OLHAR ANALÍTICO

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Muitas coisas durante o dia vemos; porém pouco entendemos do que notamos, pouco sabemos do que deduzimos, e pouco saberemos se for perguntado.

Por que então tanta informação se muitas nos passam despercebidas? Passam-nos de brancas sensações se tudo é importante neste plano, será que sou tolo demais em ver algo óbvio ou sábio demais em ver coisas tolas?

Será que tudo que acontece nada tem a ver comigo; ou tudo tem a ver e eu não me dou conta? Muitas vezes somos pegos desprevenidos por fatos que parecem corriqueiros, mas nos chamam a atenção; coisas tolas que não deveriam incomodar; mas nos incomodou e não sabemos porque, não entendemos de onde vem tal preocupação; talvez um motivo para nos irritarmos com o que nada tem a ver conosco; e estamos a lutar e relutar em torno do tal ocorrido, da visão tida.

Somos como marionetes manipuladas por energias astrais que estão em toda parte; sensíveis a tudo que acontece, mesmo que não seja conosco; mesmo que não tenha nada a ver com nossa vida, mas na verdade se olharmos e nos prendemos neste fato, algo tem a ver com nós; algo temos de aprender, mesmo que inconscientemente; temos que de alguma forma manipular aquela visão, aquele acontecimento para enriquecer nosso conhecimento interior.

Achamos tolas tais situações; nosso espirito não vê coisas, as sente, e se é benéfico ao conhecimento etéreo em nós, e esta carga a mais de conhecimento não é desperdiçada, e sim monitorada e encaminhada para análise do porquê nos prendemos a tal dado.

E muito tempo que se passe não importa; esta informação armazenada será utilizada de maneira despercebida, em benefício de algo que estamos a fazer ou passar, é experiência, é visão, é sensação, tudo num misto que só nosso espirito sabe para que e como guardar, tudo é registrado e somos laboratório constante de todo este mister, somos o contato espiritual neste plano, e daqui são coletadas e derramadas todas as experiências que se processam no astral, em nosso corpo mental, todo conhecimento que o Cristo interior quer que tenhamos para podermos nos entender um dia, e possamos saber de verdades que são fragmentadas, que precisamos de mínimos detalhes do mundo para formar este intrincado quebra cabeças, mas que no final é sábia figura de milhares de detalhes, concepção de nossa realidade.

Tudo sábia formação de “nossa parte” a designar detalhes que fará em nós, espíritos em evolução.

Deturpações da Biblia.

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Muito tenho a dizer, muitas coisas a meu ver sérias a declarar, porem sei que serei punido por afrontar aos doutores da lei divina, aos que se dizem mestres, porem nada do que está escrito realmente sabem dizer, e não procuram a verdade divina a propagar, sem os dotes financeiros frente a estes colocar; infelizmente uma verdade.

Deus é monetariamente consumível, e o Cristo é barganhado e não levado com a seriedade que deveria, pois os que se dispõem a discutir seriamente tudo que de Deus vem, são consumidos ou passam a consumir da maquina dos bens materiais, são engolidos e então procuram benefícios que a Bíblia a olhos vistos não dá, se veem no direito de fraudar a palavra sem tocar em nenhuma letra, se dão o direito de dizer que as verdades lá expostas estão corretas e ninguém pode a eles afrontar, e se o fizer a punição com certeza de cima virá; é a pobreza que se estampa nos tais senhores da lei, o de dizeres que estão cobertos de uma razão que nem eles mesmo acreditam, o poder de desejar ter poder, e procurando o aval divino na palavra bem explorada, tem todos a seus pés, infelizmente é a verdade que permeia o mundo por estes tempos, o de se entender como um divino milagre a  substancia monetária acumulada, os bens multiplicados e muitos inocentes, necessitados de uma palavra de verdade, alimentados a todos que mentem com a Bíblia na mão.

 

Pensamentos para o dia, sabedorias para a vida.

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Tudo quanto duvidas é lampejo de aprendizado, vontade de um segredo a mais ser desvendado.

