A NATUREZA DO CONHECIMENTO

549037_516946031688086_1744776654_n

Na doce quietude da noite, meu corpo se espanta, se move, encanta. Na paz que vem do sereno noturno, minha mente como que em transe se torna mais leve, mais afável às verdades do mundo que durante o dia são imperceptíveis.

Reluto em querer dormir, pois sinto que este é um momento de boa reflexão; sabido que no silencio noturno as mentes se transformam em ótimas antenas captadoras do cosmo interior.

Relevo nestes instantes de transcendência noturna as maldades de que fui vítima, e que fui mal compreendido. E por instantes, numa modesta forma de agradecer esqueço tais brutalidades contra minha pessoa física ou espiritual.

Torno-me apenas mais um que não dorme, mas que em silêncio movimenta energias em prol do conhecimento que vem do além, se tornam presentes em minha mente, e aos poucos em minha vida.

Sei que ignoro as notórias verdades ditas corretas pelos homens sábios no aprendizado do correto saber.

Mas afinal meu mestre não é deste plano, somente minha sala de aula que é…

Então me curvo calmo às sabedorias terrenas, apenas para não ter atrito, porém minhas verdades vêm do alto, de cima da minha cabeça, do chacra coronário, e meu corpo sente esta notável energia.

Acalmo-me e sinto leveza, um sono que se vai para dar lugar à serenidade do doce momento que se inicia. Acalmo-me, relaxo e entro em sintonia.

Observo os instantes que me trazem as verdades que sempre soube existirem. Faculto meu conhecimento em pura verdade de vida, de sobriedade moral e emocional; criando assim o salão para estudos das realidades não compreendidas, mas verdadeiras deste plano.

Ao relaxar de meu corpo em quase transe, noto que ele se sente bem e familiarizado com o cardápio do relaxamento. Como um “Q” de saber que está na hora da viagem do conhecimento.

Nos momentos que estou em minha sala particular de estudos, sinto calma deliciosa em todo meu ser, é o alpha bíblico que Jesus, o Cristo sentia no som do bater de meu coração, que é ouvido por minha mente; revejo minhas tristezas e as perdoo, revejo meus rancores e os absolvo, assim como faço com os agressores que os praticaram.

Na fase mais profunda de minha viagem sinto a presença de alguém, é meu Cristo interno que levemente se mostra; uma doce verdade que um dia se tornará realidade.

Sua existência em mim sempre foi eterna, porém me recusava admitir sua morada, coisa de ignorância inocente.  Sei que praguejava muitas vezes contra mim, mas era irá tola.

Em verdade vivenciava meus erros, e tentava de forma violenta me redimir, causando desamor a mim, na verdade nunca conseguindo.

Aos poucos noto que minha irá é perda de bom e útil tempo; um desgaste inútil de forças contra mim mesmo. E no avançar dos minutos neste estado de torpor, vejo que sou um universo; uma dádiva de grande e poderoso valor. Presente do divino que até hoje não soube corretamente aproveitar.

Refaço minha opinião dos acontecimentos e uma nova maneira de encara-las. Tentando assim de maneira cada vez mais sábia entender-me; e ao mundo que me rodeia.

Sei que não é o mundo que muda, mas sim o nosso entender sobre ele, que o torna diferente e mais acessível ou não.

Não transgrido meu modo de pensar, apenas me reservo no direito de compreender melhor certas circunstâncias não compreendidas.                        

Volto a dirigir minha vida, porém de maneira menos torturante a pessoas que convivem comigo através de minha nova compreensão. Faço por merecer o que mudei. Então me presenteio com esta nova atitude.

Por fim transformo a noite de sono que se poderia julgar perdida; em momentos de profunda reflexão, e bons atos de amor a mim; no simples sentir meu respirar passo a meditar; gesto de fácil execução que muito prazer divino traz, em alegria converte meu corpo, minha mente e espirito.                          

Sentir a natureza pulsar no corpo, ouvir a terra pulsando em nossa pele, sensível e amável.

