano terreno fica mais violento por emocional individual de cada ser humano, e esta violência alimenta este emocional, e neste círculo vicioso os que em sensatez adotaram a verdade absoluta, se sentem emocionalmente pacíficos, e neste sentimento não alimentam pensamentos maldosos, por conseguinte não vibram energias pesadas e nem sobrecarregam seus corpos, trazendo dores e mal-estar vindo de todo este sofrimento.

A NATUREZA DO CONHECIMENTO

549037_516946031688086_1744776654_n

Na doce quietude da noite, meu corpo se espanta, se move, encanta. Na paz que vem do sereno noturno, minha mente como que em transe se torna mais leve, mais afável às verdades do mundo que durante o dia são imperceptíveis.

Reluto em querer dormir, pois sinto que este é um momento de boa reflexão; sabido que no silencio noturno as mentes se transformam em ótimas antenas captadoras do cosmo interior.

Relevo nestes instantes de transcendência noturna as maldades de que fui vítima, e que fui mal compreendido. E por instantes, numa modesta forma de agradecer esqueço tais brutalidades contra minha pessoa física ou espiritual.

Torno-me apenas mais um que não dorme, mas que em silêncio movimenta energias em prol do conhecimento que vem do além, se tornam presentes em minha mente, e aos poucos em minha vida.

Sei que ignoro as notórias verdades ditas corretas pelos homens sábios no aprendizado do correto saber.

Mas afinal meu mestre não é deste plano, somente minha sala de aula que é…

Então me curvo calmo às sabedorias terrenas, apenas para não ter atrito, porém minhas verdades vêm do alto, de cima da minha cabeça, do chacra coronário, e meu corpo sente esta notável energia.

Acalmo-me e sinto leveza, um sono que se vai para dar lugar à serenidade do doce momento que se inicia. Acalmo-me, relaxo e entro em sintonia.

Observo os instantes que me trazem as verdades que sempre soube existirem. Faculto meu conhecimento em pura verdade de vida, de sobriedade moral e emocional; criando assim o salão para estudos das realidades não compreendidas, mas verdadeiras deste plano.

Ao relaxar de meu corpo em quase transe, noto que ele se sente bem e familiarizado com o cardápio do relaxamento. Como um “Q” de saber que está na hora da viagem do conhecimento.

Nos momentos que estou em minha sala particular de estudos, sinto calma deliciosa em todo meu ser, é o alpha bíblico que Jesus, o Cristo sentia no som do bater de meu coração, que é ouvido por minha mente; revejo minhas tristezas e as perdoo, revejo meus rancores e os absolvo, assim como faço com os agressores que os praticaram.

Na fase mais profunda de minha viagem sinto a presença de alguém, é meu Cristo interno que levemente se mostra; uma doce verdade que um dia se tornará realidade.

Sua existência em mim sempre foi eterna, porém me recusava admitir sua morada, coisa de ignorância inocente.  Sei que praguejava muitas vezes contra mim, mas era irá tola.

Em verdade vivenciava meus erros, e tentava de forma violenta me redimir, causando desamor a mim, na verdade nunca conseguindo.

Aos poucos noto que minha irá é perda de bom e útil tempo; um desgaste inútil de forças contra mim mesmo. E no avançar dos minutos neste estado de torpor, vejo que sou um universo; uma dádiva de grande e poderoso valor. Presente do divino que até hoje não soube corretamente aproveitar.

Refaço minha opinião dos acontecimentos e uma nova maneira de encara-las. Tentando assim de maneira cada vez mais sábia entender-me; e ao mundo que me rodeia.

Sei que não é o mundo que muda, mas sim o nosso entender sobre ele, que o torna diferente e mais acessível ou não.

Não transgrido meu modo de pensar, apenas me reservo no direito de compreender melhor certas circunstâncias não compreendidas.                        

Volto a dirigir minha vida, porém de maneira menos torturante a pessoas que convivem comigo através de minha nova compreensão. Faço por merecer o que mudei. Então me presenteio com esta nova atitude.

Por fim transformo a noite de sono que se poderia julgar perdida; em momentos de profunda reflexão, e bons atos de amor a mim; no simples sentir meu respirar passo a meditar; gesto de fácil execução que muito prazer divino traz, em alegria converte meu corpo, minha mente e espirito.                          

