O QUE É OCULTISMO?

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A própria palavra sugere ocultar, ou esconder algo que deve ser preservado.
A sabedoria mais profunda é de difícil compreensão, porém de fácil acesso, quando se oculta algo, se quer deixar exposto, mas de difícil compreensão.
Aí surge o hermetismo ético; palavra derivada do nome Hermes Trimegistos, nome dado também a Enock, terceiro filho de Adão.
Então temos Adão como princípio espiritual, Eva como princípio material, Caim como o mal porque matou Abel, este como o bem pela morte sofrida e Enock como a sabedoria de todo este conhecimento, e que em seus versos descreve o ocultismo prático, ou o hermetismo ético; ou como lidar corretamente com forças ocultas deste plano.

As forças ocultas existem; marés, ventos que sopram em uma única direção, plantas que florescem somente em um período, o sol que vai até o trópico de capricórnio e depois o de câncer, a lua e sua influência sobre mulheres grávidas, que na lua cheia é verificado maior número de nascimentos; tudo isto e muito mais são comprovações das energias atuantes neste plano.

Na prática o ocultismo é algo simples e básico; utilizar destas forças de maneira sábia sem confrontar as leis divinas com magia negra; pois a branca e a negra se fazem da mesma forma, o ponto de divergência é a cabeça de seu manipulador.

O processo de uma oferenda é simples de dizer, porém complexo de entender.
Uma oferenda é um objeto, uma vela, uma oração; mas se não for direcionado corretamente, cairá no esquecimento astral, ou seja, não terá utilidade para o que se propôs pedir.

Tudo no plano astral acontece primeiro; como que se lá houvesse a coxia de um teatro; prepara-se o acontecimento para que na hora correta este se desenrole neste palco.
No plano astral tudo existe e tudo acontece; desta forma temos sonhos premonitórios e pode-se através de oráculos saber algo do futuro; se este puder ser mudado ou se houver capacidade e humildade de quem manipula o oráculo.
Ao perceber que algo errado pode acontecer; ou mesmo se desejar concretizar um plano, o operador faz uma oração, meditação, pensamento positivo ou outra forma de gerar energia orientada ao astral.

Estas forças criadas como que subissem um patamar, chegam ao plano astral e manipulam forças lá existentes, claro dentro das possibilidades cármicas de quem pediu; havendo respaldo moral para o acontecimento, lá é feita a mudança dos planos já engendrados, para que se atinjam as vontades do solicitante.
Em casos de impossibilidade de algo, o pedido quando aceito, pode ao menos amenizar o sofrimento se este for o caso; mudar carma nenhuma oferenda consegue; o que realiza quando pode é amenizar o acontecimento, ou dar forças para que se possa passar por aquele sofrimento.
Com oferendas materiais ocorre algo mais completo; os objetos “perecíveis” ao se deteriorarem, ou se queimarem têm suas energias vitais transportadas para o ar, o nada, o céu; e vão a outro plano astral; ao se concentrar nestes objetos que estarão em decomposição, suas energias ou pedidos, se fundirão a estes, indo para o plano astral e lá se dividindo, aí procurando realizar o que foi desejado.

Algumas religiões usam objetos perecíveis porque assim entraria também no fator devolver à natureza o que de lá foi tirado, levando assim à natureza etérea nossos desejos.
Viver bem é viver sob uma realidade ocultista saudável, e saber que existe um plano onde tudo acontece primeiro, e que de alguma forma se está o tempo todo manipulando estas energias; infelizmente a maioria das pessoas as manipulam em direção contraria; seria a suástica de Hitler que gerava energia negativa.

Trabalhando com uma esvástiva se pode perceber acontecimentos positivos em nossa vida.

Nós somos energia condensada como dizia a formula de Einstein, energia ativa sempre, através das células que nunca param, então podemos usar desta energia que somos, para gerar acontecimentos que nos agradem, que nos faça bem.
Porém milhares de anos nos separam desta perfeição; milhares de anos nos colocam em total abandono de nossas capacidades extra-sensoriais.
Quando Deus expulsou Adão e Eva do paraíso colocou que não mais poderiam se utilizar deste poder para realizar acontecimentos, teriam que trabalhar seu lado emocional para estes eventos.
Pior ficou quando Deus disse a Noé após o dilúvio que teriam que conversar com os anjos e não mais com Ele.
Neste ponto chegamos a ter de conversar com elementais da Natureza para que estes levem a Deus nossos pedidos; e oremos para coisa não piorar; pois quando estes elementais fecharem os ouvidos aos nossos resmungões cotidianos estaremos perdidos.

