A EXISTÊNCIA É IMPORTANTE

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É nossa necessidade de algo mais aprender.
De algo resgatar para o progresso entender.
De viver para tentar não mais morrer.
Para a eternidade por fim conquistar.

A vivencia, necessidade, convivência, a complexidade do por aqui mais uma vez passar para compreender o que se está estudando.
O porquê ter de mais algo entender, algo mais saber para não ter de aqui voltar desta mesma forma.

Nascemos chorando por medo do que aqui encontramos; da mesma forma que tememos nosso partir quando desencarnamos; não nos lembramos do que lá tem.
Sucumbimos a tentações e sensações que gostamos, mas não nos é aconselhável, é nossa maneira de algo recordar, e sermos também tentados a colocar o que de ruim temos que eliminar.

Tudo questão de emoção, se soubermos corretamente compreende-las e dosa-las, pouco sofreremos neste mundo; e muito mais, entenderemos que é de emoções que sofremos todas as encarnações, doenças que temos, e angustias todas.

Emoções que não sabemos controlar, e neste se perder temos que nos entender.
Para que aos poucos em crescimento continuo e lento, possamos nos administrar ao sofrer, possamos nos compreender como seres manipuláveis pelo coração; não que seja mal, apenas não controlamos, não vivenciamos o que é bom e misturamos com o ruim.

Não compreendemos o que estas emoções maléficas a nosso corpo mental fazem, e acabamos por trazer ao corpo físico o que tem de ser apreendido.

Se aprendermos a dosar o emocional, muito além do que nossos conhecimentos primitivos possam nos dizer, não mais sofreremos de pesadelos, insônias, doenças nervosas, cardíacas, emocionais, de pele até, pois se estivermos resguardados em sabedoria, nossa proteção física estará também forte, e nenhum mal nos atormentará.

Entenderemos que o emocional divino é só amor fraterno, ao próximo e a si, não no sentido egocêntrico; mas se amar para amar ao próximo, no momento que se entender que a vida ensinada pelo Cristo é paz e harmonia, teremos a felicidade interna de nosso corpo, e todos os males serão compreendidos e sanados sem remédios, com nosso poder de cura, que foi esquecido no passado quando nos entregamos aos malefícios das emoções negativas.

Ao desejar viver intensamente, porém alimentando o baixo nível emocional desta necessidade, passamos a vivenciar rancores, ódios e tudo mais que acompanha este tipo de energia que passamos a criar.

O sabor do prazer de baixo nível foi criado, quando não mais o ser vivente podia sustentar a felicidade em mesmo nível indefinidamente.
Procurou meios mais superficiais de prolongar esta emoção; e se desiludia quando não conseguia.
Isto é parte da descoberta das falhas humanas, necessárias ao crescimento, ou mais precisamente a arte do universo em nós.
E nos entregamos integralmente ao prazer das emoções de baixo nível.
Com a criação destas energias de baixa vibração, o corpo etéreo, protetor de nosso universo interno não suportou tanta carga gerada por nossa vontade, e passou a diminuir seu poder de proteção, nos deixando a mercê das energias que geramos; e que aos poucos passou a impregnar o corpo físico e emocional; gerando as dificuldades que eram necessárias ao crescimento como espirito de luz, passamos neste ponto a vivenciar o lado negativo da vida, e a morte espiritual constante, até o momento em que o lado emocional do ser humano possa novamente reinar.

Esta coerência é complexa colocação, visto que o mundo só vive de emoções flutuantes, de sensações que dão prazer intenso, mas de gerador matéria (produzido pelo prazer carnal, e referente unicamente a este plano) e sensações que dão tristezas profundas, levando ao falecimento do poder de regeneração dos sentimentos divinos.

Coerência interna sobre tudo isso é mera tentativa de se descobrir como entidade viva vinda de Deus, e que procura no Cristo interno as verdades sobre tudo isto, que exposto não se pode entender desde que aceite ser uma pessoa em deficiência emocional divina.

Salvar o emocional divino, que traz a vida eterna, é trabalho paulatino e de sofrimento prolongado, que muitas vezes envolve o mais penalizado dos corpos, o carnal, por não nos permitir vislumbrar nenhuma destas verdades, e em segundo o corpo espiritual; que tem por finalidade colocar o emocional como prioridade a ser controlada, com objetivo do crescimento.

Controlar as emoções, que tem de vir de dentro, de coração pacífico e não de dedução lógica, é imprescindível para alcançar a sabedoria e entendimento de tudo que exposto em relação a vida eterna, ou mesmo a felicidade profunda.

