Divinas sabedorias

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Pelas sombrias cavernas da verdade oculta, estamos a escrever nossa vida futura, sem saber que estamos a predestinar o que nos virá, somos os magos da verdade, de nossa verdade, a única que existirá se assim tramarmos; se assim fizermos por acontecer, e dentro de nossa real sabedoria, oculta por nosso materialismo temos a certeza da vida que teremos; que nos felicitará e nos fará eternamente seres de sábios conhecimentos, não precisaremos mais estudar, pois que a enciclopédia universal se abrirá em nossa mente; não precisaremos a outros ouvir, pois que nossa sabedoria será universal, bastando que entendamos o que em nosso destino será escrito, bastando que entendamos o que fizemos e porque fizemos, e nossas verdade desabrochadas, nos fará eternos viventes, entendedores do que ninguém tem acesso, do que ninguém é sabedor, por não tentar vislumbrar as maravilhas verdadeiras do universo.
Somos magos em sono letárgico, que ao despertar entenderemos de tudo quanto já foi escrito e não falado, de ocultos acontecimentos não relatados, seremos informantes das divinas sabedorias aos que não podem ouvi-las, teremos em mãos o que não poderá mais ser retirado. As vontades de Deus para com o universo, isto é a sabedoria que um mago tem e que não pode dividir com os que não entendem; somente aos que no astral tem acesso e de lá boas coisas podem trazer. Este é o conhecimento divino de um mago do bem, para ser repartido com a humanidade de forma graciosa e humildemente, para que suas riquezas de mago sejam cada vez maiores no plano superior.
Porque de tudo que se aprende tudo tem que ser avaliado, ser pesado e entendido, perdido se necessário se valor não tiver, mas que experiência deste conhecimento ser armazenado e também compreendido, é bem vindo, é o entender para um dia saber, mesmo que não tenha mais o tal conhecimento, mas compreende que existe e que pode ser resgatado; pode novamente ser em sua mente reciclado, é o saber que nos faz ver o que existe além de nosso horizonte, o que vai além de nossa experiência, nossa vivencia, é o conhecer para saber e dizer aos poucos, até intuir do que não sabe, e o mestre ao lado está a nos informar, a nos passar o que de fato é importante; o que é essencial ao nosso crescimento além do material.
É tudo a viver e aprender, mesmo que saiba não vá usar, é tudo a assimilar para um dia em outra vida poder se lembrar, mas não saber de onde vem tal entendimento, tal conhecimento, é estar preparado com tudo que do éter vem, tudo que do além nos é mostrado através do conhecimento talvez de livro, ou de outrem e armazenado e saber; ser sábio para entender o que ser um sábio.
Porem nada de graça vem, do que temos de entender e saber, nada nos é dado de bom grado, é tudo em batalha encontrado, é tudo em labuta árdua conquistado, e nada que possamos de graça encontrar pode a nós algo valer, e nada se pode saber do que realmente é interessante a nosso crescimento além de nosso entendimento, é tudo forma barata de conquistar, se não for de maneira custosa a se galgar, senão tivermos dificuldades neste encontrar as verdades que estamos a precisar. É ir ao encalço e localizar, porem se não for de nossa vontade, ou necessidade nada acharemos, simplesmente não somaremos mais este provável conhecimento a nossas verdades sublimes a nossas utilidades divinas, e a mingua de mais uma verdade quem sabe falsa estaremos.
Tudo é muitas vezes aquém do que desejamos se estivermos precisando e não soubermos achar, é a verdade que temos de encontrar, e se não estivermos sábios ao olhar, não saberemos reconhecer o que nos é caro ao entendimento de nossa vida, de nossa encarnação e talvez de nossas próximas vidas.
Tudo que digo é complexa colocação, quem sabe fabulosa falação a quem não compreenda esta forma de expressar, porem é maneira bela de dizer o que se quer colocar, uma propagação de ensinamentos a quem conseguir decifrar, a quem conseguir de maneira sabia entender, para então suas verdades individuais sair a procurar. Talvez em livros a ler, ou pessoas a lhe dizer, até mesmo internet a colocar para quem quiser subentender. É tudo forma banal de dizer, porem as coisas que se tem que aprender para neste mundo viver, são necessidades da vida não eterna para a conquista da vida eterna, são as forças do bem que em luta que não percebemos, estão a nos colocar defronte nossa forma banal da existência presente levar, tudo a nos colocar frente a nós em uma sala de espelhos, o inferno após o desencarne, para que digamos a nosso reflexo, tristes comentários do que não fizemos, e nosso espírito que no espelho está a nos olhar, irá a nós cobrar, estará a nos censurar até o dia em que para cá de novo estaremos a voltar, quem sabe para tudo novamente tentar consertar; quem sabe tudo de novo errar, ou quem sabe para de vez por todas não mais precisar para cá voltar, pois estamos quites com nosso carma que era devedor há milênios, e estaremos livres, porém quereremos voltar para nossos irmãos encarnados ajudá-los.