Todo ser vivente é um mago, o que manipula energias, seja em oferendas e pedidos ao astral, ou transformando milho em bolo; na culinária algo curioso acontece, ao manipularmos alimentos, estes ficam impregnados da energia de quem os manuseou; não é difícil um bolo não crescer nas mãos de um, mas crescer nas mãos de outro.
É possível também alterar o humor de alguém através do alimento; a pessoa trabalha este alimento; mas alguém sensível se sente mal, pois ele foi impregnado de emoções negativas; isto é o que acontece ao fazer magia com alimentos com fins de prejuízo a quem comê-los.
Felizmente todos têm um anjo da guarda, e este existe para que inocentes não sejam prejudicados.

Ocultismo é isto, o lado não compreendido das coisas, e que por bem devem continuar oculto para não serem deturpados; claro que existem formas poderosas e infalíveis de manipular estas energias, mas só estão acessíveis aos magos que compreendem também os riscos destas demandas; um mago branco nunca iria manipulá-las para o mal; sabe o preço a pagar.

Quanto ao mago negro; este tem poderes limitados, e um dia a divina providência o colocará diante de um mago branco; que mesmo tendo poderes menores, sua proteção é maior.

Tudo aqui é energia condensada ou não; um dia houve o Big-Bang de onde tudo surgiu, e outro dia outro Big-Bang haverá, pois, este plano de energias pesadas não mais terá utilidade para o crescimento espiritual.

VERDADES OCULTAS DO MUNDO

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A NASA, instituto de pesquisas e exploração espacial aos poucos começa a desvendar o que de há muito já era sabido em alguns seguimentos do ocultismo; a vida em Marte; aos poucos se descobre água, elemento essencial à vida, e a partir daí tudo será encaminhado para a solução do “de onde viemos? ”, mas a dúvida persistirá; como chegamos aqui? Disco voador; ou outro meio mais sublime de transporte?

Acredito que a forma mais eficiente de termos chegado a este planeta teria sido através da encarnação. Dentro do conceito de raça raiz, a primeira a surgir neste planeta teria sido a vermelha, após o desenvolvimento mental dos homens das cavernas. Sendo que mesmo estes, poderiam ter sido uma raça superior, pois do nada que era seu raciocínio, evoluiu nos sugerindo algo como ajuda exterior, ou dos céus; quem sabe a arvore da vida?

Desta evolução das cavernas surgiram os da pura raça vermelha que nos leva a outra estranha comparação.

Deus ao fazer Adão usou barro, o melhor barro para tal é a terra vermelha, Marte é conhecido como planeta vermelho; tantas coincidências não podem ser por acaso.

Após a entrada violenta de Vênus no sistema solar, e de ter destruído o planeta que estava em seu atual lugar, tirou também Marte de sua órbita, com certeza esta foi a catástrofe que fulminou seus habitantes, não podemos crer também que os corpos lá existentes na época fossem tal qual como o nosso, pois temos esta constituição física de pele e osso; certo está que a base de nossa existência é a mesma; a terra, de onde vem toda nossa sobrevivência. Marte por sua proximidade com o Sol seria inabitável a nós hoje, mas no passado, numa outra órbita esta possibilidade se tornasse viável.

Quanto à raça vermelha, estes de grande conhecimento sabiam o futuro deste planeta, e se deslocaram para leste, fundando a Lemúria e em seguida a Atlântida, seus conhecimentos os levaram para longe desta pátria inicial, deixando aqui sinais estranhos a nossa compreensão atual.

Um sinal é uma ave esculpida numa das paredes do pão de açúcar, idêntica ao desenho de Brasília, esta ave é a Íbis, ave sagrada dos egípcios; uma pirâmide encravada no centro da Amazônia que até hoje é ocultada e o mais impressionante o deslocamento de dezenas de religiões e seitas diferentes rumo ao planalto central, quase todas ligadas a assuntos ocultistas, mistérios interplanetários; Deus está presente, mas de forma mais inquisitória, sempre se pergunta a ele antes de acreditar piamente.

Ao afundar Atlântida os remanescentes estavam na Europa e foram povoando a Ásia e outros continentes, com certeza após se separarem para longas distancias os continentes americanos e europeu/asiático, surgiu o dilúvio; algo previsto por estes sábios que em centenas de arcas se refugiaram desta catástrofe; mares secaram e outros surgiram isto é simples de confirmar, em áreas desérticas de alto nível acima do mar em que suas rochas estão como que em camadas, vítimas de uma erosão aquática; e lagos salgados em locais distantes e acima do nível do mar.