Este é o contato com o divino, o bem-estar de estar em silencio e ouvi-lo, de estar em contato com meu corpo, meu respirar e senti-lo. Pois nosso corpo pertence a Ele, nossa mente pertence a Ele, e através desta simples atitude do meditar, sua presença divina se faz notar, e nos enriquece de benfeitorias corporais.                                                                        

No tempo que nesta atitude me empenhei, nada de meu tempo foi desperdiçado.

A noite utilizada, e os dias que na sequencia virão, serão por demais valorizados por estes momentos; minha vida em qualidade se harmonizará, porque com minha essência voltei a comungar.  Adotei há anos o mestre Jesus como único conhecedor de minha existência.  E desta forma a Ele sempre dedico alguns momentos diários.  Ouço conselhos no silencio do meditar. Escuto broncas de meus erros e as assumo, mas a felicidade dos momentos com o mestre é sempre presente.

Atitude que aconselho a quem quer crescer dentro de si, a quem quer ser verdadeiro consigo mesmo. Ter sua natureza humana valorizada por si e por outros que o conheça, é a meditação do silencio com o Mestre interior, o caminho para as verdades que não conhecemos, mas nos é cobrado. Valorize a ti, e o mundo lhe valorizará pelo que a ele transmitir. Faça de uma noite não dormida um lucro interior de grande valor.

UM POEMA FILOSÓFICO

10258846_1381617485454852_5054751443392290110_n

Belezas a nos inebriar, de fabulosa grandeza a nos presentear, purificar-nos em pensamentos, em nosso desejo de bem-estar.

É nosso desejo mais solene, perene vontade de a todos agradar, a todos festejar com simples e doce olhar, simples gesto a se fazer em carinho e afago; porém tudo que somos nos coloca além desta vontade, nos coloca em sintonia estreita com astral que nos faz bem, que nos quer bem e que é só para nosso bem se assim com ele nos compreendermos.

Astral esse que é a presença divina, a sabedoria que vem de cima, do Mestre desencarnado há 2000 anos, que vem do Mestre que nunca encarnou; mas sempre existiu em matéria.

A soberba existência do Criador que em carne se fez para no inferno da matéria se purificar, se tornar mais puro do que era; mais intenso que sempre foi.

Tudo a compreender, mesmo que os ouvidos não ouçam bem o que se deve, mesmo que a sinceridade e idoneidade não nos permita compreender; porém esta é uma grande verdade, a clausura do Pai em seu filho, para purificação e engrandecimento deste através do encarne do Pai.

Mas pouco se sabe; pouco disto se entende, visto que é complexa suposição a julgar correta, equivocada intenção de mostrar a verdade, pois ainda é cedo para esta.

Mas um dia ela será uma realidade aos curiosos que souberem explorar, que souberem ver e interpretar; estes serão escolhidos a reinar na sabedoria que a Terra vem para ensinar

Tudo que temos são apenas interjeições; coisa de louco a dizer o que não vê, a falar o que lhe vem à mente.

Porém todo louco é um gênio adormecido. Todo endemoniado fala de outras verdades, fala que sabe de outras realidades, ou mais, fala uma realidade mais real que esta.

Mais palpável e aceitável que esta; a compreensão a muitas perguntas feitas, mal-entendidas ou nem respondidas; respostas que um dia teremos que nos bater em aceitar, ou em inútil combate interior não querer esta louca possibilidade.

É a realidade a se apresentar, a verdade a nos presentear com a curiosidade que há milênios foi implantada, que muito foi debatido, mas o segredo não desvendado.

A existência da vida em Deus e a existência de Deus em nós como matéria carnal em evolução, coisa descompassada de entender; difícil de aceitar, e impossível de tomar como verdade.

Porém neste plano para nós tudo é realidade, até o que não cremos, aceitamos por faltarem provas, mas o que existe em outro plano não vemos nem acreditamos.