Amar-te

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Quero em ti me fazer feliz, para sempre sem mais reclamar, sem mais lhe indagar dos porquês.
Quero em ti me entender como ser vivente, e para sempre não mais me perder, não mais precisar me encontrar.
Quero em ti ser tudo que desejas em mim, para que possa ser feliz por lhe conhecer, e não mais duvidar por um instante de seu amor por mim, por todos os momentos que sei; duvidei de suas intenções para comigo, porem sabia de alguma forma, que era para meu próprio bem, todo este sofrimento que em silencio deveria passar.
Quero em ti encontrar a paz que me foi prometida há 2000 anos e que sei existir, pois aquele homem é serio e sereno em verdades que disse, ele entende de nossa necessidade e de nossa vontade em voltar a teu seio.
Quero ser eu novamente, espírito ascencionado que fui um dia, e que por vontade ou precisão vossa, vim a este corpo carnal para suplícios passar, mas sei que é para seu correto entendimento sobre mim e minhas verdades também, quero voltar a ser teu filho dileto como todos nós um dia fomos, mas que por pecados ininterruptos nos afastamos de ti.
Amo-lhe além de minha vida, que lhe pertence.
Amo-lhe além de meus pensamentos que são dedicados a ti quase sempre, pois ainda sou mero errante neste plano de falhas,
Amo-lhe no que possa me aguardar vindo de ti; e hoje sei que qualquer sofrimento é meu crescimento, que minhas falhas são por erros meus; porem por necessidade de ti em me ver esses erros pagar.
Amo-lhe ao ponto de esquecer meus afazeres, porque sei que não me deixarias perecer por ama-lo a tal ponto, e sei que a única salvação que tenho, e toda a humanidade têm; é compreender de sua presença em nós, e a partir daí seremos abençoados grandiosamente por tudo que passamos em teu nome.

Leis divinas

Mago escritor

Tudo que tenho de falar é do peito que brota; amarguras ou felicidades, tristezas ou verdades, tudo que do sentimento vem, e que cruamente é passado é realidade, pura sabedoria que nos vem do além, o que nos coloca aquém do entender, muitas vezes nos faz rever o que sabemos e aprender o que ainda não entendemos, é tudo referencia a vida e morte, a nossa inteligência ou tola ignorância, necessidades do humano ser, de entender de si enquanto sua mente matéria permitir, que possa subterfugiar o mesquinho entendimento do mundo que não aceita o que vem dos céus, que não quer, por não ser monetariamente vantajoso, não ser conveniente aceitar por achar além do que o bolso possa aceitar.
De tudo que vem do peito, da mente ou do além, pois que todos são mesma fonte, nada é desperdiçado, nada é inutilizado por ser verdade eterna, pequena ou grande sinceridade, mas eternas verdades do Criador, do Cristo salvador ou de um mentor, que em sua possibilidade de permissão a nos ensinar, se coloca a nos passar o que devemos saber, o que em nosso carma está predestinado; e nada além do que nos foi programando antes deste encarne é passado, nos é acrescentado, pois não saberíamos lidar ou até repassaríamos a outros sem condições de entender o que estamos a falar, e feito criança faríamos isso, colocando em jogo a coerência de pensar dos que a estes conceitos tem acesso, é tudo de maravilho a nos chegar do astral, porem temos que dosar e estudar, compreender antes de repassar, para que em nosso carma um pesado fardo de ter dito o que não se podia, para aqueles que não deveriam saber, não deveriam entender antes de suas lições básicas passar. É a compreensão que temos de ter, de nós e do mundo, que temos de saber das leis divinas e das divinas necessidades do mundo como um só.

