Quero voltar a confiar.

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Quero ter respeito, paz, confiança, crer que o dia de amanhã será melhor que hoje, entender que ontem não fui sábio o suficiente, que não entendi o quanto deveria.
Saber por que não fui terno o bastante.
Ou até sábio para entender o porquê de hoje ser desta forma.
Figura indeterminada em planos a realizar, em ideias a compreender e até mesmo respeito a merecer.
Atuo de forma intransigente, até inclemente com quem não merece.
Porem e minha forma de ser, de me fazer existir.
Errado estou?
Sim, sei que estou.
Mas fazer o que, se meu tempo de amadurecer já cessou.
Hoje adulto ignorante tornei-me, insuportável ser que todos tem de conviver.
Entendo que muitos não me suportem; não me querem perto.
Pois também detestaria quem fosse assim, tão mesquinho no desejar.
Pessoa de índole duvidosa sei que sou, nem sei por que sou também.
O que aconteceu comigo?
Perdi parte da minha vida ouvindo quem não deveria?
Quem nada de bom à minha vida somaria?
Acredito que sim, naquela amizade que me ensinou só maldade.
Não sabia reprova-lo, ou reusá-lo em suas atitudes.
O que ganhei foi ficar igual a ele, inconsequente, ignorante.
Pertenço hoje ao mundo dos irresponsáveis, dos intransigentes e inconsequentes.
Porem sinto-me diferente do que sou.
Um avesso de mim mesmo, não me aceito apesar de ser assim.
Talvez um dia compreenda em que esquina da vida me perdi.
Que estrada correta deveria ter transitado.
E amizade indevida evitado.
Até lá terei de me suportar; e as criticas de outros à minha pessoa.
Já orei para um caminho do bem voltar.
Mesmo sabendo que isso pode não acontecer, nem existir.
Porem sou insatisfeito com minha maneira de ser, de viver, de me aguentar.
Mas me falta motivação.
Encontrar uma solução, até mesmo uma explicação.
Então continuo neste despertar do ódio alheio com minhas atitudes.
Insuportáveis brincadeiras e maneira escusa de ganhar a vida.
Disseram-me procure Deus, procure a virgem Maria.
Que tolice, isso não existe.
Se estes existem não me deixariam por esta trilha prosseguir, por este caminho sujo enveredar.
Mas mesmo assim sei que algo neste mundo de grande está a governar.
Já imaginei ser eu um ateu.
Meus pais ensinaram que Deus existe.
Mas então porque assim fiquei?
Mesmo sabendo orar?
Mesmo acreditando naquele tempo em Deus e outras coisas?
Fui abandonado por Ele?
Fui esquecido por mim?
Ou tudo é forma de punir pelo que num sei se fiz?
De qualquer forma desaconselho a todos que não sabem de seu futuro, trilharem caminhos que desconhecem se forem levados por “mãos amigas”.
Posto que uma destas “mãos amigas” me trouxe até este mundo, de escuridão, de perdição, e como sair daqui não sei, porque esta “mão amiga” me abandonou quando viu ser eu inútil a ele.
O algo que se acredita, que só critica quem conhecemos e nos promete tudo da vida, só nós que acabamos com a vida.
Se em minhas orações de criança ainda estivesse me entregando até hoje, nada disso passaria; nada me tentaria, e tenho certeza que minha existência seria de gloria a mim, e a meus pais.

Complexas suposições.