Não entendemos nem aceitamos por serem fabulas da carochinha a nos encantar, nos enfeitiçar; mas neste estranho momento tudo se entende como aguas claras.

Uma verdade que temos de encarar, de que somos Criação divina, e a casa desta criação, que somos prediletos do Pai e diletos senhor de suas vontades, para que através de nós estas se tornem realidade.

É o que em realidade temos de aceitar, somos a realização das vontades do Pai, que sem nós em matéria carnal nada Ele pode realizar, nada pode fazer.

Somos o ponto de apoio e ancora Dele em suas benfeitorias neste plano, também somos o beneficiado destes planos do Criador, mesmo que de forma absurda e maldosa em nosso entender.

Porque tudo que vem Dele; é para crescermos em abundância e sabedoria.

Mas muito relutamos em aceitar o que Dele vem, por não saber se é uma realidade à nossa concepção; ou uma mentira aos nossos sentimentos materialistas.

A doce carapuça do desejar ser melhor que todos; e neste melhor nos tornarmos pior, o anjo caído em devassa vontade de se superar e cometer o pecado de desejar ser melhor que seu irmão, que sua prole que sua família, pai e mãe.

Tudo isso são mentiras tolas?

Será?

Ou verdades bobas de quem está tentando se encontrar e um caminho real sem atalhos achar?

De atalhos o mundo já se perdeu demais.

Insuficiência de sabedoria todos temos; não sabemos o que significa ser sábio, o que significa ser filho do Criador e não ser irmão em luz do Cristo.

Colocando este personagem de nosso passado, muito presente como superior a nós, superior em luz e sabedoria. Porém este mesmo salvador colocou-nos que poderíamos realizar prodígios até mais fabulosos que Ele, mas duvidamos disto, duvidamos do que nos foi falado, duvidamos de nossa capacidade de conquista da vida eterna, e a possibilidade destas manifestações como disse o Mestre.

Tudo tola indagação?

Será?

Ou não?

Mas todos têm sua maneira solitária de pensar, de deduzir e achar o que mais lhe convier, ou o que mais sensato for.

E a sabedoria individual se prontifica a se mostrar, e um dia sobressairá em beleza e bondade divina.

VERDADES OCULTAS DO MUNDO

duvidas5-thumb-296x300

A NASA, instituto de pesquisas e exploração espacial aos poucos começa a desvendar o que de há muito já era sabido em alguns seguimentos do ocultismo; a vida em Marte; aos poucos se descobre água, elemento essencial à vida, e a partir daí tudo será encaminhado para a solução do “de onde viemos? ”, mas a dúvida persistirá; como chegamos aqui? Disco voador; ou outro meio mais sublime de transporte?

Acredito que a forma mais eficiente de termos chegado a este planeta teria sido através da encarnação. Dentro do conceito de raça raiz, a primeira a surgir neste planeta teria sido a vermelha, após o desenvolvimento mental dos homens das cavernas. Sendo que mesmo estes, poderiam ter sido uma raça superior, pois do nada que era seu raciocínio, evoluiu nos sugerindo algo como ajuda exterior, ou dos céus; quem sabe a arvore da vida?

Desta evolução das cavernas surgiram os da pura raça vermelha que nos leva a outra estranha comparação.

Deus ao fazer Adão usou barro, o melhor barro para tal é a terra vermelha, Marte é conhecido como planeta vermelho; tantas coincidências não podem ser por acaso.

Após a entrada violenta de Vênus no sistema solar, e de ter destruído o planeta que estava em seu atual lugar, tirou também Marte de sua órbita, com certeza esta foi a catástrofe que fulminou seus habitantes, não podemos crer também que os corpos lá existentes na época fossem tal qual como o nosso, pois temos esta constituição física de pele e osso; certo está que a base de nossa existência é a mesma; a terra, de onde vem toda nossa sobrevivência. Marte por sua proximidade com o Sol seria inabitável a nós hoje, mas no passado, numa outra órbita esta possibilidade se tornasse viável.

