A DELICIOSA DOENÇA QUE SE CHAMA PAIXÃO.

247522_636468146368106_1466332009_n

A paixão é uma doença deliciosa, com efeitos colaterais fantásticos; e no tratamento que se deseja jamais terminar; o carinho com que se é tratado, a vontade de dosar corretamente os medicamentos que manterão o adoentado com saúde, porém cada vez mais dependente.

Nesta vontade de dependência se procura múltiplas formas de dosagens, porém todas as maneiras levam ao que se mais deseja, ficar cada vez mais a mercê de quem quer de nós cuidar, e na reciprocidade do carinho recebido, fazemos o possível e impossível para agradecer, sempre da maneira mais carinhosa e às vezes uma vontade quase violenta de se empenhar.

Esta doença chamada paixão pode também evoluir e se tornar amor, muito mais densa e permanente, com meandros complexos de tratamento e possível não cura, mesmo que o vitimado queira desta se ver livre.

O amor progride e consome o ser, dando mais força interior e eliminando qualquer tipo de stress, demonstrando serem seus efeitos colaterais mais profundos e irreversíveis que a paixão.

A cura pode ocorrer futuramente, quando o vitimado deixar de ter paixão ou amor; porém traz carência e dificuldades de reabilitação; portanto haverá dependência em alto nível a quem passou ou passa por tal situação.

Durante a convalescência da paixão o ser pode ficar com olhos brilhantes, calor do corpo intenso, mãos soando, arritmia, constante descontrole erétil, mentalmente dependente em uma só finalidade, e quando encontra a razão desta dependência um descontrole físico e emocional, onde perde a noção das palavras e o corpo sem controle se entrega em desvario que chega a ser perigoso, pelas possibilidades de pequenas violências e entrega de si sem dosar consequências.

Paixão e amor são constantes neste mundo, transmissível por olfato, saliva, secreções seminais, e olhar perturbador; seu tratamento deve ser continuo; porém dependendo do grau que atinge é irreversível sua cura.

Se entregue a estas deliciosas doenças, que só fazem bem ao corpo mente e espirito; ao mundo que muito precisa se descontrolar neste destruidor sentimento que corrói tudo que de ruim existe.

Seja feliz em ser mais um doente incurável, que precisa de cuidados eternos, e jamais desejará estar são; porque estar apaixonando ou amando é a sina mais desejada de quem verdadeiramente se ama.

O NÃO PECADO

ererer

Sexo não é pecado; mesmo que em entrega por gosto sem amor.

Não é errado, mesmo que sem sentimento profundo pelo outro ter.

Não é vergonhoso se na carência procurar se resolver.

Ou na vontade de estar com alguém que nos possa suprir.

Sexo não é pecado se não for usado como ganha pão; se não for utilizado como vingança ou humilhação.

Sexo é saudável se der vazão à boa emoção; se trouxer doce sensação; ou acalmar o coração de carinhos que o corpo precisa.

Vontade de sanar o vazio que a vida traz; forma de ser de alguém, mesmo que dure pouco, que seja rápido, mas que eleve o emocional.

Sexo é sensacional para viver em paz com o mundo, não é vergonhoso se souber administrar seu interior, é maravilhoso se compreender do porque existe, e delicioso se naquele instante deixar de ser individual.

Sexo é criação divina também; relacionamento íntimo com alguém; vontade de ser alguém a outro que nos quer bem, mesmo que este não nos leve muito além daquele instante; porque o que realmente importa é o equilíbrio emocional, se nos faz bem ter relação sem compromisso assumido, que mal tem.

Se nos cai bem assumir um amor eterno, melhor não tem; porem se nada disso for possível, mas uma descarga de emoções por absoluto prazer sem compromisso, mas com sinceridade, honestidade, e igualdade, e nosso coração assim permite; que mal tem?

Sexo é prazer físico e emocional, complemento de nosso íntimo ser, com outro que nos faça bem; ter junto ao corpo a química deliciosa e ativar secreções boas ao corpo; porém não sofrer para estes momentos ter; não se submeter sem lucro emocional levar, sem amor próprio poder aplacar.

Sexo é se entregar, ser feliz, que seja por alguns momentos, fazer o corpo vibrar, entender que somos universo individual, porém com vontades a serem compreendidas e completadas.