Após o dilúvio iniciou-se a degradação moral do ser humano, que iniciou seu progresso tecnológico e abandonou a rude, porém perfeita cultura aos deuses e crenças que praticavam; alguns sábios deste período lançaram de diversas formas oráculos; livros sem letras, palavras. Símbolos que estão registrados dentro de nosso subconsciente coletivo, e que corretamente acessados podem ser acordados por estes livros milenares.

Estes oráculos foram muitos deles degradados pelo próprio homem, pois na dificuldade de compreensão e ganância do poder emergente, começarão a depreciá-los; mas os antigos sabendo disto permitiram a difusão destes livros/símbolos por todo o planeta, em vários formatos, sendo que muitos deles se tornaram comuns nas casas até como objeto de lazer.

A sabedoria humana é imortal, então estes oráculos sempre estavam presentes próximos a nós, e um dia reavivaremos seus conhecimentos adormecidos.

Prova de sabedoria daquele período são as pirâmides; pálido exemplo do que eles foram; mas prova fabulosa de que o homem era muito melhor do que é hoje.

Com o passar dos nossos tempos foram descobertos esqueletos humanos antigos, muitos na Ásia, mais tarde na África e aos poucos esqueletos antiquíssimos na Europa; haverá um dia, provavelmente num dia ainda distante, que encontrarão esqueletos muito mais antigos nas Américas, berço da civilização humana.

Moisés, sendo judeu, criado egípcio, interpretou o paraíso como sendo em algum lugar da Ásia, porém o paraíso foi também uma simbologia metafísica assim como o apocalipse, para explicar algo que os conhecimentos não interpretam, prova disto é que Deus criou Adão e Eva, nasceram destes Cain e Abel; um matou o outro e saiu pelo mundo para se unir a outra mulher. Se Deus criou só Adão e Eva, de onde surgiu esta mulher que não foi gerada por Adão e Eva?

O paraíso nada mais é do que um simbolismo de Moisés para a criação; o surgimento do ser vivente na terra, passando aos poucos da ficção à realidade; e a realidade de hoje é que o mundo humano está procurando Deus de muitas formas ignorantes; e em plagas que fomentam um afundamento maior do espírito encarnado. Mas aqueles espíritos já maturados e sabedores das verdades estão se agrupando e redescobrindo os oráculos, e ensinamentos milenares que são as riquezas guardadas no inconsciente coletivo.

Os espíritos vieram do céu, a terça parte caída para sofrer e aprender, porque é só assim que acontece, e aos poucos voltará para sua morada que antes era eterna.

E Deus o uno estará novamente uno e eterno.

Folhas secas

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Ah! se todo mundo soubesse muitas coisas deste mundo, tudo seria mais fácil, mais belo, mais feliz.

Se o ser humano fosse mais humano com outros seres, com outros iguais, pois também são criações do Pai, vieram do mesmo útero da mãe natureza.

Viemos para coisas fazer, e pessoas ajudar, e não somente valores somar, e não somente superioridade em outros a pressionar, somos mais que comparadores de valores, somos angariadores de angelicais valores.

Quando ao próximo pudermos ver como um igual; ai sim seremos superiores; superiores a nós quando em infantilidade julgávamos ser melhores, achávamos não ser do mesmo barro que o vizinho, o amigo, ou o inimigo.

Projetamos nossa vida apenas para a conquista externa, porem nossa conquista interna é a mais difícil de galgar, mais difícil de concretizar, então ficamos conformados com a mesquinharia das conquistas materiais, quando poderíamos muito mais riquezas ter se soubéssemos o valor real desta matéria dar.

O dia então chegará em que o homem em sabedoria entenderá dos valores reais a combinar, dos valores irreais a ignorar para assim rico em boas intenções e amigos leais ter, e não mais querer trocar, não mais abrir mão, porque ai saberá o real valor do que realmente tem valor.

Não terá mais duvidas sobre nada nem ninguém, não vacilará nem perderá oportunidades favoráveis.

Saberá onde aplicar seus bens materiais, e lucros fenomenais terá, posto que não mais viverá para a matéria, e sim a matéria que existirá para servir ao ser humano consciente.

Tudo parecem inverdades?
Parecem tolas curiosidades?
Não; é a realidade que alguns compreenderam e vivenciam; que entenderam e utilizam, e são ricos e felizes, são sábios e prósperos em sua maneira franca de viver.

Tudo é questão de ao próximo respeitar, mesmo que este seja um irracional a nos servir, a nos fazer o bem com seu jeito inocente de nos agradecer pelo que damos, pelo que fazemos, pelo que os amamos.

É a forma como tratamos o ser humano e os animais que nos faz sermos inteligentes e sábios, e não somente inteligentes.