Um dos pilares do conhecimento humano

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A arte assume muitos modos, traços, maneiras de se mostrar, se apresentar ao agrado de quem da boa arte quer se instruir, quer se conscientizar, as vezes de não compreender o que é, pois que a arte fala a linguagem que não precisamos entender, apenas sentir, apenas nos inteirar de sua energia calada mas atuante, sua força colocada por um artista que em inspiração de momento, captou as forças do astral superior e as registrou. Tudo isto é arte, tudo isto é forma de mostrar o que tem além de nossos horizontes tão palpáveis, tão fáceis de achegar. Este horizonte que o artista capta é onde só conhecemos dentro de nós e não fora, é onde moram nossos sonhos e realizações, nossos traumas e frustrações, e deste emaranhado de emoções o artista coloca em sua arte a sabedoria destes momentos.
É a força do querer dizer, sem os gestos ou a boca falar, é o modo de mostrar um mundo mais intenso e extenso do que aquele que conhecemos, é ter a sensação e a consciência que tudo pode ser mais belo, mais feliz, mais fácil de viver do que o sempre e atuante sofrer, do que o sempre estar a presenciar o que aos olhos ferem, do que aos ouvidos doem, e sim ao que o coração faz bem, a visão do belo a sentir, e na profundidade do ser, sentir a presença de forças divinas.
Transferir de si o que de melhor tem; paz, encanto, serenidade, sabedoria e elegância a nos apresentar ideias, tudo que dá sabor a arte, seja audível ou visível, é ter em coerência tudo que faça bem a quem vê, tudo que de prazer não só exterior, mas muito mais interior, muito mais dentro de um conceito que não foi explorado no ser humano, o conceito abstrato que só a alma entende e aceita.
Fabulosas visões nos chegam aos olhos, porem é mais energias em formas visuais do que simplesmente contornos bem traçados. São energias que nos desenham aquilo que os olhos interiores ainda não vislumbraram, não tiveram o prazer divino de entender ou aceitar, é o tudo que precisávamos sempre; e que só entendemos quando não soubermos o que nos chamou a atenção, na pintura abstrata sem noção, que tenhamos através da compreensão materialista.
Auto dedicação em se aprimorar, é tudo que o artista faz; capturar emoções que só ele tem como realizar, acondicionar estes prazeres astrais de maneira sutil e bela, e transforma-las em emoções palpáveis a quem não possa capturar tudo que ele entendeu, porem aquele que a arte observa, a interpreta de maneira outra, passa a ter uma visão particular sua, uma visão astral de experiências suas. De experiências anteriores que agora se achegam a ele de forma perturbadora, de outra forma não concebível antes, de uma maneira que não havia lhe passado pela mente, pelo vislumbrar do conhecimento que agora tem o prazer de compreender.
Fazer arte não é trabalho, é alegria, é crescimento, é adquirir sabedoria através do corpo, é saber muito além do que sabia, é entender o que até então era incompreensível, e tudo que se pode desejar de bom a uma mente as vezes cansada, até mesmo pela idade; é entender como nunca o que é a vida, o que é a existência antes e pós morte, é vivenciar esta vida e as próximas, é entende-las de maneira simplista e completa. É ter na ponta dos dedos talvez a liberdade que mesmo a vida não pode dar, é ser livre para criar e viajar para onde quiser através da arte que realiza.
A essência do ser humano é então expressa através de sua arte, algo que olhos outros não entenderão por não saber o que seria a essência de outra pessoa, coisa de louco a tentar interpretar, visto que esta essência não é deste plano, não é desta vida, é dadiva divina, é DNA do criador. E isto não temos como processar em mentes tão materialistas, é o poder que alguns tem de se expor de tal forma que sua arte extrapola sua aparecia física e até moral, que extrapola sua forma coerente de pensar, pois que arte não é pensamento consciente, é pensamento subconsciente.
A arte então se torna extensão, muito além do que o próprio artista pode entender, muito além do que ele já experimentou, é experiência de mestre, do mestre que muitas vezes é o verdadeiro artista, aquele que está escrevendo a sua maneira, sabedorias sem fim num pequeno espaço, é código a ser decifrado de forma diferente por pessoas mil, todas com sua maneira particular de vivenciar a arte, de compreender a linguagem que embora universal é individual também.
