FELICIDADE

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Façamos da felicidade um cotidiano, onde não tenhamos que correr atrás, que não roguemos sua presença, que esteja por ser seu habitar.

Façamos da felicidade um sentimento permanente, mesmo que instantâneo, mesmo que momentâneo, mas eterno flash a nos alegrar várias vezes ao dia.

Façamos da felicidade a presença constante em todos os momentos, mesmo que triste seja, pois com esta presença as amarguras serão repletas de compreensão e entendimento; e não seremos apenas lágrimas de profunda amargura, seremos poço de alento a quem ao lado estiver a sofrer.

Façamos da felicidade o bem-estar do mundo, que seja só de nosso mundo, porém pode se estender ao mundo de outros, através de nossa energia contagiante.

Façamos da felicidade a igualdade dos povos, dos seres que às vezes em desconhecimento desta sublime sensação, não querem a ela se entregar com receio de serem dementes, por não se curvarem às desgraças que o mundo apresente.

Porém quem feliz é em essência; não se machuca com o que vê, simplesmente entende que faz parte do crescimento dos seres, que magoas profundas e feridas físicas são carmas, e a felicidade plena mesmo que não constante é mais que alento, é alimento que a alma nos mantem, é ver que tudo melhora se a este sentimento nos entregarmos quando sua presença sentirmos.

A felicidade é verdade que aprendemos e reside em nós, mas negamos que sustente a vida.

A felicidade é a curiosidade que nos leva a sentir Deus, a realidade eterna em nossa vida mutante de várias encarnações.

CRER E DUVIDAR

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Em tudo que achamos entender pouco sabemos, pouco nos afiançamos do que os sentidos nos dizem, é a desconfiança do tudo, de todos e até de nós.

O crer é opcional, é fatídico momento de se entregar no que acha poder ser, é ver com os olhos físicos; porém ter de crer com os olhos da alma, e estes não concordam no fundo o que vê.

Ser sábio é opção de querer crescer, ser sábio para duvidar e na procura se inteirar do que está a ser apresentado, é integrar corpo e alma e não somente os sentidos que pouco analisam; apenas coletam informações.

Ser perspicaz para não ser tolo ao vivenciar, entender e se dedicar para compreender quando indagado for por seu consciente, e na dúvida do que sabe, é melhor dizer não sei, pois que o erro será perdoado, será compreendido e não será punido por tal.

Viver em dúvida do que sabe não é errado, é cuidado, o de não em armadilha cair, pois quem tem dúvidas não erra porque não arrisca, porém, dúvida não traz lucro de crescimento, é o estudo que faz este entendimento; e nesta forma de pensar pouco se vai caminhar.

Tirar dúvidas sempre que se apresentarem, se mostrarem, pois que elas só se apresentam para nos testar o saber, o entender, e se não formos atrás destes; não estaremos nos arriscando a entender, nem mesmo a crescer.

Duvidar é conclusão, decisão, prova de que somos sábios em saber que é uma duvidosa colocação, que é proposital quem sabe interrogação; para nos testar mais uma vez, para que em vida longa que tenhamos, aprendamos a discernir o correto do incerto, a dúvida da incoerência, e só tenhamos certeza quando nenhuma dúvida restar; nenhuma possibilidade de erro se apresentar.

Temos o poder de decisão, é nosso livre arbítrio; desejar procurar a verdade ou viver na mentira, de encontrar compreensões a perguntas difíceis, ou entender que não tem solução; e divagar sempre no mesmo sentido, no sentido de se chegar a lugar algum.

VIDA ETERNA

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Acorde para o mundo das ilusões e tenha a ilusão que está vivo.Saiba como morrer com sabedoria e terás vida eterna.
Viva na obscura verdade e terás a morte eterna.
Acorde para viver a vida eterna.
Lute com garra e saberá descobrir como evitar a eterna morte.
Não de ouvidos a outras bocas, nem ame outros corações.
Feche os olhos para ver a verdade e ouça o coração para escutar a realidade.
Não faça de sua vida sua morte.
Não faça de sua morte a sua vida.
Tenha uma vida plena para um desencarne feliz.
Tenha uma morte consciente para descobrir a vida eterna.

Neste poema de complexas verdades se pode notar a intenção de mostrar que esta vida; ou precisamente esta encarnação é uma ilusão; algo como teatralização deste plano.

Acordar para o mundo das ilusões é ter consciência de que tudo neste plano é passageiro, nada definitivo; e o que fizer aqui, aqui ficará; ilusão, pois tudo que conquistar aqui não poderá ser levado; a ilusão de que está vivo é a sensação de estar crescendo espiritualmente; a ideia de que se está no caminho certo para o céu como alguns apregoam.