A partir do próximo amanhecer.

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Quando o sol novamente vier me visitar.
Direi a ele bom dia.
Mesmo que farto esteja do dia anterior ter sido péssimo, infeliz aos meus planos, direi a ele.
Abrirei a janela e fitarei as árvores e os pássaros.
Sentirei a suave brisa que por acaso haja, e me sentirei feliz por mais um dia vivo estar.
Sei no fundo de mim que o que realmente interessa é isto.
Esquecer o que de mal aconteceu em meu passado para viver plenamente o futuro.
Direi também, agora sou mais sábio.
Porque de cada momento infeliz sempre se pode algo de bom tirar, e nisto sou fiel, sempre o que me valorizar procuro; por mais que seja terrível a experiência.
É o se valorizar, o compreender que algo sempre acontece para nos ensinar o que ainda não sabemos, e este é o momento de aprender algo; a sabedoria do crescer no sofrimento.
Olharei então meu vizinho e bom dia desejarei, e se eu desejar a ele será a mim também.
Pois a lei do cosmo diz, o que desejares terá em dobro, e quero hoje um lindo dia de planos e felicidades completas.
Para que não tenha mais os desgostos do passado, quando era uma pessoa de maus sentimentos para com todos.
E o que ganhei foram muitas inimizades, situações contrarias aos meus planos e nenhuma solidariedade; tudo por movimentar muita energia ruim ao meu redor.
Mas isto não mais acontecerá, vigiarei meus pensamentos e principalmente minhas palavras; para que em momentos de desgosto com a vida, não destrua o que construí arduamente.
Sei que é o conhecimento que me falta, o de entender como o verbo poderia me ajudar.
Ou me prejudicar profundamente.
Como uma palavra mal pronunciada pode destruir, e uma bem colocada ser um balsamo.
É a lei do verbo, muito mais que das palavras; o que lançamos com elas, as emoções que rolam em nosso coração, o que sentimos de nós e do mundo.
A palavra é então o veneno ou a salvação de uma pessoa desorientada, e nossa boca a via que nos envenena até mesmo a morte; porque se nossas emoções são conduzidas por ela, muito do que prezamos perdemos, muito do que construímos irá para o limbo, e nunca mais teremos o que conquistamos de bens materiais, ou principalmente pessoas.
Vou dar bom dia ao sol com peito cheio de alegria.
Não me incomodarei se estiver chovendo, ou até mesmo frio.
Quero que minha vida seja diferente do que foi ontem, quando em insana perturbação descarreguei em quem não devia o que sentia; entendendo que um dia tudo a mim voltará, talvez até mais violentamente do que lancei.
E neste desejar mudar, muito em mim se fará milagre a me fazer feliz, porque não mais alimentarei meu mau humor e de quem a meu lado estiver; somente cultivarei sorriso nos lábios e olhos para que sintam que estou diferente, estou mais gente.
Entendo também que ninguém tem culpa dos problemas que somei a meu carma, e por conta disto não devem pagar; não tem que suportar alguém que não sabe lidar com seus próprios problemas, e os impinge de maneira grosseira com olhares e palavras carregadas de um ódio que não lhes é culpa.
Sei que não poderá ser fácil; tantos anos de mau humor cultivado.
De amizades que se mantinham mais por interesse que por carinho.
Amores de quem em dependência às vezes financeira se mantinham próximas.
Agora irão se eu me mantiver no que desejo realizar.
Perderei com certeza os amigos que hoje tenho por não serem amigos de verdade.
Novos amores então terei, mas agora com a verdade e o carinho reinando em mim.
É o que desejo neste instante, me descobrir, me tornar o que sempre quis, mas nunca coragem tive.
Tentarei renascer ainda nesta existência, para que não tenha de perder este bom tempo e saúde; para em outra vida tudo isto tentar.
Por isso lindo sol que me alimenta o corpo com seus raios; que alimenta minhas boas emoções, que de agora em diante serão mais fortes; que refaz meu emocional sempre, mesmo que eu não admitisse; que é a realidade divina em nossas vidas; agradeço-lhe.
Obrigado percalços que acontecem vez por outra em minha vida, para que entendamos que tudo que fazemos pode estar errado; que tudo que nos acontece pode ser por nossa culpa ou descuido.

Quem é Deus?