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Todos os dias que acordo um pensamento vêm à mente, até quando este mundo existirá, ao até quando meu mundo existirá, um dia ele irá acabar por vontade divina?
Por vontade dos homens ou por vontade minha?
Será que saberei lidar com este pensamento por todo este dia?
Será que entenderei o porquê esta pergunta sem cessar que me vem à mente?
Ou apenas divagações sem necessidade, sem fundamento, sem verdade alguma?
Perguntas e observações que penso não levar a nada, mas no fundo entendo que sejam realmente perguntas pertinentes, pois somos frágeis em corpos que julgamos na adolescência como imortal, e se somos frágeis, como podemos muita coisa fazer, suportar e até a morte enfrentar sem sucumbir?
É uma pergunta estranha, pois se sou apenas matéria, só carne, coisa sem utilidade depois do desencarne, como este monte de matéria em forma de corpo humano pode se mover, pensar e amar?
Como tudo isto pode acontecer se matéria é sem vida para nós, se matéria não existe como vivencia, pois nem matéria existe; tudo é energia condensada, mas de qualquer forma como tudo pode se mover e realizar atos e façanhas, tudo é vivencia divina, criação que em verdade não existe, somos energia condensada que se move, que existe e se movimenta pela mesma energia não condensada, em resumo somos a mesma coisa em matéria ou não, apenas modificando o fato de que a energia condensada é mais pesada, e está sob a lei do tempo e espaço, então envelhece, tem problemas, e nesta causa de tempo e espaço ocorre o fenômeno carma, cumprimentos de leis que regem o universo, mesmo às energias de corpos desencarnados, que por esta lei não podem abandonar este sitio astral, estarão nesta orbe até quando ele deixar de existir como planeta de redenção?
Ai os que aqui estavam já cumpriram sua parte neste crescimento.
Mas por que temos de ficar nesta forma humana carnal, matéria condensada se não sabemos o que estamos aqui fazendo, creio que isto é pergunta de difícil resposta, de complexa conclusão e que diz respeito a cada ser em individual um pensamento, pois que muito se sabe sobre tudo, mas se sabe nada sobre si mesmo, e adotar o esquema de que todos são iguais em seu interior é um erro enorme, em vista da lei cármica somos todos diferentes, extremamente diferentes, e nesta maneira tosca de pensar adotamos a tática de embarcarmos no que outros dizem, nunca perguntando se está certo para mim também o que ele diz.
Somos compreensão, porem somos ingenuidade e não raciocinamos estas verdades que são reais a um, mas não nos cabe entende, não nos cabe aceitar, nem mesmo vivenciar para compreender, posto que fomos feitos a semelhança e igualdade de Deus, porem na caída dos anjos adotamos nossas falhas peculiares; e neste adotar nos tornamos diferentes uns dos outros, e uma oração uma ação não pode funcionar igualmente para todos, por causas cármicas e de entendimento de seu mundo interior e da forma que encara o mundo exterior.
Tudo é mero acaso de entendimento, forma estranha de vermos a nós; porem entendermos que somos da mesma matéria, em dado momento deste funcionamento universal, saberemos que pode haver uma formula mágica para todos, e se encontramos e concordarmos com este forma de pensar o planeta será salvo; ou melhor, poderá deixar de existir, pois seus habitantes já vivenciaram e se salvaram de seus pecados mais íntimos, e agora rumo à eternidade, ou a outro patamar evolutivo, outro planeta ou tipo de campo vibracional, que seja matéria ou não, poderão saber o que mais lhes falta para voltar ao corpo divino, voltar a ser Deus em essência, ser novamente composição deste corpo já que todos nós somos células vivas Dele.

 

O trabalho sujo.

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Consciência de quem somos, do que somos e para que viemos? É o que aprendemos em nossa infância e adolescência, para na adulta idade sabermos o que em nós, em nosso universo e se for do desejo do ser Maior, o que devemos modificar no universo externo.
Somos trabalhadores sempre, na labuta do crescimento individual e coletivo, galgando patamares em nossa espiritualidade ou decrescendo nesta mesma escala, que será um dia, muitas encarnações a frente entendido como o declínio para superação de defeitos e falhas sérias humanas ou divinas.
Somos seres em constante ascensão mesmo neste declínio; pois estamos aprendendo as verdades reais das sabedorias divinas, e neste decair entenderemos o que o submundo matéria é, e o que devemos eliminar em nós; em dado momento deste declínio, veremos o que nos aterroriza, por mais tenebrosos e negros seres em espiritualidade que possamos ser; nossa visão se aterrorizará de alguma verdade, e se formos duros o suficiente para nada temermos, desceremos mais e mais até encontrarmos nosso próprio carrasco de cobranças, nossas verdades vistas por nós; a visão mais aterradora que qualquer espírito pode vislumbrar; seus próprios erros e falhas, vistas com olhos angelicais que são de nosso espírito, e neste sucumbir de realidades, entendemos que não é assim que se vive neste plano, não é assim que se convive com outros iguais, e emergimos; prestes a pagar o mais rápido possível estes erros todos, muitas vezes adquirindo cargos importantes, mas com a função de punir os também errados como nós, somos vingativos da verdade, pagamos por estes erros também, porem sabemos que estamos errando e teremos de pagar, porem será uma forma de resgatar também tantos e negros erros do passado, desta forma os grandes monstros da humanidade se fazem vitoriosos por bom tempo, mas caem, não nesta vida, porque não devem sofrer neste período, e sim em outro, onde serão procurados pelas orbes inferiores para estas pagas.
São os monstros que dizimaram muitas vezes parte da humanidade, que tinham este propósito quando de seu nascimento, que tinham aval superior para isto, o de colocar em holocausto pessoas que tinham seus carmas comprometidos, que tinham seus futuros carmas amarrados a negros momentos do passado, e deveriam, mesmo sem parecer necessário, passar por terrível sacrifico e até morte.
Quanto aos algozes poderosos, estão cumprindo o combinado quando no fundo do posso do desespero, no real inferno, a promessa de punir carmicamente estes errados, e sua paga seria ver e se sujar com seus sangues, muito sangue, muitas pessoas, porem será para o beneficio de ambos na visão cármica.
O redimir rapidamente estes criminosos cármicos, assim como o carrasco que com permissão divina fez o trabalho sujo do mundo, limpar a divina verdade, e salvaguardar até mesmo estes errantes cármicos, colocando-os o mais rápido entre os anjos a serem redimidos.

NÃO, E PORQUE NÃO?

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A sinceridade do dizer não, do querer o bem mesmo negando o pedido, mesmo recusando a ajuda.

Porem o desejo de sempre ser amigo, estar perto, ombro querido, gostar de ser afeto.