A ilusão de estar vivo dá a muita gente a confiança que é puro e amado plenamente por Deus, algo errado pois estão simplesmente tentando agradá-lo, e tentando conquistar a confiança Dele para galgar patamares melhores dentro do próprio carma.

O “Deus nos ama” é coloquial; Ele não odeia ninguém, então este amor é o único sentimento que nutre por nós.

Morrer com sabedoria é um acontecimento; morrer e desencarnar são duas coisas completamente diferentes; o desencarne é simples de explicar; o abandono do corpo após uma passagem por este plano; o morrer é terminar uma fase junto ao crescimento espiritual; morrer dentro do que há de pior no ser humano; o egoísmo, o egocentrismo e tudo que se inicia com ego, e não mais ter pertences de tipo algum; pertences estes que podem existir, mas não angariar amor exacerbado de seus donos.

A morte com sabedoria é procurar o crescimento ainda encarnado; chegar ao fundo do poço para aí se elevar a patamares nunca imaginados.

O fundo do poço é assumir todas as agonias e desgraças que lhe acontecem, sempre perdoando de coração aquele que lhe ofendeu; passar pelas situações mais adversas, até mesmo sem saída, tendo sempre a inabalável fé, isto é a morte com sabedoria; num dado instante a luz divina, a paz interior, o Cristo em pessoa lhe possuirá, lhe trará a vida eterna nesta encarnação; a partir daí, você terá um desencarne como todos têm, mas não estará mais morto, estará vivo pela eternidade. Isto significa que saberá os porquês de seus desatinos, e suas necessidades serão postas pelo plano astral sem esforço algum de sua parte.

Não precisará de fortunas materiais mesmo sabendo que poderia conseguir com facilidade; não mais desejará conforto desnecessário, porque seu mundo já não é mais aqui; estará com o corpo neste plano, mas terá plena consciência que lá é muito melhor; que lá é sua morada eterna e aqui só uma estação ferroviária, e que está esperando o próximo trem a partir.

Viver na obscura verdade é ter a ilusões de que este plano, e tudo que se aprende aqui são as verdades de Deus.

Na obscura verdade ninguém está vivo, se está morto; assim como Adão e Eva ficaram quando comeram do fruto proibido; morreram em seguida, mas ficaram encarnados mais 800 anos para terem filhos.

Esta é a obscura verdade, a verdade de que o que estamos é vivos; e a morte seria o esquecimento do que se aprendeu aqui, de que nossa evolução moral principalmente, tem de ser jogada num caixão para apodrecer junto com nosso corpo; achar que ser bom nos abre as portas do céu pela eternidade e pedir perdão às vésperas do desencarne nos abrirá as mesmas portas.
A obscura verdade é aquela que melhor soa aos ouvidos do pecador; aquela que não machuca a sensibilidade atrofiada, que engana totalmente; viver na obscura verdade é tapar o sol com a peneira, e assim terá morte eterna, a morte que irá superar o desencarne, várias dezenas de desencarnes, até que um dia numa encarnação, queira esclarecer esta verdade obscura, e então a morte eterna terá fim.

Acordar para viver a vida eterna é saber que seu encarne é prisão, para que saiba e possa descobrir um novo horizonte, e passar a sentir a vida eterna na veia de seu corpo espiritual; o Cristo é a vida eterna, e ele está dentro de cada ser, sempre esteve e sempre estará; Ele é a vida eterna, e nele que temos de viver; Ele é a união e a ramificação celular nossa com Deus.

Lutar com garra é procurar sanar seus erros e falhas, evitando a todo custo os mesmos deslizes desta encarnação e de anteriores; procurar humildade ao sofrer, não culpando terceiros e nem Deus, mas se arrepender de estar passando por tudo isso por sua culpa mesmo; erros têm de ser pagos um dia, e tu estás pagando agora.

Agradeça a Deus pela pesada cruz que carrega; se Ele lhe deu este peso todo, é que confia em você para esta tarefa, então abençoe seu sofrimento porque o Pai sabe que és forte para esta tarefa, e está fazendo grande honra ao Criador; desta forma saberá e já estará a meio caminho de descobrir a vida eterna.

Ao entrarmos em contato e acreditarmos nas inverdades religiosas que aqui se pregam nos distanciamos de Deus, tornamos esta vida eterna, eternamente distante.

O saber de Deus só começa com os ensinamentos vindos da Bíblia, e se completam com os ensinamentos vindos de dentro de si; porque a sabedoria guardada e abandonada dentro de nós é imensamente maior do que os da Bíblia; a palavra é só um pálido livro sobre Deus, enquanto nosso interior é Deus.