Quanto à raça vermelha, estes de grande conhecimento sabiam o futuro deste planeta, e se deslocaram para leste, fundando a Lemúria e em seguida a Atlântida, seus conhecimentos os levaram para longe desta pátria inicial, deixando aqui sinais estranhos a nossa compreensão atual.

Um sinal é uma ave esculpida numa das paredes do pão de açúcar, idêntica ao desenho de Brasília, esta ave é a Íbis, ave sagrada dos egípcios; uma pirâmide encravada no centro da Amazônia que até hoje é ocultada e o mais impressionante o deslocamento de dezenas de religiões e seitas diferentes rumo ao planalto central, quase todas ligadas a assuntos ocultistas, mistérios interplanetários; Deus está presente, mas de forma mais inquisitória, sempre se pergunta a ele antes de acreditar piamente.

Ao afundar Atlântida os remanescentes estavam na Europa e foram povoando a Ásia e outros continentes, com certeza após se separarem para longas distancias os continentes americanos e europeu/asiático, surgiu o dilúvio; algo previsto por estes sábios que em centenas de arcas se refugiaram desta catástrofe; mares secaram e outros surgiram isto é simples de confirmar, em áreas desérticas de alto nível acima do mar em que suas rochas estão como que em camadas, vítimas de uma erosão aquática; e lagos salgados em locais distantes e acima do nível do mar.

Após o dilúvio iniciou-se a degradação moral do ser humano, que iniciou seu progresso tecnológico e abandonou a rude, porém perfeita cultura aos deuses e crenças que praticavam; alguns sábios deste período lançaram de diversas formas oráculos; livros sem letras, palavras. Símbolos que estão registrados dentro de nosso subconsciente coletivo, e que corretamente acessados podem ser acordados por estes livros milenares.

Estes oráculos foram muitos deles degradados pelo próprio homem, pois na dificuldade de compreensão e ganância do poder emergente, começarão a depreciá-los; mas os antigos sabendo disto permitiram a difusão destes livros/símbolos por todo o planeta, em vários formatos, sendo que muitos deles se tornaram comuns nas casas até como objeto de lazer.

A sabedoria humana é imortal, então estes oráculos sempre estavam presentes próximos a nós, e um dia reavivaremos seus conhecimentos adormecidos.

Prova de sabedoria daquele período são as pirâmides; pálido exemplo do que eles foram; mas prova fabulosa de que o homem era muito melhor do que é hoje.

Com o passar dos nossos tempos foram descobertos esqueletos humanos antigos, muitos na Ásia, mais tarde na África e aos poucos esqueletos antiquíssimos na Europa; haverá um dia, provavelmente num dia ainda distante, que encontrarão esqueletos muito mais antigos nas Américas, berço da civilização humana.

Moisés, sendo judeu, criado egípcio, interpretou o paraíso como sendo em algum lugar da Ásia, porém o paraíso foi também uma simbologia metafísica assim como o apocalipse, para explicar algo que os conhecimentos não interpretam, prova disto é que Deus criou Adão e Eva, nasceram destes Cain e Abel; um matou o outro e saiu pelo mundo para se unir a outra mulher. Se Deus criou só Adão e Eva, de onde surgiu esta mulher que não foi gerada por Adão e Eva?

O paraíso nada mais é do que um simbolismo de Moisés para a criação; o surgimento do ser vivente na terra, passando aos poucos da ficção à realidade; e a realidade de hoje é que o mundo humano está procurando Deus de muitas formas ignorantes; e em plagas que fomentam um afundamento maior do espírito encarnado. Mas aqueles espíritos já maturados e sabedores das verdades estão se agrupando e redescobrindo os oráculos, e ensinamentos milenares que são as riquezas guardadas no inconsciente coletivo.

Os espíritos vieram do céu, a terça parte caída para sofrer e aprender, porque é só assim que acontece, e aos poucos voltará para sua morada que antes era eterna.

E Deus o uno estará novamente uno e eterno.