Compreender isto é o primeiro passo ao entendimento da redenção, a liberdade do corpo de nosso próprio julgo de sofrimento, o desespero de se punir inconscientemente pelo que fez, simplesmente assumir que o fez, que havia um propósito, que foi alcançado e agora é momento de compreender tal experiência passada, e tê-la como tesouro de aprendizado, e não vivencia-la eternamente.

Toda questão de compreensão, de aprendizado no controle emocional, não alimentando o que de ruim os pensamentos treinados a encarnações muitas têm praticado, é vivenciá-las, porém não lhes dar alimento energético para sobreviverem, ou seja, se apoderar de nossa mente com poder de destruição, que é o objetivo destes pensamentos.

O poder que lhes é incumbido afim de nosso carma ser queimado, o tal fogo do inferno, este fogo só tem poder e vida se nós lhes alimentarmos com toda esta lenha emocional; caso contrário se extingue e aos poucos passa a ser tolo pensamento a nos perturbar.

O início do aprendizado desta técnica que bem colocada leva a vida de felicidade plena, é de difícil compreensão se a pessoa envolvida se dá a picuinhas verbais, físicas, ou até mesmo mentais, teria então de abandonar o prazer que se tem neste cotidiano.

Deveria entender como errado esta forma de manter o pensamento; e aos poucos abolir tudo que em sua mente alimenta de mal.
Passando a uma luta intensa contra sua centenária forma de pensar negativamente, sinais impressos à encarnações, e que não sairão com facilidade, a menos que se entregue realmente a oração ou desejo intenso de ser bom, sem ódio, rancor ou desejos de vingança; parte delicada de entendimento, pois sempre foram em lembrança desta forma, e os outros “bons” são tolos, e o meu Deus é melhor que o seu, tudo forma de se defender de implicações, que de outras pessoas mais entendidas ou vivenciadas nestes problemas possam vir.

Porém tudo é maneira de tentar se explicar, de dizer não ser ela uma má pessoa, apenas o mundo não a entende, “o mundo está errado” e nesta forma torpe de pensar, se afunda mais em pensamentos negativos, em sensações maldosas e doenças físicas e emocionais, que passam a ser mais frequentes, levando mais devedores cármico por conta de emocional em vidas passadas a dores e doenças as mais penosas.

Claro está que o envelhecimento traz dificuldades ao corpo de se manter, porém não traz doenças terríveis que com o passar dos séculos o mundo humano desenvolveu.

É uma compreensão que temos de ter, o plano terreno fica mais violento por emocional individual de cada ser humano, e esta violência alimenta este emocional, e neste círculo vicioso os que em sensatez adotaram a verdade absoluta, se sentem emocionalmente pacíficos, e neste sentimento não alimentam pensamentos maldosos, por conseguinte não vibram energias pesadas e nem sobrecarregam seus corpos, trazendo dores e mal-estar vindo de todo este sofrimento.

A NATUREZA DO CONHECIMENTO

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Na doce quietude da noite, meu corpo se espanta, se move, encanta. Na paz que vem do sereno noturno, minha mente como que em transe se torna mais leve, mais afável às verdades do mundo que durante o dia são imperceptíveis.

Reluto em querer dormir, pois sinto que este é um momento de boa reflexão; sabido que no silencio noturno as mentes se transformam em ótimas antenas captadoras do cosmo interior.

Relevo nestes instantes de transcendência noturna as maldades de que fui vítima, e que fui mal compreendido. E por instantes, numa modesta forma de agradecer esqueço tais brutalidades contra minha pessoa física ou espiritual.

Torno-me apenas mais um que não dorme, mas que em silêncio movimenta energias em prol do conhecimento que vem do além, se tornam presentes em minha mente, e aos poucos em minha vida.

Sei que ignoro as notórias verdades ditas corretas pelos homens sábios no aprendizado do correto saber.

Mas afinal meu mestre não é deste plano, somente minha sala de aula que é…

Então me curvo calmo às sabedorias terrenas, apenas para não ter atrito, porém minhas verdades vêm do alto, de cima da minha cabeça, do chacra coronário, e meu corpo sente esta notável energia.

Acalmo-me e sinto leveza, um sono que se vai para dar lugar à serenidade do doce momento que se inicia. Acalmo-me, relaxo e entro em sintonia.

