CRER E DUVIDAR

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Em tudo que achamos entender pouco sabemos, pouco nos afiançamos do que os sentidos nos dizem, é a desconfiança do tudo, de todos e até de nós.

O crer é opcional, é fatídico momento de se entregar no que acha poder ser, é ver com os olhos físicos; porém ter de crer com os olhos da alma, e estes não concordam no fundo o que vê.

Ser sábio é opção de querer crescer, ser sábio para duvidar e na procura se inteirar do que está a ser apresentado, é integrar corpo e alma e não somente os sentidos que pouco analisam; apenas coletam informações.

Ser perspicaz para não ser tolo ao vivenciar, entender e se dedicar para compreender quando indagado for por seu consciente, e na dúvida do que sabe, é melhor dizer não sei, pois que o erro será perdoado, será compreendido e não será punido por tal.

Viver em dúvida do que sabe não é errado, é cuidado, o de não em armadilha cair, pois quem tem dúvidas não erra porque não arrisca, porém, dúvida não traz lucro de crescimento, é o estudo que faz este entendimento; e nesta forma de pensar pouco se vai caminhar.

Tirar dúvidas sempre que se apresentarem, se mostrarem, pois que elas só se apresentam para nos testar o saber, o entender, e se não formos atrás destes; não estaremos nos arriscando a entender, nem mesmo a crescer.

Duvidar é conclusão, decisão, prova de que somos sábios em saber que é uma duvidosa colocação, que é proposital quem sabe interrogação; para nos testar mais uma vez, para que em vida longa que tenhamos, aprendamos a discernir o correto do incerto, a dúvida da incoerência, e só tenhamos certeza quando nenhuma dúvida restar; nenhuma possibilidade de erro se apresentar.

Temos o poder de decisão, é nosso livre arbítrio; desejar procurar a verdade ou viver na mentira, de encontrar compreensões a perguntas difíceis, ou entender que não tem solução; e divagar sempre no mesmo sentido, no sentido de se chegar a lugar algum.