Então deixe Deus se expressar através do Cristo interior e as verdades Bíblicas serão palavras profundamente compreendidas.

Ouvir mestres espirituais encarnados ou desencarnados é o início de um aprendizado, porém com o passar do tempo temos que abandonar os mestres encarnados, e um dia seremos abandonados pelos desencarnados que não mais nos instruirão; durante algum tempo seremos só nós no mundo da fé, um teste para provarmos nosso valor, até que um dia como disse Jesus, uma lamparina se ascenderá e todos quanto perto estiverem, saberão desta luz, e muitos desejarão esta claridade, isto quer dizer; não mais terá mestre espiritual, porque serás um mestre ordenado e assistido pelo Cristo em pessoa.

Não faça de sua vida sua morte; ou seja, não estrague conquistas anteriores fazendo aquilo que o coração condena, não desmanche o que levou encarnações para conseguir; lutas conquistadas não podem ser desmerecidas, pois tais conquistas são importantes, evitando novos erros pretéritos além de atingir a plenitude emocional coerente, poderá evitar atrasos por vezes seculares em se chegar ao Cristo interior: assim como não devemos nos apegar de maneira tola a bens materiais, isto é fazer de nossa morte a nossa vida.

O apego material é a concretização desta morte em vida; ficar preso ao plano terreno mesmo após o desencarne; dar valor exclusivamente ao que o poder consegue; o poder que é em verdade sem valor frente à sabedoria infinita.

O apego à matéria é a escravidão do espiritualismo vazio, daqueles que não tem verdadeira fé em Deus, ou não pretendem ser arrebanhados pelo Cristo interior; o materialismo é o freio ou até a ré dos seres encarnados.

Desde nosso encarne nos preparamos para o desencarne, então temos de levar uma existência plena, regrada nas verdades de Deus, para uma passagem feliz.

O desencarne é nosso cotidiano, não a obscuridade que nos engole, nem o caldeirão incandescente que nos consumirá; apenas o abandono do corpo para uma reciclagem espiritual e nova etapa para o crescimento.

Então temos que nos preparar para este dia de forma sábia e saudável emocionalmente; pois assim como uma criança chora pelo trauma ao encarnar, nós temos de evitar o mesmo trauma ao desencarnar; em se fazendo desta forma teremos um desencarne consciente, para um dia podermos saber das verdades reais da vida encarnada e desencarnada.

Em verdade tudo isto é uma pálida ideia dos mecanismos reais a serem usados, para se chegar à plenitude do Cristo interior; ele está vivo, e existe em todos nós.

Jesus de dois mil anos atrás nos trouxe o seu Cristo, e com autorização expôs toda a verdade rumo à conquista individual da consciência divina, aquele Cristo nos disse muitas coisas, as mesmas coisas que o nosso Cristo pode dizer; pois é um só, devemos abrir os ouvidos ao nosso interior, mesmo que não ouça nada de seu interior mais puro, que é parte integrante do Pai, ele saberá que queres a verdade, então esta verdade surgirá à sua frente de um modo ou de outro.

Procurar o Cristo interior não é somente olhar para dentro, é olhar para cima, para galgar patamares de devolução mais sábios e conscientes.

FELICIDADE

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Ah felicidade, que de lugar algum vem, que dentro de mim está, é tudo de maravilhoso sentir, tudo de gostoso a não oprimir.

Ah felicidade que a qualquer hora me toma de supetão, faz-me pular de alegria, de euforia sem nada em verdade ter de motivo a agradecer, apenas a sinceridade que vem de mim e em mim mora, apenas a vontade de ser do bem, muito além do que o mundo possa compreender, muito além do que a humanidade possa ser, pois é a felicidade que vem de cima, muito acima, lá de dentro de meu ser, que em prazer só quer estar de bem; só quer ser do bem-estar, e do querer o bem a quem de mim se aproximar.

Tudo isto é felicidade a contaminar, a nos fazer o bem, a nos glorificar junto de quem é responsável por esta alegria imensa, junto de quem é tudo de amor e verdade, tudo de bem-aventurança e prosperidade interior.

Eu mesmo, que em sabedoria infinita, sabedoria que está no espirito, posso me apoderar deste bem-estar, e me fazer feliz por ser coerente com o que sei e aprendi; ser complacente com quem não entende, com quem não me aceita, ser carinho e caridoso com os menos afortunados de boas emoções, ser ouvidos a quem tem o que lamentar sem me envolver; ser ombro de quem tem a chorar sem repartir lagrimas em solidariedade, apenas o ombro e ouvir, para que possa em outra ocasião ter meu emocional equilibrado, para que outro tristonho em pesadelo carnal ou espiritual possa em mim suas tristezas descarregar.