Sentir a natureza pulsar no corpo, ouvir a terra pulsando em nossa pele, sensível e amável.

Este é o contato com o divino, o bem-estar de estar em silencio e ouvi-lo, de estar em contato com meu corpo, meu respirar e senti-lo. Pois nosso corpo pertence a Ele, nossa mente pertence a Ele, e através desta simples atitude do meditar, sua presença divina se faz notar, e nos enriquece de benfeitorias corporais.                                                                        

No tempo que nesta atitude me empenhei, nada de meu tempo foi desperdiçado.

A noite utilizada, e os dias que na sequencia virão, serão por demais valorizados por estes momentos; minha vida em qualidade se harmonizará, porque com minha essência voltei a comungar.  Adotei há anos o mestre Jesus como único conhecedor de minha existência.  E desta forma a Ele sempre dedico alguns momentos diários.  Ouço conselhos no silencio do meditar. Escuto broncas de meus erros e as assumo, mas a felicidade dos momentos com o mestre é sempre presente.

Atitude que aconselho a quem quer crescer dentro de si, a quem quer ser verdadeiro consigo mesmo. Ter sua natureza humana valorizada por si e por outros que o conheça, é a meditação do silencio com o Mestre interior, o caminho para as verdades que não conhecemos, mas nos é cobrado. Valorize a ti, e o mundo lhe valorizará pelo que a ele transmitir. Faça de uma noite não dormida um lucro interior de grande valor.

A LINGUAGEM OCULTA

1000360_644922618893557_1052495357_n

Ó obscuridade pragmática que em nossa mente obtusa, por culpa nossa está a fazer-nos pensar incessantemente no que estamos a todo dia cometer; nas atrocidades que mesmo sem notar, sem se conter executamos; nas formas loucas e insanas de levar o que achamos natural e correto; na maneira obscura que pensamos do ente ao lado, parente ou não, no irmão que encarnado está a sofrer; sem ao mesmo saber se é de sua cruz mesmo, que sem levar a cabo suas vontades é declinado de seus desejos e necessidades, proibido de dizer, de fazer, de entender e de estudar para assim melhorar.

Ó praticidade de nada se fazer para melhorar, apenas levar o que nossos pobres sentidos nos fazem crer no que viemos apenas entender; de forma falha que somos perfeitos às nossas vistas, pois que de um astral superior estamos a nos encontrar em nas próprias debilidades de entendimento e sabedoria, que estamos a refrear emoções impuras que nos envenenam a mente com informações, que muitas vezes passam desapercebidas do entendimento; a insana realidade de um dia após outro, em que não se entende plenamente este dia nem o porquê de outro diferente e estranho; o porquê de vivenciar muitas pessoas e mentes invisíveis a bombardear-nos com energias impuras de pensamento, que nos enfraquece neste tom de agir, neste tom de sobreviver.

É estar mergulhado nas energias proféticas de uma sabedoria que não conseguimos ouvir; e tentar sobreviver sem nada ver, sem nada sentir, sem nada querer conduzir, por não entender o que se está a fazer neste mundo.

É a linguagem complexa do mestre a nos intimidar para melhor poder entendê-lo.

DUVIDEI

935033_1393769800842441_2137944325_n

Duvidei um dia de Deus, duvidei de seus projetos, suas virtudes e sua capacidade, duvidei do tudo que era e do porque era tudo isso, e sei que foi o melhor que fiz.

Um dia tudo isto procurei pesquisar, saber de tudo com meus olhos e não com de outros, e pesquisei em mim, e em fontes que eram mais de duas sempre, para conclusões corretas tirar.

Encontrei explicações mil em todos os cantos, muitas diferentes, porém pequenos pontos em comum, que mesmo estas fontes não se aperceberam de falhas em deixar passar, e nestes pequenos detalhes descobri o Deus que muitos modificaram, transmutarão e até mutilaram em sua maneira de dizer como seria.

Uma pesquisa louca a quem de fora via; um estimulante, um afrodisíaco, uma droga divina, o de saber a verdade que ninguém diz de Deus, mas que alguém em mim dizia ser verdade.