O dizer não num é negação, é condição de você precisar entender o que pode; fazer valer a relação do que se está querendo concretizar, do que se está explorando.

Porem também é amor a declarar, falar para se colocar, identidade a mostrar e convicção do que considera certo.

“Não” é declaração de compreensão, de superação de receios, de não ter medos de resultados que daí virão.

Entender o que está acontecendo, porem não se sugestionar pelo que possam lhe oferecer ou convencer.

Entendimento além do que outros possam saber, pois que neste “não”, há a declaração de independência ou conhecimento já vivenciado.

Não desmerecer porem quem sugeriu outra solução, outra versão, mas lhe dar explicações, falar sobre suas intenções.

É não gritar, não impor nem fugir de argumentar, simplesmente ser decidido no que diz, e não se fazer de duvidoso no que tem a mostrar.

Possibilidades esgotar, não ter mais duvida a levantar, nem receio de errar.

Num aceitar porque acredita estar certo, é também provar que é capaz de saber de si, muito mais que de outro.

O “não” também trás perfeição, compreensão, admiração quando pronunciado com convicção.

Também crescimento, como o desejo de Deus de que não comessem da fruta, porem o fizeram, e cresceram em autodeterminação, em entender da vida, do carma.

Hoje o não renunciar a vida eterna é desejo nosso em espirito, decisão da procura das verdades, e a aceitação de tudo como é, se faz a recusa em se conhecer.

Não então; num é desobediência somente, é desejo de explorar, de entender, indo além do que já está decidido por quem tudo isso diz ter compreendido.

Compreender sua razão de ser, de procurar verdades que outros recusam dizer; vivenciar sua existência, que é só sua, e um “não” é se lançar no que acredita ser verdade.

“Não” num é desrespeito, é conceito que não concordamos; situação que não vislumbramos; porem queremos entender, queremos nossas respostas encontrar.

O procurar de resposta a nós negada, a questão não compreendida por quem é diferente, a ideia ainda não amadurecida; ser sincero consigo e não perambular pela vida na incerteza.

Não aceitar o que dizem; ser sincero com seu espírito, sempre procurando sanar suas duvidas; não se satisfazendo com explicações insensatas; procurar a Deus, e este não dar como pecado a duvida.

Posto que ele seja sábio, e nesta sabedoria entende que o “não” é incompreensão, e errado é por um caminho transitar, sem saber para onde se vai; ou se onde deseja, vai chegar.

Procuramos nos calar em duvidas de quem diz ter razão, e nos perdemos em suas explicações, pois estas não convencem nosso intimo, não nos satisfaz como espirito.

Devemos então ouvir nosso coração, porque este sempre sabe a verdade, sempre entende de nossas necessidades e os “nãos” que devemos dizer ao mundo e à nossa vida, se esta estiver incompleta em conhecimentos.

Ele é a conexão com nosso espírito, com nosso Cristo, com Deus, e se ele não se satisfaz com o que sabe, não satisfaz quem a ele está ligado.

Nosso maior afeto nesta vida; por ele sofremos ou não, basta que o entendamos, basta que o aceitemos como conselheiro, e viveremos bem.

Quando nosso coração sincero sugerir um “não”, devemos obedecer, porem sempre perguntando do porque esta interjeição, para que não caiamos em falso entendimento.

Desta forma seremos sábios em nossos entendimentos, nunca precisando recorrer a quem só nos dará duvidas, a quem nos dará sua opinião sincera porem individual.

Tudo isso é para aceitar nosso conhecimento interior; que através do “não” descobrimos que sabemos mais do que se dissermos sim sem indagar.

Nós, o desconhecido

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Por mais que tenhamos conhecimento de nossas vontades e desejos, nos surpreendemos com atitudes, com anseios que julgamos não condescendentes com nossa posição que seja moral ou espiritual, nos encontramos em encruzilhadas de saber para onde vamos, para que lado da vida estamos tendendo ir.
Necessidade ainda terrena de não progredir, de não desejar a ascensão espiritual, uma forma de nos subornar para sermos ainda, por mais algumas encarnações, errantes espíritos a procura de verdades, que possivelmente nos será colocada como não vantajosas.
Somos seres sábios em essência, porem nossa carne nos impede de vislumbrar estas verdades, e procuramos muitas vezes sem entender o que se passa com nosso lado espiritual; sucumbir às vontades carnais; nosso desejo muito enraizado, o do prazer que o plano do carma, o prazer da carne nos dá, o Diabo que nos tenta, o desejo que fazemos este personagem existir, procuramos vivenciá-lo no intuito de manter o que até então nos era prazer conhecido.
A precisão de queimar mais um pouco os erros interiores espirituais, que tenhamos assumido muito no passado; o carma a ser quitado, e nesta atitude nosso desejo de crescer, de alguém em espírito encarnado ser, a vontade de ao Pai regressar, pois isto somente é possível se todos os erros do passados pudermos eliminar.
Fazer o que então, apenas por aqui ficar e tentar eliminar o máximo que nos for possível, do que de errado sempre fizemos e nunca quisemos admitir, e tentar o carma zerar.