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Às vezes me pego falando de Deus como se ele existisse lá acima das nuvens; outra hora como se ele fosse imaginação fértil, algo como um super herói que não faz nada, apenas existe; em outro momento Deus sou eu, és tu, somos nós; dado momento ele está numa árvore, na praia, numa pedra.
Não seria surpresa minha se eu estivesse totalmente certo ou errado, pois independente de onde ele esteja; o certo é acreditar que existe; mas também seria errado acreditar que ele está onde não tenho convicção, ter fé, crer é saber, ter certeza que o que se ouve é correto.
Eu creio que Deus esta acima das nuvens, pois é de lá que vem toda nossa energia vital, nosso poder de descoberta, lá está o sol, estrela que há milênios brilha; ele é o astro rei, Deus em matéria corpórea existente, porque sem ele; o sol, não viveríamos, as plantas não nos trariam nutrientes absorvidos do astro rei, e seríamos consumidos pela falta de vitaminas recebidas diretamente do sol.
Fez-se a luz; fez-se o sol, e enquanto ele brilhar haverá vida neste planeta.
Creio que Ele é um super herói, que somente existe, pois desde o momento que se fez homem e deixou de existir como Uno, se tornando o único em todos que somos nós.
Ele existe em abundância, mas não atua em situações salvando pessoas ou condenando encarnados perigosos, ele não atua sobre a vida das pessoas, pois quando criou o livre arbítrio colocou em pratica uma maravilhosa lei, infalível e correta para a evolução espiritual. O livre arbítrio nos deixa livre para decidir o que fazer.
Estamos presos à lei dos homens para se cometermos qualquer erro termos de pagar; mas estamos livres para cometermos qualquer erro divino, porem teremos que responder um dia por estes; a lei dos homens é falha, sempre foi e sempre será, a lei divina é perfeita, sem falhas nem barganhas.
A existência da lei divina é a existência de Deus que só perdoa depois dos erros sanados.
Também acredito que Ele somos nós; porque se Ele se fez homem como há referencia no evangelho “O FILHO DO HOMEM” então é a centelha divina que está em nós, aqui, algo que a ciência não explicaria pois é muito atrasada. Deus está em nós para que sejamos perfeitos um dia como ele foi.
Seu amor é tamanho que se submeteu à caída dos anjos e flagelo da humanidade, para superação de cada uma de suas células.
Se fez homem para ativar a vida interior deteriorada por dividas infinitamente acumuladas.
Fez-se homem, pois como tal purgaria as células infectadas, criando a partir daí a redenção infinita dos erros e falhas, para nós estes erros e falhas é coisa absurdamente incompreensível, pois é de esfera astral, esfera divina, nunca as compreenderíamos; mas existem, senão porque se fazer em células falhas, e complexa existência de erros se não houvesse necessidade de tal atitude?
Crer em Deus como sendo nós mesmos não é difícil, é só compreender como se desenrolam os acontecimentos baseados na vontade extrema que desejamos, e percebermos a facilidade em tocar nosso intimo e recuperar a magia do religar divino; fazemos nós a nossa vontade, e colocamos o Uno em nós existente como centelha divina, para fora, atuante e percebemos que somos algo mais que matéria em movimento.
Aceito a possibilidade de Deus ser uma árvore, uma pedra ou outro ingrediente da natureza, afinal é de lá que nosso corpo se alimenta, até mesmo antes de nascer, é de lá e unicamente de lá que retiramos nutrientes para mantermo-nos vivos; mesmo consumindo alimentos por demais sintéticos ou de origem animal, o inicio se sua existência é, foi e sempre será a natureza.
Deus teve sua face nas águas como diz a Genesis, então se ele se tornou natureza, sua semelhança na nova Jerusalém é uma pedra, jaspe mais precisamente, então porque não sermos a natureza em movimento; um dia iremos apodrecer debaixo da terra, e nos fundiremos à natureza, então a natureza é Deus; eu sou Deus, e todos nós somos um só, Deus.
Ele é tudo, então se ele é tudo pode ser todas estas respostas e mais uma centena delas, desde que de fundamento divino, em que não se deixe exacerbado o materialismo existente e emergente ainda nas milhares de religiões que pregam pelo mundo, onde fazem da Bíblia um livro caixa, para crescerem monetariamente esquecendo que quem está dando dízimos e doações não está tirando dinheiro do bolso, e sim colocando esperanças de suas necessidades na caixa de coletas; foi-lhes ensinado que dizimo é pagar para que Deus faça; em verdade dizimo é dar de si para Deus, agora se nós temos preço, vamos desembolsar.
Dar de si a Deus é levar amor a orfanatos, carinho a asilos, cestas de alimentos debaixo de pontes, dar sem pedir nada nem sonhar em ter recompensa, pois a recompensa desejada por um gesto de amor oferecido é o mesmo que cobrar de Deus por uma oração feita.