Fontes sérias e outras não, conscientes e coerentes todas me diziam algo, e de alguma forma sabia o que retirar de cada uma, o que deduzir de cada uma, e no fim passei a não pertencer a nenhuma religião pregada por seres encarnados, e sim a religião do que desencarnou há 2000 anos.

As dúvidas sobre Deus, Jesus, e muitas coisas mais, são o aprendizado correto de quem quer a verdade sobre tudo sem opinião tendenciosa; procurar em dezenas de bocas e fontes diferentes e conclusões sempre tirar, sempre duvidar de suas conclusões, até que um momento sem mais possibilidade de outra verdade, por hora deixar de duvidar.

Somos seres incompletos, sensatos, porém incapazes do julgamento correto, em sendo das origens divinas nunca teremos a última palavra, nunca saberemos a verdade derradeira de nada, durante nosso período de passagem cármica por este mundo.

A descoberta em si de Deus é coisa intima que não se pode dividir com outro, mesmo o mentor, pois este embora saiba, não pode neste conhecimento nos ajudar, apenas pista nos colocar, e da forma que conduzamos este interrogatório chegarmos a elucidações fabulosas sobre Deus, Jesus, Cristo e entendemos que somos muito mais que meros estudantes curiosos, somos entendidos em uma verdade, em nossa verdade, e desta ninguém pode duvidar, porque cada um tem o seu caminho único para retornar à casa do Pai, e ninguém sabe qual é o caminho do outro e desta forma não pode criticar, não pode impor, mas quem sabe aconselhar, para que este passe pelo crivo de quem tem o caminho a seguir.

É desta forma que duvidei de Deus e de tudo ligado ao mundo angelical, para que em certeza que só eu tenho, possa me entregar em prazer ao desconhecido que me era, e que hoje embora acredite saber nada, sei que compreendo muito mais que antes, mais que no dia de minha decisão em duvidar de tudo.

Sou feliz hoje por saber o que Deus é e para que Ele existe, e sei que existe, e sei que me faz existir por conta de suas necessidades em mim.

O MESTRE E O LÍDER ESPIRITUAL

549037_516946031688086_1744776654_n

O mestre nos mostra o caminho, porém não nos acompanha.

O líder espiritual não nos leva por este caminho, nem o mostra.

 

O mestre entende que devemos desvendar os meandros do caminho.

O líder sabe que não pode mostrar estes meandros.

 

O mestre nos põe a prova a todo instante, para testar nossa fé.

O líder não faz isto, sabe que seus seguidores tem uma fé insegura.

 

O mestre sabe das necessidades de seus instruídos.

O líder sabe unicamente de suas necessidades.

 

O mestre não foge de indagações, e sempre tem uma resposta, e se não tiver, é por decidir que o aluno deve procura-la dentro de si.

O líder sempre tem uma resposta, porém não pode ser contestada.

 

O mestre é um iluminado, não teme ser superado em conhecimentos pelos seus alunos, porque sabe ser do mestre a missão de preparar estes para supera-lo um dia; porém esta não existe; o mestre não acredita que traga crescimento, apenas competição.

O líder tem conhecimentos, e manter seus seguidores sem estes é primordial; para que não perca a liderança; sabe que conhecimento é limitação quando se trata de Deus; e iluminação é superação de horizontes a todo instante.

 

O mestre sabe sempre o melhor para um aluno, mesmo que em sofrimento esteja, e entende que desta situação ele precisa para algo aprender, o mestre não aliviará sofrimentos, mas dará indicações de como ameniza-lo e se for de seu destino elimina-lo.

O líder sabe que o sofrimento de seus seguidores é combustível à sua liderança; entende que se eliminar estes obstáculos não precisarão dele no futuro.

 

O mestre respeita outros mestres, entende que a sabedoria não pertence a ninguém; é de todos, e a conquista desta é por dedicação e sinceridade com o plano superior.

O líder vê em outro líder uma concorrência na conquista de seguidores, e seus conhecimentos que são inseguros; sente que pode ser prejudicado ao ser indagado por este novo líder, e se deixar em dúvida quem o segue perderá poder.