Observo os instantes que me trazem as verdades que sempre soube existirem. Faculto meu conhecimento em pura verdade de vida, de sobriedade moral e emocional; criando assim o salão para estudos das realidades não compreendidas, mas verdadeiras deste plano.

Ao relaxar de meu corpo em quase transe, noto que ele se sente bem e familiarizado com o cardápio do relaxamento. Como um “Q” de saber que está na hora da viagem do conhecimento.

Nos momentos que estou em minha sala particular de estudos, sinto calma deliciosa em todo meu ser, é o alpha bíblico que Jesus, o Cristo sentia no som do bater de meu coração, que é ouvido por minha mente; revejo minhas tristezas e as perdoo, revejo meus rancores e os absolvo, assim como faço com os agressores que os praticaram.

Na fase mais profunda de minha viagem sinto a presença de alguém, é meu Cristo interno que levemente se mostra; uma doce verdade que um dia se tornará realidade.

Sua existência em mim sempre foi eterna, porém me recusava admitir sua morada, coisa de ignorância inocente.  Sei que praguejava muitas vezes contra mim, mas era irá tola.

Em verdade vivenciava meus erros, e tentava de forma violenta me redimir, causando desamor a mim, na verdade nunca conseguindo.

Aos poucos noto que minha irá é perda de bom e útil tempo; um desgaste inútil de forças contra mim mesmo. E no avançar dos minutos neste estado de torpor, vejo que sou um universo; uma dádiva de grande e poderoso valor. Presente do divino que até hoje não soube corretamente aproveitar.

Refaço minha opinião dos acontecimentos e uma nova maneira de encara-las. Tentando assim de maneira cada vez mais sábia entender-me; e ao mundo que me rodeia.

Sei que não é o mundo que muda, mas sim o nosso entender sobre ele, que o torna diferente e mais acessível ou não.

Não transgrido meu modo de pensar, apenas me reservo no direito de compreender melhor certas circunstâncias não compreendidas.                        

Volto a dirigir minha vida, porém de maneira menos torturante a pessoas que convivem comigo através de minha nova compreensão. Faço por merecer o que mudei. Então me presenteio com esta nova atitude.

Por fim transformo a noite de sono que se poderia julgar perdida; em momentos de profunda reflexão, e bons atos de amor a mim; no simples sentir meu respirar passo a meditar; gesto de fácil execução que muito prazer divino traz, em alegria converte meu corpo, minha mente e espirito.                          

Sentir a natureza pulsar no corpo, ouvir a terra pulsando em nossa pele, sensível e amável.

Este é o contato com o divino, o bem-estar de estar em silencio e ouvi-lo, de estar em contato com meu corpo, meu respirar e senti-lo. Pois nosso corpo pertence a Ele, nossa mente pertence a Ele, e através desta simples atitude do meditar, sua presença divina se faz notar, e nos enriquece de benfeitorias corporais.                                                                        

No tempo que nesta atitude me empenhei, nada de meu tempo foi desperdiçado.

A noite utilizada, e os dias que na sequencia virão, serão por demais valorizados por estes momentos; minha vida em qualidade se harmonizará, porque com minha essência voltei a comungar.  Adotei há anos o mestre Jesus como único conhecedor de minha existência.  E desta forma a Ele sempre dedico alguns momentos diários.  Ouço conselhos no silencio do meditar. Escuto broncas de meus erros e as assumo, mas a felicidade dos momentos com o mestre é sempre presente.

Atitude que aconselho a quem quer crescer dentro de si, a quem quer ser verdadeiro consigo mesmo. Ter sua natureza humana valorizada por si e por outros que o conheça, é a meditação do silencio com o Mestre interior, o caminho para as verdades que não conhecemos, mas nos é cobrado. Valorize a ti, e o mundo lhe valorizará pelo que a ele transmitir. Faça de uma noite não dormida um lucro interior de grande valor.

SOMOS O QUE SOMOS

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Assumamos o que somos, verdades sem fundamento, necessidades de mostrar o que não temos e vantagens inexistentes que contamos.

Somos o que não somos, falsos em amostragem do perfil perfeito que não temos, que escondemos e não conseguimos assumir é o que somos, inverdades a nós e ao mundo, falsidade sem precisão de ser por assim dizer; querer ser alguém para outros alguéns.