Tudo é compreensão, é discernimento, doação do se fazer viajar para poder compreender, do se entregar para poder se ver no que está a sua frente, formas estranhas de se vivenciar uma arte, se entregando sem pensamentos, sem discernimento do que esta a sentir, apenas sentindo, e sabendo que de alguma forma as informações lá expressas para si, o subconsciente saberá interpretar e no correto momento as usará.
Arte também é complemento; complemento da vida além-carne, complemento da linguagem divina, de Deus, da sabedoria que é só dele; e também um dos quatro pilares do conhecimento humano, sem a arte pura, o homem não pode se descobrir, se entender, se compreender e viver para prosperar interiormente, não pode recorrer a seus conhecimentos completos porque estes conhecimentos são incompletos se o homem não aprecia nenhum tipo de arte, nenhum tipo de vivência divina, de alguma amostragem artística de qualquer tipo.
A força do pensar de forma sabia a agir, quando o artista está a fazer sua obra, é a energia astral se fazendo existir aos olhos de quem vê ou ouve, é a forma do astral em se mostrar ao nosso plano terreno, a visão da beleza divina a nos hipnotizar, nos enobrecer as emoções mais puras e profundas, a arte do fazer sentir, a arte do fazer existir o que não existia, e que traz emoções que não existiam para os que a veem.
Tudo é prazer ao artista, o fazer existir através de suas mãos, o fazer feliz a outros através da visão da obra, o fazer crescer um nobre sentimento através desta emoção gerada, o fazer engrandecer aquele que souber se beneficiar da visão de uma obra que foi sintetizada do plano superior. Toda obra de arte de bom gosto; a muitas pessoas é materialização do que existe nos astral, onde nossos sonhos podem chegar, mas não vislumbrar, onde nossa mente pode imaginar, mas não concretizar, porem um sensível artista pode trazer até nossos olhos ou ouvidos carnais esta beleza, esta leveza, esta sutileza.
O bom gosto, o sensato, o belo em uma única forma, que pode representar diversas formas individuais a cada ser, visão incomparável e perfeita dentro de cada contexto de compreensão individual, pois esta individualidade é o que somos no astral, um astral que existe para todos, porem é visionário a cada um de forma diferente, uma convicção diferente a cada ser, a cada espírito que por seu carma diferente tem visão diferente e opiniões também contrárias a qualquer outro ser. Mas uma obra se direcionada do astral de maneira pura e sem intervenção de quem a fez através de sua visão materialista, pode trazer ao visionário este astral diferente a cada ser humano.
É a individualidade de cada ser ao criar, ao interpretar, ao copiar algo, nunca sendo igual, por mais semelhante que seja, é a visão de cada ser ao que interpreta, mesmo que seja a mesma visão carnal para todos, é a interpretação particular de como é esta energia condensada num objeto ou no astral, a visão interpretativa de cada ser humano que o faz único neste plano, que o faz eterno também, pois nunca haverá outro igual em qualquer época, mesmo que este venha a encarnar novamente será diferente, será outra somatória de valores adquiridos em encarnações passadas, será outra equação astral do que foi no passado. E por isso somos sempre eternos, nunca seremos substituídos totalmente por outro ser humano.
A arte é viver e reviver, a arte é sentir e poder dizer, é querer mostrar o que está a vivenciar, o que está a lhe vir de onde poucos podem ver, é saber e trazer o que lá bem longe existe, o que bem longe foi concebido pelo Criador, mas não pode ser tocado por muitos, e este trazer; transmite o prazer de ser feliz em trabalhar sem se cansar, apenas pelo desejo de muito o oculto a muitos mostrar.
A arte é da vida se abdicar, é na arte apenas se dedicar, se ofertar, para o prazer desta visão astral a muitos dar, é comparecer sem ser pertinente na vida interior de muitos seres, é estar no emocional de muitos carentes de verdades intimas, é sentir o calor que vem do amor ao ser visualizado sua abnegação em prol do que constrói com a mão, é administrar tudo isso sem perder a simplicidade, a humildade a beleza e a afinidade com o Criador.
É o poder de trazer, de oferecer, de dar um pouco do que tem direito de ver, de quem tem direito de sentir, e fora do alcance de vários, este presente divino não podem ter, é saber que se é especial por não pertencer a este plano como a maioria dos que aqui vivem, é ter o corpo carnal que precisa se alimentar, porem não precisar ser feliz com o que aqui existe, é ser feliz aqui, mas com origens de felicidade onde está; é mais realidade.
A ARTE NUNCA SE ACABA ENQUANTO HOUVEREM PESSOAS EMPENHADAS EM MOSTRAR COMO É BELO O NOSSO INTERIOR, MESMO QUE NÃO ENTENDAMOS.

