O prazer de ser feliz

Zalеvskij75 - 91

O prazer de ser feliz é a alegria de a todos encantar, o de todos em nós ver a felicidade, sem maldade, sem indiferença, só igualdade; o bem estar a passar, a despertar o amor fraterno que todos devem cultivar; desejar o bem estar mesmo que tenha com algo ruim a reclamar.
O prazer de se feliz é se fazer feliz aos que lhe procuram, não dizer não se puder fazer, é não recusar se puder doar, viver em paz consigo, com amigos e sem amaldiçoar os inimigos.
O prazer de ser feliz é nunca sentir que vai morrer, que sempre e para sempre irá viver, é não querer ver ninguém desanimado, indo rápido ao socorro para ajudar, auxiliar e se dar em felicidade que sempre transborda.
O prazer de ser feliz é sempre esquecer o que de mal aconteceu, o que de ruim nos fez entristecer; e não mais desejar se lembrar; é perdoar a vida pelos acontecimentos mal entendidos e agradecer pelas experiências vindas destes mal entendidos.
O prazer de ser feliz é sentir que Deus nos ama, que não nos abandona, que nos protege; nos guia mesmo que não aceitemos; que nos acolhe, e que está em nós todo sempre.

Testamento aos amigos e inimigos

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Aos amigos e conhecidos, deixo paz, amor e alegria, um tanto de esperança e outro de orgulho em tê-los conhecido, também deixo tudo de bom que passamos juntos, tudo de maravilhoso que fizemos para nosso bem estar e de outros que a nosso lado nem mesmo fisicamente estavam, pois sempre achamos que o amor ao próximo, mesmo que não esteja tão próximo, é a melhor coisa a fazer e deixar a humanidade.
Deixo também esperança que tudo que tenha acontecido de bom, se repita mesmo em minha ausência continuem; pois foi nosso pacto de amor fraterno que tudo continuasse após a partida de qualquer um que fosse.
Por fim, deixo o que mais preso a felicidade em ter conhecido a Deus através de vocês e dos planos que arquitetamos e realizamos, sei que ele, grandioso onde mora, se orgulhe de mim e de todos nós também, porque nunca descumprimos seus sábios mandamentos, suas regras rígidas porem corretas.
Para os que não considero inimigos, porem me consideram seu inimigo, deixo minha tristeza por me tratarem da forma que me trataram, embora tenha certeza não ter colaborado nesta intenção de ter vossas inimizades.
Sei que não agradei a todos, nem intuito disto tive qualquer dia, queria apenas ser eu mesmo, a humanidade que vive próximo a mim, e acredito que fui o melhor que pude ser; porem a alguns não agradei, fazer o que. Nem o mais sábio dos homens foi quisto por todos, mesmo hoje ele é repudiado.
Desejo aos que não me consideram amigo paz e harmonia dentro do que consideram paz e do que consideram harmonia; e agora faço um pré-conceito, o de que ninguém consegue ser realmente feliz, e em paz na vida se não souber a verdade das leis do Criador; não saberia nunca o que é ser verdadeiro, não saberia o que é uma feliz e sábia criatura vinda do Pai.
Deixo então para os meus “inimigos”, carinho e sinceridade de sentimentos; não pude fazer nada por vocês por não poder me aproximar sem as tais suas pedras nas mãos, mas saibam que meu peito sempre esteve desarmado, sempre fui carinhoso em relação a seu repudio; e no momento de minha partida, do lado de lá; estarei a olhar por vocês mais que a meus amigos, porque estes já tem quem os receba no dia de sua partida, enquanto que infelizmente, por seus corações duros de emoções, de maldades que vi muitas vezes praticarem, não terão amigos de luz a recebe-los, e sim amigos das trevas, o que infelizmente sei, não poderei fazer nada para evitar.
Um carinho a vocês mesmo que em palavras, porque em ações e atitudes seria eu por demais criticado ou até mais.
Que o momento de vossa partida, um dia, seja de lucidez do que fizeram de errado; e por um instante, o instante final, peçam perdão mesmo que seja só a seus olhos serrados pela morte que chegou.