E tudo isto é felicidade, ser bom e fazer o bem, felicidade que de dentro vem, sem promessas, sem obrigações, apenas a vontade de ser mais de mim que de outro, mais ser de meu prazer espiritual do que prazer puramente carnal e material.

CINCO MOMENTOS DE AGONIA, SOLIDÃO E DECEPÇÃO.

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-I. Não sei se sei o que fazer da vida em momentos de aflição, é a sensação de tudo dever terminar, não sentir futuro, nem mesmo o passado que tenha sido bom neste momento de revisão.

Não sei se saberia recomeçar, se conseguiria aceitar o que até hoje com dificuldade concordei; se faria de tudo novamente para ter o pouco que conquistei.

Não sei se valeria a pena me atirar, me prostrar frente aos desejos do tal Criador, visto que pouco senti de sua presença em mim até o momento.

Não sei se oraria infindáveis prólogos em sua homenagem, para sua satisfação, posto que a minha é determinação de conquistar e não agradar simplesmente.

Não sei se saberia tudo refazer, se bem que nem sei porque fiz, quem sabe de outra feita possa compreender do porquê tanto sacrifício que pouco em mim resultou, pois me sinto mesmo inútil ser que procurava a verdade, e esta não sei se encontrei ou reconheci.

 

 

 

-II. Tenho vontades; mil necessidades, desejos contidos que não saberei se um dia exporei.

Tenho porque a serem sanados, perguntas a serem respondidas, e não creio que as tenha antes de minha passagem.

Tento encontrar comigo mesmo tantas vezes e acredito quem já o tenha feito, e não me reconheci, porquanto sou muito diferente do que vejo no espelho; muito além do que imagino ser.

Faço por merecer bom grado quando me entrego em sacrifício físico ou espiritual, na procura do que possa me satisfazer, e única consequência é desgaste a meu corpo ou decepção em minhas orações.

Se tudo faço errado porquê por aqui estou, porque em minhas carnes ainda hábito; será que este é meu pior penar?

Será que é o desejo d quem de mim tem birra e pirraça faz até que me entregue prostrado em sangue?

Ou é o tal carma que nunca soube compreender, jamais saberia explicar e devo viver até meu último dia?

 

 

 

-III. Na solidão cada um recebe seu quinhão, de sabedoria ou abandono, de alegria ou agonia.

Na solidão sentimentos afloram, em beleza e formosura ou desespero de não futuro.

Solidão é procura insana do intimo que não encontra, do desejo que se foi e não sabe para onde; ou a meditação feita sem posição corporal, simplesmente se entregar a si sem medida.

Solidão da vida ou na vida; estar só ou se sentir só; tantas possibilidades a nos enriquecer ou empobrecer, basta que saibamos o que procuramos em nosso silencio; e quando esta abandonarmos um tesouro poderemos ter trazido.

Ou não.

 

 

 

-IV. Magoas na vida temos de monte, sentimentos fortuitos a nos assolar, e no abandono a esta muita coisa perdemos se não soubermos nos controlar.

A lagrima que corre sem ser impedida, o sorriso sem brilho e os olhos que não brilham mais.

Verdades que procuramos, e que não achamos ou o que encontramos não nos faz bem; mas é vivencia a ser compreendida, sabedoria a ser adquirida.

E nas tantas viajem a si mesmo, muito podemos trazer, de verdades absolutas deste momento, ou mentiras descobertas sobre nós mesmos.

Viajamos mui tristes em nosso íntimo, porque fora de nós nenhuma pode ser tão melindrosa por encontrarmos só abandono do que não mais precisamos e esquecemos de esquecer.

 

 

 

-V. Tudo vai de nosso bem querer ou querer entender; porem nem sempre aceitamos o que vimos duvidamos.

Nosso intimo que se mostra como não gostaríamos e nos faz odiarmo-nos; flagelarmo-nos na procura do suicídio intimo impensado.

Mas nada se pode fazer, assim somos, e assim devemos ser, até encontrarmos com amor o que possa nos mudar interiormente.

É o crescimento que viemos procurar, trazendo tranqueiras do passado a nos aprisionar aqui por muitas encarnações, se não soubermos e quisermos verdadeiramente tudo aquilo abandonar.

A vida então se faz bela se soubermos com tudo isso viver e aprender, ou podre em essência se trancarmos os pés em todo este turbilhão de momentâneas verdades interiores.