Os iguais e o carma

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Certa vez ouvi que somos animais antes de sermos humanos, seria o circulo de evolução que Dante propôs, Darwin nos sugere sermos descendentes de um tipo evolutivo de primata, certa vez li que na Atlântida as pessoas uivavam para a lua em determinado momento do mês; os ratos são frequentemente usados para experiências referentes à saúde, igualmente com os macacos, por suas reações serem iguais às nossas, ou quem sabe suas defesas, ou até mesmo seus órgão, porque não muito mais que isto?
Os cães e gatos quase conversam com a gente, enquanto que alguns pássaros até conversam em nossa língua. Uma serpente sugeriu a Eva que comece uma maçã, na nova Jerusalém existem três animais sagrados, águia, touro e o leão; Moisés construiu uma arca para salvar mais aos animais que a ele, pois que era menos de dez pessoas, porem centenas de animais; Deus disse que o ser pensante homem, reinaria sobre todos os seres vivos, porem ele foi além, reinou, decidiu, consumiu e transgrediu por ter sido tomado como o senhor do mundo, deste plano, hoje governa sobre todos os animais, até mesmo sobre os de sua raça; aniquilando os que não lhe agradam pela cor da pele ou gosto sexual, transgredindo seu poder individual ao magoar até mesmo com a morte a outros; sabendo que os de sua raça não o punirão como Deus faria; correta conclusão, correta colocação, porem um dia seus dias se extinguirão, suas carnes apodrecerão e terá de encarar o anjo da morte que lhe é incumbido, que todos nós temos, e este será indelével em suas pagas ou drasticamente violentas em sua cruz a carregar, se vermos como verdade tudo que acima esta colocado, poderemos voltar a este plano como o animal que usamos para experiências científicas, como o gato que amarramos uma bomba na calda para vê-lo se despedaçar, ou mesmo o mendigo que sarcasticamente ateamos fogo após umedecermos com gasolina, tudo que fizermos passaremos, tudo que causamos sofreremos, é a lei do retorno, é a lei do plantar e colher,  e desta lei ninguém se safa, ninguém negocia através de qualquer paga que não seja a de sentir no corpo carnal o que causou; é a lei infalível de Deus, é o livre arbítrio que assumimos, não fomos impedido nem mesmo pelo criador, e que depois temos de responder.
Claro que tudo é através da reencarnação, da volta em outro corpo, não se lembrar do que tenha passado e correr o risco de tudo novamente fazer; porem é a possibilidade de sofrer o que causou; é então a segunda parte destas leis divinas o refazer erros; se não acreditamos em reencarnação como colocaríamos pessoas de saúde exemplar, muitos bens, mesa farta e uma beleza interior e exterior impecáveis, enquanto outros nascem já mutilados, sem ter o que comer, mente desconectada da realidade, e que passam a vida conectada a maquinas; como os classificaríamos frente a Deus, porque um de tudo tem e nada em sua vida sofrerá, enquanto outro só sofrimento; muitos diriam que fez afronta a Deus, isto é uma verdade, às leis corretas do Criador, mas quando; se nasceram assim?