Querer ser o que nunca poderemos ser, mostrar o que nunca vamos ter em verdade ou, o que não somos em realidade, é nossa vontade de ser alguém; porém não procuramos nos enriquecer em nosso crescimento e sim em nossa falsidade, não procuramos esta realidade com veracidade; apenas na ignorância que as vezes é até santa inocência, mas por acharmos que deveríamos e porque gostaríamos que fosse assim.

Ingenuidade de querer agradar a quem não se interessa por nós; a de querer agradar a quem é tão ou mais falso que nós, a verdade que não queremos ver nem mostrar a quem tem menos ainda que nós.

Tudo isto é nossa ciranda de vida, sermos o que não somos para agradar a quem achamos importante; porém este importante é até mais falso que nós; até mais carente de aproximação de amigos e amores, até mais falho, e mais infeliz, muito mais impotente em se realizar interiormente e se realizar exteriormente onde não tem competência real para se mostrar executivo de sucesso.

Um inconsequente com suas emoções, até a sua de forma incoerente, aproximando e seduzindo, se firmando e conquistando quem lhe parece um desafio e não uma afeição.

O que lhe parece uma barreira a ultrapassar do que um alguém de valor conquistar.

Somos o que somos; falsos até mesmo conosco, até mesmo com quem se aproxima de nós em amor e carinho a trocar, pois não sabemos a este avaliar nem a nós mesmos, não sabemos se este quer nos malograr ou simplesmente nos fazer de tolo, tudo porque não sabemos ao mundo corretamente avaliar, e entramos em depressão sempre que notamos não entender algo que ocorreu, algo que em nós perturbou o desajuste de personalidade que persistimos em alimentar.

Somos frágeis emocionais por conta disto, fracos sentimentais por conta deste mesmo motivo, e não saberemos quando estamos a amar alguém verdadeiramente, se não entendermos o que é o amor em nós, o que é amar ao mundo num geral.

Somos infelizes tolos por não entender de tudo isto; e o tudo isto que vivemos é o universo que podemos manipular; porém não o fazemos por não entender como funciona, não entendemos como se realiza o que desejamos sem machucar e magoar, sem ferir ou até envergonhar quem gostamos ou quem nem conhecemos.

Somos o que somos; nada até descobrirmos o que somos.

SOU FORTE

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Em mim procuro respostas tantas que duvido tê-las por completo; não que as desconheça, mas meus ouvidos são surdos a tantas contrariedades. Procuro saber de meus erros pela vida, mas tenho o entendimento que não haverá resposta que supere minha tola incredulidade.

Sou crente, mas descrente do que não me agrade; tenho fé, mas é abalável se me trouxer prejuízos materiais, físicos e emocionais; tenho certeza, ela é frágil, simplória, não sei lidar com complexas cobranças da vida.

Tenho vontade de tudo solucionar, porém as soluções corretas são sempre as que não me agradam, as outras são apenas paliativos pelo que notei em tantos e tantos momentos destas respostas.

Vivo na procura de mim, nunca me encontrando verdadeiramente, porque recuso olhar para meu interior a procurar minhas falhas, tanto que as observo em outras pessoas; recuso assumir estas por acreditar ser perfeito, não admito ser imperfeito, porque fui feito a imagem e semelhança do Criador, e isto tudo me confunde, me agride o bom senso que acredito ser coerente.

Mas não posso deixar de acreditar que estou aqui para um objetivo, crescer, pagar, e penar o que for preciso para livre do reencarne um dia ficar. 

Tenho de acreditar nas tais verdades que ouço, mesmo amargas que possam parecer, tenho de ser meu juiz sem meias palavras quando me impuser facetas a desempenhar, e meu carrasco quando for maltratado por mim nos momentos de paga.

Entendo; porém assumo ser difícil aceitar, compreendo que estou a pagar, mas sempre acredito que possa ludibriar meu carma, meu espirito, e não passar por tantas penalizações que a vida, que a minha vida exige.

Sou descrente, mas deverei acreditar, não tenho fé, mas devo firmar minha meta em tudo solucionar, somente assim conseguirei me encontrar, e ver que posso ser feliz mais do que sou, tendo uma alegria consistente, uma felicidade coerente, e não falsos sentimentos de bem-estar, que se vão ao primeiro desapontar da vida.

Sou eterno mesmo desencarnando, sou forte mesmo enfraquecendo por estar procurando minhas verdades dentro de mim; sou filho de Deus por assumir erros do passado que procuro agora corrigir.

