A TEMIDA MORTE

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Sou a morte daquele que teme a própria dura realidade.
A maldição de seus anos de erros que não aceita se assumir.
A perseguição sem fim de sua não procura de minha real existência.
O desentendimento que lhe confunde nos momentos de aflição e que quer minha presença e não o atendo em seu desejo de morrer.
Sou seu desespero em tudo que acha ser perseguição do mundo, porém quem te persegue é sua ignorância, não minha presença.
Pare de temer a mim, comece a temer a ti, porque todo sofrimento que passa e tudo que teme passar é culpa tua em não querer me desvendar.
Sou da vida a única realidade, tudo ao redor ficção que manipula para a realidade, e nestas conquistas não dosa o que deve ser bom ou ruim a ti e que possa satisfazer a mim.
Sou a morte que em que vive, e não a morte que te pegará.
Porem acredita estar vivo, mas está morto desde que nasceu e morrendo a cada dia que não procura a luz.
Sou a morte a amedrontar todos os seus dias de escuridão, em que teme me procurar para esclarecimentos, pois a morte é ignorância da luz.
E não mais morreras no dia que não mais me temer, mas ter-me como amiga e aliada nos conhecimentos sinceros que procura, porque a vida só será eterna quando eu deixar de ser amedrontado inimigo seu; o que nunca fui por minha conta, mas sim por seu desejo, por seu receio de se encarar quando desencarnado.