Quando se não tiveram tempo nem condições físicas ou mentais de agredir ao Criador de alguma forma?
Se não acreditarmos na reencarnação estaríamos denegrindo a Deus, pois se todos somos iguais perante ele, porque preferiu a um e não a outro?
Onde estaria a correta índole do Pai?
Se não aceitarmos a reencarnação, Deus estaria sendo preconceituoso também, estaria sendo protecionista.
É a lei então da reencarnação que explica tudo isto, e se não soubermos desta entender e acreditar, poderemos estar no lugar dos que prejudicamos nesta vida, estaremos a sofrer o que causamos e muito mais, pois que nesta lei de colher o que plantou os juros são altíssimos.
Somos tolos em não acreditar no que é óbvio; porem o pior é fazer dos semelhantes homens e animais de todas as raças sofrimento, pois se somos diferentes fisicamente aos nossos irmãos humanos somos também diferentes aos nossos irmãos animais, e porem sem este corpo carnal, sem essa casca de aprendizado somos todos iguais. Somos do mesmo barro de Adão que lhe foi soprado à narina e o fogo esquentou lhe o corpo; como todos nós fomos feitos, seres viventes neste plano.

Conjecturas sobre a vida

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Eternamente a vivencia do existir, do estar para aprender, e se possível quando se for não esquecer, é o existir para crescer, para aprender e viver a próxima vida sem esquecer-se das lições daqui levadas, é a eternidade que em nós reside do se tornar cada vez mais completo e perfeito, porem perfeição é inatingível, posto que no momento de nossa concepção de perfeição ser atingida, nos perguntamos se somos perfeitos e esta duvida nos resgata mais uma vez à sala de aulas, é sempre o crescer para nunca voltar, é o sempre melhorar para mais saber e próximo da perfeição que nunca chegará estarmos.

Na biblioteca de nossa sabedoria sempre algo mais temos a acrescentar, mesmo que uma informação que nos pareça inútil, mesmo que uma observação não entendida, tudo é aproveitável para no adequando momento seja reciclada, seja interpretada e somada a nossas experiências de existências, é questão de nada se perder e na oportunidade de algo novo nos chegar aproveitar para sermos maiores que instantes atrás.
É o não acaso, o nada acontece sem que o plano astral conspire a nosso favor, nós que somos temerosos destes acontecimentos, desta forma do plano superior agir e não nos entregamos a novas experiências quase nunca, não nos tornamos atentos a todo o momento, e perdemos muito que a vida quer nos ensinar, muito do que a existência quer nos somar, e vamos à procura de respostas que já nos chegaram a muito, que estão em nós, mas as ignoramos por acharmos serem tolas situações, tolas frases, tolos momentos de outras pessoas a nos fazer observações e indagações, ou mesmo explicações que não havíamos pedido, e que julgamos inconvenientes no momento.