Sexo é viver bem consigo e com o mundo, e mesmo que não tenha um amor permanente, que seja um constante que traga felicidade; não nos veja com maldade, ou queira em nós só prazeres sem profundidade.

Sexo é também amor, se amar para se dar em delírio de prazer acreditando merecer; não é leviandade se for para carinho produzir de coração; não é prostituição se a única coisa a cobrar é sinceridade; não é vergonha se entender que a vida tem também a presença divina nestes momentos.

Sexo é a vitamina da vida, o tantra que leva a Deus, a Kundalini que traz a vida eterna; o remédio que revigora todo o corpo; que libera ácidos essências e elimina toxinas; rejuvenesce e faz o mundo ser mais amado.

Produz sensações de profunda afeição a quem não conhecemos, e milagres em dores e doenças existentes; o santo remédio ignorado pela humanidade; a pedra filosofal do bem viver.

Sexo é prazer individual adquirido com outra pessoa, não precisando depender de ninguém para manter esta deliciosa sensação; não necessitando estar ligado, se a moral implantada desde infância não exigir; e trazendo todo bem-estar do momento que foi passado se precisar de um estimulo a mais; sentir no corpo por muito tempo os prazeres e vibrações de um sexo bem feito, sem receio e com carinho.

Esta é uma exacerbação do sexo sem amor? Não; é uma sublimação do sexo pelo amor próprio, pelo desejo de estar vivo mesmo sozinho; de se sentir merecedor das boas alegrias da vida sem obrigatoriedade de pertencer a alguém; entender que se pode ser feliz sendo dono de sua existência.

E tudo neste mundo individual, deve seguir sempre a mesma lei básica, nos fazer feliz, e se assim formos verdadeiramente, tudo é possível se não ofendermos ao próximo.

O INFERNO EXISTE

drogas

Drogas que envenenam o corpo, que sufocam a alma, que adormecem o espírito, necessidade de o inferno do mundo visitar; de tudo conhecer e se enfrentar no que seria a guerra mais violenta contra a fé, que se tornou nenhuma; é a vontade de se destruir e a todos quanto a si se dedicaram, e neste se entregar tudo vai; desde o corpo bem cuidado, até a cabeça bem feita que com muita alegria cresceu com sã sabedoria, se inteirou dos males do veneno das drogas, porem é necessidade da visita ao inferno em vida, preciso saber o que se é; para poder se entender em outra vida, se não conseguir voltar deste sepulcro em vida; adquirir doenças poderosas que destruirão o corpo sem explicação em existência futura, entender que é um nada, ou a necessidade de saber que é um nada antes de assumir seu tudo, ou antes de descobrir que tem de ser um tudo ao mundo, ao seu mundo, ao mundo dos que a seu lado conviverão, e ao mundo de Deus, para onde todos caminham.

O veneno que destrói também constrói pessoas de boa índole a querer ajudar, corações que sem merecido respeito se dão, corpos que cansados de lutar contra males de outros não se entregam, e na luta acreditam que estão fazendo algo para este alguém; e estão mostrando que mesmo no inferno que vivem; alguém quer ir até lá e tentar dar-lhe a mão para de lá sair, porem as portas deste inferno estão fechadas, ou fresta pequena por onde alguns podem passar, e quando este infernal local se tornar insuportável, o corpo deste já não precisará mais de ajuda, somente dos amigos piedosos que do outro lado estão; e souberam que este bravo guerreiro não venceu a luta que se propôs lutar, não derrotou o inimigo que lhe afrontou através de um “amigo”, e que na curiosidade se entregou para nunca mais ser dono de si.

A desgraça que o encarnado se comprometeu experimentar, que deveria por algum motivo conhecer, quem sabe o poço que cavou vidas e vidas atrás, e que agora foi o momento de experimentar do amargo sabor dos infernos terrestres, de seu inferno interior; é o ser que se entregou porque tinha como missão esta provação, e se não se entregou à senhora de negro por suas próprias mãos, ainda poderá ser salvo numa próxima vez.