 

O mestre não sabe o que é insegurança, porém se a sente não a teme, a enfrenta para entender do porque esta dúvida, e fica mais sábio quando desvenda o que atormentava.

O líder sente insegurança a todo instante, porque suas respostas suprem parcialmente a si, e no receio de ser indagado torna os conhecimentos de quem o segue complexos ensinamentos; onde estes não saberiam responder a qualquer pergunta com suas próprias palavras.

 

O mestre não se formou nesta encarnação; não conquistou adeptos por suas palavras ou conhecimentos; este veio se preparando a muito tempo, e os que o seguem foram colocados pela divina providência, para que no futuro sejam mestres também, e tenham seus seguidores; deixando assim uma regra rígida, onde só os realmente sinceros e humildes podem seguir e serem seguidos.

Os líderes se formaram nesta encarnação, ou vieram preparados para desvirtuar os de mente fraca, aqueles que não acreditam verdadeiramente; materialistas inconscientes ou que estão em grau de involução; porquanto estes não sabem raciocinar se está certo isto que Deus coloca, ou que o Cristo disse.

 

Mestres não precisam se explicar a ninguém, se não entender de suas atitudes que são sempre corretas, é porque não está preparado para segui-lo.

Líderes não se explicam porque lhes mostraria as falhas humanas, e a principal de não ter sido escolhido para ser um mestre; alimentar o desejo de ser líder, colocando ideias unicamente suas em cabeças que não tem poder de dedução.

 

O mestre conhece o poder da palavra e respeita este poder; sabe que muito pode se construir ou destruir através dela.

O líder tem o dom da palavra, e não sabe como conduzi-la no real benefício dos que a ouvem.

 

O mestre se propõe ao crescimento de seus seguidores, entende que falhas são coerentes por estarem à procura de si em si, e respeita seus erros, que mesmo sabendo infantis muitas vezes, não critica; analisa e tenta alertar sem obrigar que seja obedecido; porque desta forma que todo estudante na sabedoria universal tem de ser; um analista de tudo quanto lhe chega aos sentidos físicos ou não.

O líder não colabora com o crescimento de seus seguidores, apenas os orienta no que devem fazer para conseguirem o que desejam; porém lhes passa os benefícios no que tange ao progresso material; sem especificar o que é a verdadeira salvação.

 

O mestre sabe das orientações do astral superior, porque entende os sinais que lhe chegam, repassa tudo que é confiado e permitido ensinar; não se arrepende desta atitude, porque se lhe foi confiado tantos detalhes, deverá no devido tempo e na coerência dos neófitos a seus cuidados e sua condição de aprendizado, repassar estes conhecimentos; sabe que quanto mais instruir mais será instruído pelo divino astral.

O líder pouco sabe do mundo invisível, apenas deduções muitas vezes sem sentido; porque não elabora conjecturas, não se lança a teorias e teme explorar os conhecimentos que lhe chegam, por crer colocarem em risco o que sabe, entendendo que pode cair em contradição, se permitir muitos conhecimentos serem levados a seus seguidores, sem que tenha respaldo para dar suporte a possíveis duvidas que surjam.

 

O mestre toma todo novo conhecimento, e o processa para utiliza-lo futuramente, se este for necessário e coerente no momento que se apresentar.

O líder toma todo novo conhecimento e o elimina por não visualizar coerência no que aprendeu, porem compreende que uma nova informação que assumir, mas não conseguir dominar completamente, coloca em risco tudo quanto tenha conquistado até então.

 

O mestre vê em cada horizonte, possibilidades de se aprofundar em suas teorias e modificar verdades já solidificadas.

O líder não vence horizontes se julgar insegurança de seus conhecimentos duramente compreendidos; pois quando da formação destas teorias, teve de ignorar muitas informações para chegar a alcançar este estágio; que entende ser frágil se corretamente inquerido.

 

O mestre é um líder nato, sem que procure conquistar aos que o seguem; não precisando lhes agradar com palavras ou atitudes, simplesmente porque os faça bem, estes carinhos.

O líder precisa conquistar a seus seguidores, para que continuem lhe seguindo; muitas vezes com temor da derrocada espiritual, se não o ouvirem em suas colocações espirituais.