Excluímos então de nossa vida o anjo guardião, que muitos reverenciam, mas não acreditam; que outros ignoram por não sentirem necessidade de um guarda costas, porem este não é um guarda costas, é nossa alma espiritual, nossa verdade junto ao astral a quem temos de recorrer, que sempre sabe o que pode nos acontecer, e se não o ouvimos nunca é porque nossos ouvidos não estão treinados para tal, se não sentimos sua presença é porque nos fugiu a possibilidade de compreendê-lo ao nos tocar, ouvir um desconhecido a nos falar, ao sentir que algo esta errado, mas continuar a executar.
É nosso guardião, que se comprometeu a nosso lado ficar nos bons e maus momentos de nosso carma, que nos guiará pelas trevas se assim precisarmos passar, e se nele confiarmos nada nos acontecerá, posto que nada acontece sem que nosso carma assim o determine.

O mundo nos agride da mesma forma que o agredimos, da mesma maneira que somos insanos ao cuidar de nossa vida; não nos importando com quem está ao nosso lado, é a lei do retorno, que nos faz incapazes de sermos amados por não amarmos também, de não termos amigos por querermos pessoas longe de nós, que é o de não aceitar a Deus através do próximo, e nunca ter o milagre vindo de outras mãos, pois não nos aproximamos destas outras mãos, nunca de outras pessoas, somos solitários e agonizantes seres sem amor por não nos darmos, por não nos ofertarmos sem interesse, e desta forma vivemos pela caridade e não pelo amor sincero que venha do próximo.

A luz divina em nós é intermitente, porem somos cegos em grandes e sérios momentos, pois não a vemos, não a sentimos, e desta maneira passamos por situações que nos parecem desagradáveis e inconstantes, e por este motivo incontroláveis e incontornáveis, somos ateus em nosso poder interior, não acreditamos ser capazes através de nosso poder de resistência e sobre tudo de criação, encontrar uma saída, a saída que a luz interior nos grita, não a ouvimos, e ela nos grita para que um dia saibamos que nosso carma é pesado por não nos atermos a estes sentidos sábios, o de ouvir o nosso interior nos momentos de perigo, que é exatamente onde somos mais frágeis e mais cometemos delitos, mais aumentamos nosso carma e o peso de nossa cruz.

Vestimo-nos então de inverdades para sobreviver a um mundo que é de falsidade, porem este plano nunca foi só de falsidade, houve um momento em que a sinceridade, sabedoria e a humildade reinavam por todos os cantos, mas o homem precisava purgar seus erros, e não pôde manter estes valores altruístas, teve de ignorá-los cada vez mais, para poder ao fundo de seus torpes sentimentos e desejos trazer a tona estas suas infames verdades, que era necessário apesar de dolorosa ignorância, fez o homem do passado muito atrás esta intervenção cirúrgica em seu interior e colocou para fora cada vez mais seus podres prazeres, para então aniquilá-los com o tempo e sofrimento, e depois de tudo exposto e aniquilado poder voltar a ser sincero, honesto, e sábio.
Por tudo isto que o mundo atual é desta forma, inexistente de compreensão de sabedoria e simplicidade, onde o poder através do dinheiro reina, onde os baixos instintos imperam, mas por pouco tempo, pois o plano terreno colocou tudo para fora de maneira exacerbada para que tudo se extinga o quanto antes, para que o novo tempo de beleza interior possa novamente reinar.

É o amor que de dentro vem; o que é somente poder, e nada pode abalar, é a existência sempre viva do amor fraterno, que se expressa através do amor materno, do amor carnal, do amor sincero e verdadeiro, é o amor que nunca deixa tudo se perder, a necessidade do ser humano em voltar a suas origens que sábio foi, que perfeito foi e se tornará no futuro astral, tudo novamente como era; perfeita comunhão entre todos, pois nenhuma ovelha se perderá.