UM POEMA FILOSÓFICO

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Belezas a nos inebriar, de fabulosa grandeza a nos presentear, purificar-nos em pensamentos, em nosso desejo de bem-estar.

É nosso desejo mais solene, perene vontade de a todos agradar, a todos festejar com simples e doce olhar, simples gesto a se fazer em carinho e afago; porém tudo que somos nos coloca além desta vontade, nos coloca em sintonia estreita com astral que nos faz bem, que nos quer bem e que é só para nosso bem se assim com ele nos compreendermos.

Astral esse que é a presença divina, a sabedoria que vem de cima, do Mestre desencarnado há 2000 anos, que vem do Mestre que nunca encarnou; mas sempre existiu em matéria.

A soberba existência do Criador que em carne se fez para no inferno da matéria se purificar, se tornar mais puro do que era; mais intenso que sempre foi.

Tudo a compreender, mesmo que os ouvidos não ouçam bem o que se deve, mesmo que a sinceridade e idoneidade não nos permita compreender; porém esta é uma grande verdade, a clausura do Pai em seu filho, para purificação e engrandecimento deste através do encarne do Pai.

Mas pouco se sabe; pouco disto se entende, visto que é complexa suposição a julgar correta, equivocada intenção de mostrar a verdade, pois ainda é cedo para esta.

Mas um dia ela será uma realidade aos curiosos que souberem explorar, que souberem ver e interpretar; estes serão escolhidos a reinar na sabedoria que a Terra vem para ensinar

Tudo que temos são apenas interjeições; coisa de louco a dizer o que não vê, a falar o que lhe vem à mente.

Porém todo louco é um gênio adormecido. Todo endemoniado fala de outras verdades, fala que sabe de outras realidades, ou mais, fala uma realidade mais real que esta.

Mais palpável e aceitável que esta; a compreensão a muitas perguntas feitas, mal-entendidas ou nem respondidas; respostas que um dia teremos que nos bater em aceitar, ou em inútil combate interior não querer esta louca possibilidade.

É a realidade a se apresentar, a verdade a nos presentear com a curiosidade que há milênios foi implantada, que muito foi debatido, mas o segredo não desvendado.

A existência da vida em Deus e a existência de Deus em nós como matéria carnal em evolução, coisa descompassada de entender; difícil de aceitar, e impossível de tomar como verdade.

Porém neste plano para nós tudo é realidade, até o que não cremos, aceitamos por faltarem provas, mas o que existe em outro plano não vemos nem acreditamos.

Não entendemos nem aceitamos por serem fabulas da carochinha a nos encantar, nos enfeitiçar; mas neste estranho momento tudo se entende como aguas claras.

Uma verdade que temos de encarar, de que somos Criação divina, e a casa desta criação, que somos prediletos do Pai e diletos senhor de suas vontades, para que através de nós estas se tornem realidade.

É o que em realidade temos de aceitar, somos a realização das vontades do Pai, que sem nós em matéria carnal nada Ele pode realizar, nada pode fazer.

Somos o ponto de apoio e ancora Dele em suas benfeitorias neste plano, também somos o beneficiado destes planos do Criador, mesmo que de forma absurda e maldosa em nosso entender.

Porque tudo que vem Dele; é para crescermos em abundância e sabedoria.

Mas muito relutamos em aceitar o que Dele vem, por não saber se é uma realidade à nossa concepção; ou uma mentira aos nossos sentimentos materialistas.

A doce carapuça do desejar ser melhor que todos; e neste melhor nos tornarmos pior, o anjo caído em devassa vontade de se superar e cometer o pecado de desejar ser melhor que seu irmão, que sua prole que sua família, pai e mãe.

Tudo isso são mentiras tolas?

Será?

Ou verdades bobas de quem está tentando se encontrar e um caminho real sem atalhos achar?

De atalhos o mundo já se perdeu demais.

Insuficiência de sabedoria todos temos; não sabemos o que significa ser sábio, o que significa ser filho do Criador e não ser irmão em luz do Cristo.

Colocando este personagem de nosso passado, muito presente como superior a nós, superior em luz e sabedoria. Porém este mesmo salvador colocou-nos que poderíamos realizar prodígios até mais fabulosos que Ele, mas duvidamos disto, duvidamos do que nos foi falado, duvidamos de nossa capacidade de conquista da vida eterna, e a possibilidade destas manifestações como disse o Mestre.

Tudo tola indagação?

Será?

Ou não?

Mas todos têm sua maneira solitária de pensar, de deduzir e achar o que mais lhe convier, ou o que mais sensato for.

E a sabedoria individual se prontifica a se mostrar, e um dia sobressairá em beleza e bondade divina.