 

O mestre é sábio conselheiro; procurando soluções que caibam exatamente no individual de cada ser; entendendo que todos têm carmas diferenciados, e desta forma um conselho sábio a um, pode ser derrocada a outro.

O líder tem um mesmo conselho para todos que julgue estar com o mesmo tipo de problema; porém não compreende as lições que cada indivíduo tem de aprender, que cada estudante tem sua lição a desenvolver, e se for mal orientado nesta tarefa, trará a este, prejuízo que pode se estender além desta encarnação.

 

A segurança do mestre se baseia em sua visão metafisica da situação, não levando em conta possibilidades deste plano, não generalizando pessoas ou problemas; se coloca como visionário analisando cada prioridade e suas consequências, e prevendo que por algum motivo a divina providência está desta forma atuando; trazendo conflitos que julga desnecessário ao aprendiz, porém é uma aula a ser desenvolvida que não foi compreendida no passado.

O líder se baseia no que entendeu do santo livro, não aceitando ou se limitando a falar apenas o que sua inteligência lhe permite; não se entregando a divagações que as entrelinhas da Bíblia trazem; não aceita também outras obras a acrescer conhecimentos sobre a palavra de Deus, entendendo que estes incorreriam em horizontes complexos demais a serem explorados; muito além de sua capacidade, ou de seu controle como líder que diz entender tudo sobre a obra do Criador.

 

O mestre sempre sabe o que diz, mesmo que se perca em palavras em meio a suas explicações; neste momento é o divino astral tomando-o como interlocutor para trazer ao ouvinte informações que só este entenderia; ficando vetada a completa compreensão das informações, porém o mestre irá somar mais este conhecimento a sua sabedoria, pois mesmo que as informações sejam de cunho individual, há nestes ensinamentos, dados que o mestre desconhecia; e que com o passar do tempo lhe trará mais autoridade sobre o que manipula; a aproximação das verdades divinas dos seres que as procura para sua própria evolução.

O líder apenas sabe o que aprendeu; se aprofunda no que entende, porém não vai muito além; se acomoda neste saber por não estar preparado para se lançar a conhecimentos espirituais mais complexos, é o materialismo que em si impera, que o impede de progredir no aprendizado por não ter boa índole para ouvir e valorizar corretamente o que lhe é passado.

A MAGIA DA VIDA

5834_673267636022864_1460777366_n

A magia da vida é ser um eterno alquimista; transmutar ódio em amor, raiva e rancor e alegria, tornar inimigos em desconhecidos; e amigos em eternos amores.

A magia da vida é viver para si; e ter lugar para todos; entender de si e nos outros se ver em erros há eliminar.

A magia da vida é ter escolhido entre tantos espermatozoides, exatamente aquele que teria mais condições a nos abrigar como espirito.

A magia da vida é viver com a felicidade ao nosso alcance, e só procurar e fazê-la crescer, que nosso corpo em saúde agradecerá.

A magia da vida é nunca ter visto o Criador, mas saber de sua existência em tudo que os sentidos captam.

A magia da vida é viver sempre à procura de novos limites e, saber que estes não são as últimas fronteiras; entender que estamos a ultrapassar nossos horizontes sempre e sempre.

A magia da vida é ter o prazer de viver por achar bom, a alegria de obstáculos vencer por acreditar serem para nosso crescimento, a felicidade de outros conhecer, outros universos ao nosso compartilhar, mesmo que não haja fusão enquanto encarnados.

A magia da vida é sair deste plano um dia, e saber que há algo mais esplendoroso que este; que nossa vida é rica e sábia lá; e nossas passagens por este sitio astral é pra valorizar aquela vida; para que possamos com a existência cada vez mais completa desta sem morte; sermos completos e eternos aqui; que entendamos o mundo além dos sentidos carnais, que tenhamos um dia mais de cinco sentidos.

A magia da vida é simplesmente saber que aceitamos todos os obstáculos a vencer por ter como futuro a eternidade, mesmo que duvidemos desta possibilidade; porém ao duvidar, passamos a acreditar ser mais um obstáculo a vencer, o da superação espiritual.