Pregando o Cristo

250-biblia

Será que já pregamos Jesus o suficiente há 2.000 anos, ou ainda dá pra prega-lo mais um pouco?
Será que já o flagelamos o suficiente naquele tempo ou podemos surrar seu nome mais um pouco com retornos monetários desta vez?
Será que já o humilhamos o suficiente através dos soldados romanos, ou dá pra usar seu nome ainda em projetos carismáticos que só beneficiam a quem já tem muito dinheiro?
Será que o surramos o bastante ou podemos ainda mais um tapinha pra surgir mais algumas moedas?
Neste ato de usar o santo nome de Jesus e do santo livro em beneficio próprio dizendo ser obra divina muito se ganha, muito se lava; porem nenhum crescimento é atingido, apenas as cifras são contabilizadas, pois hoje o que interessa é o monetário ou a fama, nenhum verdadeiro santo homem de qualquer tempo; quer ser reconhecido se não for de sua missão; ter de ir a publico levar a obra que tem a realizar, porem mesmo indo a publico não quer nada além de reconhecimento como pessoa do bem e nada mais.
Avalize o que diz com gestos e palavras que lhe dão todo respaldo da verdade, lhe dão bem estar emocional e espiritual muitas vezes a custa de dores e doenças no corpo, porem não reclama jamais, é de sua missão.
Porem os pregadores endinheirados veem na Bíblia um livro caixa sem limites para ser cheio, forma larápia de vender a palavra que veio de quem foi pregado na cruz, de vender a palavra que nem de graça é, a  palavra é a graça que Deus deu aos que querer se salvar, porem muitos não sabem como é este salvar; e se apegam a madeiras podres que boiam em vários lugares de sua vida; e acreditam ser a salvação de seus pecados, não entendem que a ajuda, que o Cristo está muito mais perto do que no quarteirão de traz de suas casas, o Cristo está dentro de si, mas como não acreditam que possa ser morada do divino, vão a construções procurá-lo, muitas vezes pregado em estátua num maderame, coisa grotesca a fazer quando se quer admirar um santo homem, coisa abominável quando se quer pedir uma bênção à sua doença.
Se aproximar desta imagem coberta de sangue e pedir que não deixe seu sangue ser derramado por seu mal doentio, coisa bizarra de se ver, coisa maldita de se conceber, ver só o que lhe interessa e não ver o que aquele homem passou a 2.000 anos.
Tudo isto mostra a preguiça que muitos seres têm em orar com fé, em procurar a Deus no próximo que está debaixo de uma ponte passando fome ou com frio, porem é muito confortável procurar a Deus na poltrona confortável de um cinema desativado; e que alguém promete coisas que só Jesus prometia, e nunca foi para o mesmo dia, e sim para muito além.
É covardia ver pessoas de boa índole serem lesadas financeiramente, emocionalmente, espiritualmente; deixando suas lágrimas em troca de palavras de um conforto que nunca será uma verdade, é a mentira que temos que vivenciar, a separação do joio e do trigo, a colheita que se aproxima e que está cada vez mais fácil de compreender; o que é boa erva a ser replantada e má erva a ser incinerada.
É a bênção ou perdição.
Mas os que acreditam que Deus existe em mega construções têm de lembrar que seu então chamado filho nasceu num estábulo e não num castelo.
Temos de ter humildade para procurar a Deus num humilde local não numa suntuosa construção.

A doença da alma.

996178_394505650666718_753928167_n

Autoridade temos sobre nosso corpo, porem nosso espírito é proibido por nós mesmos de se aproximar da matéria que nos envolve; é nossa incapacidade de compreender que nossas doenças são na maioria emocionais ou até mesmo espirituais.

Muitas vezes alimentamos sensações que não são nossas por não compreender que somos energeticamente sensíveis a energias que de fora vem, e que nos provocam tantos transtornos; como se nossa cabeça tivesse produzido todo este mal estar invisível.

O que podemos chamar de doença mental, pois não é mais que isso, uma sensação que não se tornou palpável, nossa defesa se esvaiu e nos deixou a sorte, nos deixou a mercê de nossa sensibilidade em descobrir o que está em nós acontecendo; porem este mal estar nunca percebemos ser de origem externa, por acharmos sempre que nosso corpo esta fragilizado, está necessitado de algo mais forte, um carinho; um calor humano, e neste intuito resolvemos aumentar mais ainda estes mal estares.