Quanto mais souberes de ti mais duvidarás, porem mais quererá saber e mais aprenderá.

De todas as verdades as que mais aguçam são as que não conseguimos responder, por não nos ser permitido por falta de conhecimento ou despreparo de nosso interior no momento.

Na procura do interior sábio nos perdemos em divagações, uma perda de tempo, ou o caminho já sendo trilhado?

Tudo em nós é realidade a ser desvelada, obscuridade que mantivemos por encarnações a serem agora desvendada; pois esta é a hora de tudo isto se integrar aos conhecimentos compreendidos.

Tudo que de seu interior venha em flash é verdade absoluta a ser anotada e compreendida; é o mestre interior a ensinar, a orientar.

Em tantas contradições nos perdemos, em tantas inverdades nos lançamos, porem no final tudo é compreendido e o inútil lançado fora; porem em todas as situações alguma lição deve ser aprendida.

Detemo-nos muitas vezes a pensar como fazer como realizar, porem não nos lançamos no começar para perceber se os planos são reais ou sonhos a nos mistificar.

Grande é nosso poder, pequeno nosso saber; e nesta colocação perdas irreparáveis cometemos no transcorrer de nossas existências.

Se muito sabes, tudo deve repassar, porquanto não lhe foi dado sabedoria para ser levada a tumba.

É grande o poder do Supremo, é grande o desejo em ter este poder, mas não somos sábios para merecer um décimo de tudo quando poderíamos almejar.

Tudo tem um porque e um pra que, e nestes enigmas nos perdemos, ou nos achamos se formos sinceros com a sabedoria universal.

É a intenção, a verdade a comoção, sensações a bater fundo, a balançar o entendimento dos que não sabem pensar coerentemente.

Procurando sempre encontraremos, encontrando sempre entenderemos, e se nada fizermos nunca nada seremos.

Uma luz, uma verdade, a realidade do saber viver, a compreensão deste mundo a nos manter, o desejo de um dia dele sair, porem o momento é sempre indesejável por ser com dor e sofrimento, por uma doença a nos sucumbir.

Tudo aqui é invariavelmente planejado perfeitamente, tanto que nosso carma é sempre lançado a nos redimir, embora não saibamos a oportunidade aproveitar.

Acompanhados sempre estamos por quem nos foi designado, o anjo da guarda a fazer nosso carma cumprir na proteção que devemos ter, no entendimento que devemos manter, para no dia da partida ir sem nada temer.

Facetas do mundo procuramos compreender, porem nosso entendimento é diminuto, pois o que aprendemos no passado tivemos de esquecer, por não serem entendimentos corretos.

A procura de Deus por toda parte, mas nunca localizado por não estar em pessoa em local nenhum, somente em nosso intimo ele se mostra e prova ser quem é.

É a fantasia do poder, do conseguir pra mais de ninguém precisar, é o conquistar arduamente para um dia tudo aqui abandonar.

Amemo-nos insistentemente, mesmo que não nos achemos dignos de tal, só assim seremos salvos pelo Cristo que em nós existe.

Da fé nada a acrescentar, pois que é a realidade que nos mantém, a certeza que nos retém na vida correta, o insistente pensar que tudo pode mudar e assim acontece se neste sentimento nos mantivermos.

Porem do amor sempre algo mais a dizer, pois que é infinito, é completo e insinuante ao nosso poder de amar ao próximo e a nós que é o Cristo.

Tudo é poder neste plano, tudo é amor no plano acima, e temos neste entendimento viver procurando o que lá tem valor, pra valorizar o que aqui tem.

Acreditar, viver, amar, sempre entendendo que somos uma parte do Uno, a realidade que concebemos e temos de aceitar, a invariável possibilidade de Deus em nós ser existente.

Tudo finda, desde os sonhos mais lindos, às mentiras mais absolutas e os desejos mais sublimes, porem a verdade divina não muda jamais, se transmuta em nosso conceito, em nosso entendimento, mas continua a existir sempre.