A LINGUAGEM OCULTA

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Ó obscuridade pragmática que em nossa mente obtusa, por culpa nossa está a fazer-nos pensar incessantemente no que estamos a todo dia cometer; nas atrocidades que mesmo sem notar, sem se conter executamos; nas formas loucas e insanas de levar o que achamos natural e correto; na maneira obscura que pensamos do ente ao lado, parente ou não, no irmão que encarnado está a sofrer; sem ao mesmo saber se é de sua cruz mesmo, que sem levar a cabo suas vontades é declinado de seus desejos e necessidades, proibido de dizer, de fazer, de entender e de estudar para assim melhorar.

Ó praticidade de nada se fazer para melhorar, apenas levar o que nossos pobres sentidos nos fazem crer no que viemos apenas entender; de forma falha que somos perfeitos às nossas vistas, pois que de um astral superior estamos a nos encontrar em nas próprias debilidades de entendimento e sabedoria, que estamos a refrear emoções impuras que nos envenenam a mente com informações, que muitas vezes passam desapercebidas do entendimento; a insana realidade de um dia após outro, em que não se entende plenamente este dia nem o porquê de outro diferente e estranho; o porquê de vivenciar muitas pessoas e mentes invisíveis a bombardear-nos com energias impuras de pensamento, que nos enfraquece neste tom de agir, neste tom de sobreviver.

É estar mergulhado nas energias proféticas de uma sabedoria que não conseguimos ouvir; e tentar sobreviver sem nada ver, sem nada sentir, sem nada querer conduzir, por não entender o que se está a fazer neste mundo.

É a linguagem complexa do mestre a nos intimidar para melhor poder entendê-lo.

DUVIDEI

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Duvidei um dia de Deus, duvidei de seus projetos, suas virtudes e sua capacidade, duvidei do tudo que era e do porque era tudo isso, e sei que foi o melhor que fiz.

Um dia tudo isto procurei pesquisar, saber de tudo com meus olhos e não com de outros, e pesquisei em mim, e em fontes que eram mais de duas sempre, para conclusões corretas tirar.

Encontrei explicações mil em todos os cantos, muitas diferentes, porém pequenos pontos em comum, que mesmo estas fontes não se aperceberam de falhas em deixar passar, e nestes pequenos detalhes descobri o Deus que muitos modificaram, transmutarão e até mutilaram em sua maneira de dizer como seria.

Uma pesquisa louca a quem de fora via; um estimulante, um afrodisíaco, uma droga divina, o de saber a verdade que ninguém diz de Deus, mas que alguém em mim dizia ser verdade.

Fontes sérias e outras não, conscientes e coerentes todas me diziam algo, e de alguma forma sabia o que retirar de cada uma, o que deduzir de cada uma, e no fim passei a não pertencer a nenhuma religião pregada por seres encarnados, e sim a religião do que desencarnou há 2000 anos.

As dúvidas sobre Deus, Jesus, e muitas coisas mais, são o aprendizado correto de quem quer a verdade sobre tudo sem opinião tendenciosa; procurar em dezenas de bocas e fontes diferentes e conclusões sempre tirar, sempre duvidar de suas conclusões, até que um momento sem mais possibilidade de outra verdade, por hora deixar de duvidar.

Somos seres incompletos, sensatos, porém incapazes do julgamento correto, em sendo das origens divinas nunca teremos a última palavra, nunca saberemos a verdade derradeira de nada, durante nosso período de passagem cármica por este mundo.

A descoberta em si de Deus é coisa intima que não se pode dividir com outro, mesmo o mentor, pois este embora saiba, não pode neste conhecimento nos ajudar, apenas pista nos colocar, e da forma que conduzamos este interrogatório chegarmos a elucidações fabulosas sobre Deus, Jesus, Cristo e entendemos que somos muito mais que meros estudantes curiosos, somos entendidos em uma verdade, em nossa verdade, e desta ninguém pode duvidar, porque cada um tem o seu caminho único para retornar à casa do Pai, e ninguém sabe qual é o caminho do outro e desta forma não pode criticar, não pode impor, mas quem sabe aconselhar, para que este passe pelo crivo de quem tem o caminho a seguir.

É desta forma que duvidei de Deus e de tudo ligado ao mundo angelical, para que em certeza que só eu tenho, possa me entregar em prazer ao desconhecido que me era, e que hoje embora acredite saber nada, sei que compreendo muito mais que antes, mais que no dia de minha decisão em duvidar de tudo.

Sou feliz hoje por saber o que Deus é e para que Ele existe, e sei que existe, e sei que me faz existir por conta de suas necessidades em mim.