O SEXO

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No sexo devemos fazer o que nos faz bem, mesmo que o mundo condene, e se este assim o fizer é porque não foi feliz por não ter tentado, é infeliz por ter se resguardado no que diziam ser pecado.

No sexo devemos nos entregar, não nos pertencer se isto dá prazer sem sentirmos ser pecado; se tornar outra pessoa neste instante para mais deliciosamente o bom da vida saborear.

No sexo só é proibido fazer o que não gosta, e o que sente prazer mas traz desconforto, encontrar tesão para que o inconveniente se torne aliado no maltrato delicioso que se faz ao corpo.

No sexo só se condena o que não é bom ao emocional, porque mesmo o corpo não encontra prazer quando tudo deveria ser maravilhosamente gostoso, mas traz-nos inconveniente interior.

No sexo o prazer pode ser muito maior em ver o prazer do outro se deliciando com nossas caricias, entregando nosso corpo ao delírio do êxtase e não temendo crítica por nos tornarmos amante sem limite, sem medo, sem vergonha de ser feliz dando felicidade.

No sexo a vida se faz ou se refaz, se conserta ou se procura outra forma de ser completo.

No sexo o limite sempre vai além, porque neste além pode estar o prazer maior, o desejo sem fim e a resistência física que se esvai, mas continua a desejar mais.

No sexo quanto mais nos perdemos maior o prazer, quanto mais nos sentimos não donos de nós mais delicioso é o momento, quanto mais nos colocamos a servir a pessoa amada maior o prazer carnal, emocional e espiritual que nos é provido.

Sexo é evolução emocional, crescimento espiritual e embelezamento do corpo através das tantas químicas lançadas em nosso organismo durante os rituais de prazer que promovem transformação e bem-estar por horas e dias.