O prazer de ser acarinhado por algo que não temos, ou melhor, ser acarinhado por ter algo; até que um alguém nos vem fazer este “favor”, vem ter conosco um momento de atenção, um pouco de amor, mesmo que saibamos ser falso de nossa parte este sofrer; é a necessidade de alguém que temos; porem não gostamos de nos expor ao “eu preciso de seu carinho”.

Claro que gostamos de carinhos, a toda hora, em todo lugar, porem estamos sendo desonestos com quem a partir deste instante está a nos cuidar; porque não temos nada além de carência, e este nosso salvador nos cuida como uma doença existente, uma dor até que existe, mas por nos sentirmos bem dando a ela vida suficiente; para que uma alma caridosa que necessitamos, de nós se aproxime.

Esta é a causa muitas vezes de sofrimentos que fazemos ser verdade, a nossa necessidade de agrado sem pedir, ou pior sem fazer por merecer.

O flagelo silencioso que adoece a humanidade, o carinho que não conquistamos, e sim a doença que incutimos no corpo para tê-lo.

O mal que às vezes repetimos varias vezes por falta deste carinho; inexistente doença que com o passar do tempo passa a ser uma verdade em nosso organismo.

A doença que deixou de ser só da carência, mas que agora é uma realidade, a realidade que nosso subconsciente criou por achar que gostaríamos de ter.

A verdadeira doença do espírito, que agora não é mais invisível ao mundo, mas é invenção nossa, a tristeza de saber que somos quem sabe terminal um dia.

O desespero em saber que está por dizer adeus após lutar tanto por carinho; muitas vezes sem merecer, muitas vezes nada fez por merecer, até dele quis se desfazer.

A maldade que vem do coração, que foi feita no coração, que foi iludindo ao coração e que agora se vinga deste enganar, por este fraudar ao espírito.

O espirito por sua vez é inocente em tudo, como o é sempre, acaba por fazer do corpo um campo de batalha para seu falso doente, que por fim se torna um doente verdadeiro, o doente de falta de carinho que agora é um merecedor de pena.

A agonia, de passar a vida toda sem querer conquistar pessoas, e ter que viver uma doença para atenção chamar, por carinho um motivo falso ter; e que agora vai gerar pena e dó destes, o desespero do então doente, a paga por não ser honesto.

Duvidemos então destes adoentados do espírito?
Não, sejamos caridosos com estes, pois é disto que necessitam, caridade e compreensão; pois erraram e estão agora pagando por este erro.

Visto que mesmo não pagando com a vida por este adoecer falso, serão cobrados num futuro pelo mal que fizeram a quem os ajudou; e a nós pela caridade fica o entender o próximo, mesmo fraco espiritualmente; o aleijado emocional.

É o amor máximo, agradar a Deus mesmo quando somos feitos de tolos, pois tolo é aquele que não se apercebe que o Pai tudo vê.

Que sua “brincadeira” com o corpo é uma ofensa ao Criador e a seu próprio espírito, pois os dois foram feitos de tolo.

De nossa parte não devemos nos ter como tolos.
Estamos simplesmente dando guarita emocional há quem muito necessitado está, e esta paga por atenção será benéfica a nós.

É o que ganhamos por ser complacente com o próximo em ser caridoso, mais que carinhoso neste caso.

Esta é a verdade que temos que entender, temos que assimilar, e não nos envergonhar de ter sido feitos de tolo.

Porque o prejuízo não é nosso, é de outro, de quem zombou de nós, de seu espírito e até mesmo de si, achando que enganaria alguém por ser turrão a vida toda exigindo carinho ao invés de conquistar.

Procurando abster-se do rebaixar pra pedir atenção, e muito menos conquistar sendo igual aos seus, é o se enganar e não enganar; o pecar contra si e seu corpo, fazendo-o sofrer por ser tolo demais.

E de tudo isso uma ultima verdade, somos puros e nascemos sãos, e temos o poder se nossa fé for forte; de sanar qualquer mal físico, se Deus assim concordar.

No restante temos que ser honestos com nós mesmos pelo menos, se não for assim, tudo estará perdido; pois um dia devolveremos este corpo a Ele; e ai como fica?