No amor nos perdemos por querermos assim viver, na existência nos acomodamos por não saber de outra forma viver.

O falso

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Facilmente falo de Deus, porem pouco penso nele.
Facilmente sou fiel a sua pregação, mas pouco faço em atitude.
Facilmente o defendo perante outros, mas pouco creio em suas verdades.
Facilmente rogo a ele por algo a mim, mas pouco faço neste sentido.
Facilmente sou interpelado sobre minha verdadeira crença e pouco sei de ser realmente crente.
Facilmente reclamo da vida a ele, porem pouco faço para muda-la.
Facilmente me dou em caridade à obra de minha igreja, porem nunca a outrem.
Facilmente me sinto perdoado por Deus, porem logo em seguida novo erro cometo.
Facilmente oro a ele, porem amaldiçoo os que não o fazem.
Facilmente falo das verdades a muitos, mas minto a todos sobre mim.
Facilmente sou sincero e honesto para com meus irmãos de religião, mas somente com eles.
Facilmente sou dedicado a ele, porem sei no fundo que sou adorador do que eu acredito; e o que eu acredito é o que só faz bem a mim, ou aos olhos de quem me vê; sou falso em tudo que disse e nunca amarei a Deus verdadeiramente, pois aos seus filhos renego e a sua caridade só penso em bem estar financeiro; ou que me olhem a fazê-la.
Sou também por demais demagogo ao dizer que amo, oro e idolatro, pois que o único que idolatro é aquele Deus que mantêm meu dinheiro, e os amigos que possam me fazer favores; é aquele que me deixa frequentar bordeis, botecos e jogatinas, pois este é o que amo, porem tenho que fingir amar outro para não ser criticado.

Administração dos bens

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O poderio armamentista que existe hoje, é fruto do medo que o ser humano angariou em centenas de séculos, é o receio de suas “coisas” serem tomadas a força, receio de sua vida ser usurpada violentamente, porem o ser vivente que muitas vezes se chama homem não nota que a única coisa que ele consegue é se afastar da paz, exatamente procurando se defender da guerra, tem-se a impressão que ele não quer a paz, e sim a guerra velada, a violência interna que o está permitindo viver, é o prazer mórbido em ser mais um suicida através das mãos de outrem. Não saber como se defender é uma tolice se armando, é uma incoerência mostrar que tem riquezas materiais para se defender, coisa que atrai mais os que querem ataca-lo.
A vida não é do se defender do mundo, é do se aproximar do mundo, porem este mundo mais longe esta do povo que aqui quer viver, quer em paz fazer o que de seu arbítrio é possível.
A paz não é externa, a paz que todos procurariam se o tal materialismo não os cegasse seria interna, porem esta paz interna esta ofuscada pelo medo, receio e preocupações mil de seus bens materiais, que enfim não nos pertencem também, nos foram emprestados pela divina providencia, e nesta verdade que ninguém admite, um dia estes bens nos serão tirados das mãos, pois temos apenas que administrar para o verdadeiro dono, e um dia seremos empobrecidos materialmente por não haver mais necessidade desta administração; ou porque não soubemos administrar cometendo erros mortais contra seu verdadeiro dono, ou porquê nos será incumbido valores mais interessantes a cuidar, este é o crescer que todos deveriam procurar, o de não precisar se preocupar em resguardar o que nunca foi e nunca será seu, apenas  somos um mero cuidador destes bens.
Enfim, por que lutar pelo que não nos pertence e sim a Deus ou a divina providencia?
Temos que viver e sermos felizes por ter o privilégio desta salvaguarda do que a Deus pertence; e não protegermos até com a vida e armamentos aquilo que um dia irá para longe de nossas mãos, sem que possamos nada fazer para impedir, é o entendimento do perder para aprender, do não ter para se enriquecer, visto que o pecado é não ser rico em bens materiais, mas sim suicida em potencial destes bens, visto que eles nos matarão a espiritualidade um dia.
Ter bens não é nosso erro, nosso erro é morrer por estes bens.